quarta-feira, 9 de outubro de 2019

SOLO E PREPARO PARA A CULTURA DO GENGIBRE



SOLO E PREPARO 

Desenvolve-se bem em terrenos arenosos, leves, bem drenados e férteis. Contudo não deve ser cultivado seguidamente no mesmo lugar, pois sofre queda acentuada de produção (EMBRAPA, 2001). 
O cultivo gengibre requer ainda solos ricos em matéria orgânica. As maiores produtividades obtidas nas regiões produtoras dos Estados de São Paulo e Paraná foram constatadas em solos areno-argilosos, friáveis, bem drenados. 
A cultura prefere solos que apresentam pH entre 5,5 até 6,5. A correção utilizando-se calcário é feita no mínimo três meses antes do plantio, devendo ser realizada caso o pH estiver abaixo do valor recomendado. A acidez do solo deve ser corrigida elevando-se o índice de saturação por bases a 50%. No plantio, deve-se aplicar 20 Kg/ha de N e, de acordo com a análise de solo, 60 a 240 Kg/ha de P2O5 e 40 a 120 Kg/ha de K2O. Em cada três amontoas, incorporar 30 Kg/ha de N e 70 Kg/ha de K2O.  
Em caso de cultivo orgânico recomenda-se a utilização de 15t de composto/ha, sendo que a adubação deve ser parcelada da seguinte maneira: 
- 5t/ha no plantio, 5t/ha na primeira cobertura, antes da primeira amontoa (90 dias) e 5t/ha na segunda cobertura, antes da terceira amontoa (150 dias). 
No plantio o composto deve ser espalhado no fundo do sulco sendo necessários 600g por metro de sulco, quando o espaçamento entre linhas for de 1,20m e 700g por metro de sulco, no espaçamento de 1,40m. 
O preparo do solo tem grande importância na qualidade e produtividade do gengibre. O terreno deve ser bem preparado, de forma a eliminar os torrões muito grandes no solo. O plantio deve ser feito em sulcos e sua profundidade deve ser de 10 a 15cm, dependendo do tamanho dos rizomas-sementes 
O preparo do solo tem grande importância na qualidade e produtividade do gengibre. O terreno deve ser preparado, de forma a eliminar os torrões muito grandes no solo. 
A cultura do gengibre é melhor em terrenos arenosos, leves, drenados e ricos em matéria orgânica, e solos que apresentam pH entre 5,5 e 6,5. A correção, utilizando-se calcário, é feita três meses antes do plantio, devendo ser realizada caso o pH esteja abaixo do valor recomendado de acordo com a análise do solo. A acidez do solo deve ser corrigida elevando-se o índice de saturação por bases a 50% (GONZAGA; RODRIGUES, 2001). 
No plantio, deve-se aplicar 30 kg/ha de N parcelados em 30, 60 e 90 dias; e, de acordo com a análise de solo, 60 kg/ha a 240 kg/ha de P2O5 e 40 kg/ha a 120 kg/ha de K2O. Em caso de cultivo orgânico, recomenda-se a utilização de 15 t de composto/ha (esterco de gado + húmus de minhoca + terra na proporção 1:1:1) sendo que a adubação deve ser parcelada da seguinte maneira: 5 t/ha no plantio, 5 t/ha na primeira cobertura aos 90 dias e 5 t/ha na segunda cobertura aos 150 dias.


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