Como informa o livro preparado pela equipe da AIPA, se não houver uma área de "chão de terra" , dá para implantar uma "mini-horta" aproveitando floreiras, caixotes, ou latas. Basta ter sol durante parte do dia, água, terra fértil (que preparamos com adubo orgânico) e ... muito carinho. Vamos a alguns detalhes, fornecidos por Marcelo Mattiuci, coordenador de Educação Ambiental da AIPA e do projeto "Hortas Escolares sem Agrotóxicos":
Escolha um local que receba sol pelo menos cinco horas por dia, bem arejado, mas evitando o excesso de vento que prejudica as plantas.
1- Prepare o recipiente, colocando no fundo uma camada de cascalho ou cacos de cerâmica, para facilitar o escoamento da água, e - sobre ela - a terra com composto. Uma dica é colocar o recipiente sobre um suporte, não muito alto: assim o excesso de água sairá mais facilmente, sem impedir que a garotada realize os tratos culturais necessários;
2- Você poderá fazer o plantio em recipientes de qualquer material resistente à umidade: floreiras, tubos cortados de plástico, pneus cortados ao meio, latas, caixas de madeira como aquelas usadas por comerciantes para carregar verduras. O segredo é garantir que tenham pelo menos um palmo de profundidade (cerca de 20 cm) para a mistura de terra e composto orgânico;
As crianças podem participar de todo o processo, desde a escolha do local, até a colheita. Mas, se o espaço é pequeno, a dica é que as tarefas sejam divididas: por exemplo, um grupo pode ser encarregado da rega nos dias pares, e outro, nos ímpares.
3- Se o recipiente tiver até 25 cm de profundidade, plante ervas (cebolinha, salsinha, coentro, salsa) ou hortaliças de raiz menos profunda (como alface, espinafre, rabanete, rúcula, chicória, agrião). Caso seja mais fundo, aproveite: além das ervas e verduras, dará para plantar espécies maiores, ou/e de raízes mais profundas, como couve, brócolis, pimentão, cenoura.
O plantio em pequenos espaços (apartamentos, varandas) é viável utilizando vasos, jardineiras ou hortas verticais com boa drenagem e substrato rico. Escolha locais com 4-6 horas de sol, prefira hortaliças de crescimento rápido (alface, rúcula, temperos) e adense o plantio em caixas para maximizar a colheita.
Dicas Essenciais para Cultivo Urbano:
Verticalização: Use treliças, paletes, calhas suspensas ou prateleiras para aproveitar paredes.
Recipientes: Vasos de 50 cm² a 1 m² ou caixas permitem raízes mais saudáveis que vasos pequenos individuais.
Substrato e Drenagem: Utilize substrato comercial rico em matéria orgânica e faça furos nos vasos, usando argila expandida ou brita no fundo para evitar o apodrecimento das raízes.
Melhores Plantas: Temperos (manjericão, salsinha, cebolinha), hortaliças de folhas (alface, rúcula, couve) e rabanete são ideais.
Combinação de Culturas: Plante espécies que se ajudam (ex: morango com alho) e aproveite a rotação de culturas.
Luz Solar: A maioria das hortaliças precisa de sol direto, especialmente o da manhã ou final da tarde.
Manutenção:
Irrigação: Água deve umedecer o solo até 10-15 cm de profundidade, sem encharcar.
Adubação: Como o espaço é reduzido, a adubação orgânica (húmus de minhoca, esterco curtido) é crucial para nutrir a planta.
Poda: Poda frequente de ervas como cebolinha e salsinha estimula o crescimento contínuo.
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No Brasil, principalmente no nordeste o Hibisco (Hibiscus sabdariffa) é conhecido como Vinagreira. As folhas que são bem azedinhas (daí o nome) são usadas como ingredientes de alguns pratos típicos da cozinha nordestina. Já aqui para o Sul e Sudeste tenho o visto sendo vendido com o nome de ?Flor de Groselha? ou ?Groselheira?.
Depois da florada as flores já polinizadas murcham e ficam os cálices que crescem e tornam-se carnudos. E é essa parte da planta que colhemos e faremos uso.
Os cálices de Hibisco podem ser usados frescos ou desidratados. E podem ser encontrados em mercados municipais e feiras livres durante a safra. Já o Hibisco desidratado é encontrado durante o ano todo em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação e em empórios de produtos gourmet.
