sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

PANCS: Dente-de-leão (Taraxacum officinale)

 

Dente-de-leão (Taraxacum officinale)

 

Folhosa silvestre nutritiva, de porte baixo, foi alimento importante durante a Idade Média. Depois, foi sendo gradualmente substituída por outras hortaliças, sendo hoje pouco usada como alimento, possivelmente por seu paladar amargoso. Em algumas situações é considerada como infestante de lavouras e pastagens e pode também ser considerada como planta indicadora de solo fértil.

 

Nomes comuns – Dente-de-leão.

 

Família botânica Asteraceae, a mesma da alface. Origem – Europa.

 

Variedades Observa-se variabilidade com relação a porte e formato das folhas.

 

Clima e solo Produz melhor sob temperaturas mais amenas, nas regiões Sul e Sudeste. Extremamente rústica, adapta-se a vários tipos de solo.

 

Preparo do solo O plantio sistematizado pode ser feito em canteiros semelhantes aos utilizados para alface, com 1,0 a 1,2 m de largura por 10 a 15 cm de altura, lembrando que é frequente o manejo de plantas espontâneas em hortas caseiras, sem preparo de solo.

 

Calagem e adubação Por sua rusticidade, desenvolve-se mesmo em solos depauperados. Entretanto, para produção sistematizada, sugere-se a adubação. A calagem deve ser feita em função da análise de solo, visando atingir pH entre 5,5 e 6,0. Recomenda-se somente a correção do solo e a utilização de composto orgânico, na dosagem de até 3,0 kg/m2 de canteiro, conforme os teores de matéria orgânica no solo.

 

Plantio A propagação é feita por sementes, normalmente no local definitivo, podendo-se também realizar a produção de mudas em bandejas, de modo semelhante ao empregado para hortaliças folhosas. Pode-se utilizar as brotações laterais como propágulos. O espaçamento recomendado é de 0,2 a 0,3 m x 0,2 a 0,3 m. Pode ser plantada durante o ano todo, desde que haja disponibilidade de água. É comum o manejo de plantas espontâneas em hortas caseiras.

 

Tratos culturais Manter as plantas infestantes sob controle, por meio de capinas manuais. Irrigar, de acordo com a necessidade da cultura, normalmente duas a três vezes por semana em períodos secos. Por ser uma cultura muito adaptada, raramente é atacada, a não ser esporadicamente por pragas generalistas como formigas ou gafanhotos.

 

Colheita e pós-colheita A colheita é feita 50 a 60 dias após o plantio, assim que as folhas atingem cerca de 15 a 20 cm. A produtividade de folhas pode variar em torno de 100 g/m2 semanalmente, perdurando por 6 meses ou mais. Tanto as raízes, quanto as folhas, quando novas, podem ser consumidas cruas. Pode ser utilizado em saladas, sucos e desidratado sob a forma de chás. As folhas também podem ser refogadas ou usadas em sopas. Assim como a maioria das hortaliças frescas apresenta pequena vida útil, por isso a desidratação é uma excelente opção.






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