Hortaliça de origem africana, a vinagreira (Hibiscus sabdariffa. L) está plenamente adaptada as condições edafoclimáticas do estado do Maranhão suas folhas servem de base para vários pratos da culinária maranhense. A vinagreira possui alto valor nutritivo, baixo custo, fácil cultivo principalmente para as famílias de baixa renda que produzem e consomem um produto que contem nutrientes funcionais como minerais e vitaminas, a exemplo do ferro e vitamina C e assim, adquirindo grande importância socioeconômica, entretanto, na sua comercialização existe uma perda significativa, a qual esta ligada principalmente a fator biológico que indicam números preocupantes para os produtores que comercializam a vinagreira in natura antocianinas, compostos fenólicos totais,açúcares redutores,açúcares não redutores,fibras,minerais e valor calórico,as análises microbiológicas avaliaram os produtos e estes apresentaram condições higiênicos sanitárias satisfatórias.A analise sensorial apresentou médias superiores a sete em uma escala hedônica de nove pontos,que representa a impressão “gostei moderadamente” indicando que o sabor característico da hortaliça vinagreira foi bem recebido pelos consumidores. O percentual de provadores que demonstrou intenção de compra para geleia e doce de corte de vinagreira foi bastante representativo, evidenciando a possibilidade de introduzir no mercado produtos a base de vinagreira, aumentando a vida de prateleira e o valor agregado da hortaliça
Visão geral criada por IA
A geleia de vinagreira (hibisco, Hibiscus sabdariffa) é um doce artesanal de sabor ácido e cor intensa, feito com os cálices frescos da planta. A receita básica envolve ferver 2 xícaras de cálices limpos com 1 xícara de açúcar e um pouco de água até dar ponto de geleia, resultando em um acompanhamento perfeito para torradas, queijos e bolos
Como fazer geleia de vinagreira (Receita Simples):
Ingredientes: Cálices de vinagreira frescos, açúcar (proporção geralmente 2:1 ou 1:1, conforme a doçura desejada) e água.
Preparo:
Limpeza: Desfolhe o hibisco, separe os cálices e descarte a semente interna.
Cozimento: Leve os cálices ao fogo com água (apenas para cobrir ou cerca de 1 copo) e açúcar.
Ponto: Cozinhe mexendo sempre em fogo médio por cerca de 5 a 15 minutos, ou até reduzir, engrossar e os cálices desmancharem.
Finalização: Deixe esfriar e armazene em potes esterilizados.
Dicas e Variações:
Textura: Para uma geleia mais rústica, deixe os cálices inteiros; para mais fina, pode-se bater no liquidificador após cozinhar.
Sabor: Pode-se adicionar suco de meio limão para realçar a cor e o sabor, ou uma pitada de pectina para maior firmeza.
Uso: Ótima para acompanhar pães, torradas, cream cheese e bolos.
Benefícios: A vinagreira é conhecida por ser antioxidante e diurética
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Propagação: Geralmente por sementes, menos comum por estaquia.
Plantio: Primavera e verão.
Solo: Solos profundos e férteis, bem drenados.
Clima: Prefere clima subtropical, também tolera clima temperado.
Exposição: Sol pleno.
Colheita: Geralmente no outono e parte do inverno.
Manutenção: Regas, mondas, controlo de pragas.
Cultivo e colheita
O tamarilho é um fruto que cresce bem em climas subtropicais, mas também nalgumas zonas temperadas.
Em Portugal, as zonas mais propícias para o seu crescimento são a Madeira, os Açores e o Algarve.
Ao redor do mundo, além da sua zona de origem, o tamarilho é cultivado em países como Nova Zelândia, Austrália, África do Sul, Índia (nalgumas regiões), Nepal, Butão e Estados Unidos.
A forma mais fácil de o propagar é através de sementes visto que a taxa de germinação é bastante elevada e conseguem obter-se muitas plantas.
Também pode ser feita a partir de estacas, mas é menos comum.
Em Portugal, onde devem ser cultivados em zonas de pleno sol, abrigadas dos ventos e sem geadas, tendem a perder as folhas no inverno, voltando a ter rebentos na primavera.
É uma planta de crescimento rápido, cuja longevidade costuma rondar os 12 anos, não dura muito. Os tamarilhos só devem ser transplantados para o seu local definitivo com cerca de um metro de altura.
Existem tamarilhos de diversas cores. Os mais comuns nos mercados europeus são os vermelhos e púrpura, que, apesar de serem mais ácidos, são preferidos. Os amarelos e os cor de laranja têm níveis de acidez um pouco mais baixos.
A colheita costuma efetuar-se em Portugal no outono e parte do inverno. Após a colheita, os frutos aguentam-se cerca de dez semanas, ou seja, é uma fruta com potencial para comercialização.
Manutenção
Antes da plantação, convém considerar que é uma planta que necessita de estar protegida dos ventos, pois o seu sistema de raízes é frágil e não permite que a planta aguente ventos fortes.
Este sistema de raízes superficial faz com que não se possa sachar em profundidade, logo a monda deve ser manual e feita cuidadosamente.
Pode ainda usar cobertura de aparas de madeira ou de palha, entre outras, poderá evitar o aparecimento de ervas indesejáveis e ajudar a manter a humidade.
Isto também é importante porque os tamarilhos são pouco resistentes à seca, necessitam de ser regados com frequência nos meses de menor precipitação. A falta de rega poderá levar à morte da planta ou à infestação de pragas.
A fertilização da planta deverá distribuir-se ao longo do ano, com foco na primavera e no verão. As podas estimulam a produção, a limpar os ramos mortos e a controlar a forma e a altura do arbusto.
Pragas e doenças
Tal como outras plantas do género Solanum, esta espécie é sensível a pragas, especialmente a mosca-branca e os afídeos. Devemos estar atentos, para podermos combatê-las logo desde o início e evitarmos grandes infestações descontroladas.
É uma planta que apanha com facilidade doenças que afetam o tomateiro, como o míldio, nemátodos ou vírus. Não se deve por isso plantá-lo junto de tomateiros, mas numa zona do jardim ou quintal mais afastada.
Existem vários métodos biológicos para controlo de pragas e vírus, que poderão ser utilizados no caso do tamarilho.
Propriedades e usos
Este é um fruto que apresenta boas características nutritivas aliadas a um baixo nível de calorias. É muito rico em vitaminas A e C e também em cálcio, magnésio e ferro.
O seu sabor inclina-se para o ácido, lembrando uma mistura entre o tomate e o maracujá-roxo.
Pode ser consumido cortado ao meio e retirando a polpa com uma colher ou adicionado a saladas. Também podem ser cozinhado, grelhado ou assado. Pode igualmente ser consumido sob a forma de sumo, compotas, doces e molhos.
Assim, o seu consumo ajuda a prevenir doenças cancerígenas, a controlar a tensão arterial, os níveis de colesterol, e outros benefícios para a saúde.
Tamarilho: já plantou esta árvore de fruto na sua horta?
O tamarilho, como vulgarmente é conhecido, teve origem na América do Sul, é também conhecido como tomate-de-árvore ou tomate-maracujá. Independentemente do nome que se dá a este fruto, é certo que a sua popularidade tem vindo a aumentar. Baixo em calorias e riquíssimo nutricionalmente, o tamarilho pode facilmente ocupar um espaço muito especial na sua horta.
Tamarilho: tudo o que deve saber sobre esta árvore de fruto
Os tamarilhos cujo nome científico é Solanum betaceum, consistem em pequenas árvores de fruto que não atingem mais de 5 metros de altura e que pertendem à família das solanáceas (tomateiros, batateiras, beringelas, physalis, entre outras). No que diz respeito às variedades destas árvores de fruto, existem variedades de de fruto amarelo e de fruto vermelho, que são as mais populares.
Esteticamente, frutos são parecidos com o tomate, caracterizando-se por terem forma oval e pontiaguda. O sabor dos tamarilhos também é marcante: agridoce. Pode consumi-los de diversas formas: em fresco, em sobremesas, sumos e compotas. Na ilha da Madeira, por exemplo, são utilizados na preparação da tão famosa bebida, a poncha.
Como obter esta planta?
Pode adquirir esta árvore de fruto num viveiro (já pronta a plantar) ou pode propagar este fruto por semente ou por estaca.
Caso opte pela sementeira, deve fazer o seguinte:
Remova as sementes do fruto, lave-as e colocando-as em vasos.
Misture um pouco de areia na sua terra ou compre um substrato adequado para este tipo de árvores. Caso opte pelo substrato, garanta que este esteja sempre húmido.
Depois de proceder à sementeira, coloque os vasos num local abrigado e com temperaturas amenas.
Caso opte pela multiplicação por estaca, deve fazê-la pela Primavera, enraizando os rebentos jovens, com cerca de 20-30cm de comprimento. Estes rebentos devem ser tratados de forma especial. Para induzir o seu enraizamento, coloque um pó ou gel de enraizamento, que pode ser comprado em qualquer loja da especialidade. Depois desta procedimento, deve manter as estacas em vasos com o mesmo tipo de substrato que escolher na operação anterior e colocá-las em local abrigado.
Como plantar tamarilho na sua horta ou pomar
Antes de plantar esta árvore de fruto na sua horta ou pomar, deve ter em atenção que estas plantas têm um crescimento muito rápido.
No entanto, estas árvores de fruto, devem apenas ser transferidas para o local definitivo quanto atingem cerca de 1 metro de altura, e por altura da Primavera.
Antes de plantar esta árvore de fruto, faça uma cova com cerca de 40-50cm de profundidade, podendo nesta altura incorporar o composto proveniente da compostagem, caso esta situação se aplique.
Depois de colocar a planta na cova, tape-a, regando o solo logo de seguida. Um boa ideia que pode adotar será colocar folhas secas em redor da planta, auxiliando desta forma a proteger a planta, mantendo o solo húmido (que é essencial).
Cuidados essenciais que deve ter com esta árvore de fruto
Rega
Tente regar de forma frequente para garantir que o solo fica sempre húmido, mas evite que este encharque! Por altura da Primavera, faça uma poda para eliminar ramos secos e doentes e promover o crescimento de ramos laterais ( evitando que a árvore cresça em demasia).
Colheita
A altura ótima para colher estes frutos na sua horta ou pomar é entre os meses de Novembro e Março. Quantos estes frutos apresentam uma cor uniforme e um pouco moles ao toque, estão no ponto!
Os benefícios do tamarillo
O Tamarillo possui possui propriedades que ajudam no tratamento e no combate de várias doenças no corpo. O Tamarillo também contém uma variedade de benefícios que ajudam em diversos problemas de saúde. Consuma essa fruta regularmente para aproveitar seus benefícios.
O Tamarillo cresce em arbustos ou árvores pequenas. Tamarillo é normalmente conhecido como tomates de árvore, devido à sua cor Laranja, Amarelo e Vermelho. São cerca de 2 a 4 polegadas de comprimento e têm um sabor acetoso. O Tamarillo é rico em ferro e vitaminas e tem pouca quantidade de calorias. Tamarillo contém vitamina A que é essencial para uma visão saudável, pele, ossos e outros tecidos no corpo. A vitamina A também funciona como antioxidante que resiste ao dano celular e tem vários outros benefícios também. Tamarillo contém Beta-Caroteno, que também é conhecido como pró-Vitamina A.
Então, confira os benefícios do tamarillo :
Para Melhorar o Sistema Imunológico: Tamarillo contém grandes quantidades de vitamina C. A vitamina C pode prevenir deficiências do sistema imunológico, doenças cardiovasculares e doenças oculares. A vitamina C também é recomendada para prevenção de problemas de saúde pré-natal e para uma pele saudável.
Antioxidantes: A vitamina E é importante por suas propriedades antioxidantes. Os antioxidantes removem os compostos instáveis, evitando danos celulares. A vitamina E também reduz o colesterol e previne o câncer.
Auxilio do Metabolismo: Tamarillo é uma fonte média de vitamina B e complexo B. Essas vitaminas regem o metabolismo corporal que converte os alimentos em nutrientes requeridos pelos tecidos e órgãos. Com a quantidade adequada de alimentos e vitaminas B, você permanecerá energizado.
Para Reduzir o Peso: Para aqueles conscientes sobre seu peso, ou aqueles que querem perder algum peso, o Tamarillo serve de grande ajuda para reduzir o peso de modo eficiente e saudável.
A pastinaca, também conhecida como pastinaga, cherovia ou cherivia, é uma planta cujas raízes são consumidas geralmente cozidas, fritas ou assadas, embora também possam ser consumidas cruas. Na maioria das cultivares as raízes se parecem com cenouras brancas, embora existam algumas cultivares cujas raízes têm uma forma mais arredondada.
Muito cultivada na Europa em tempos antigos, seu cultivo perdeu importância com a introdução do cultivo da batata. Também foi utilizada como fonte de açúcar na Europa antes do cultivo da beterraba e da cana-de-açúcar.
Plantas de pastinaca
A pastinaca é cultivada principalmente em regiões de clima temperado, pois baixas temperaturas aumentam o teor de açúcar das raízes
Clima
A pastinaca é apropriada para cultivo em regiões onde faz frio no inverno, pois baixas temperaturas podem aprimorar o sabor das raízes, deixando-as mais doces. No entanto, pode ser cultivada em regiões de clima subtropical nos meses de clima ameno.
Luminosidade
A pastinaca é melhor cultivada em lugares ensolarados, mas pode tolerar sombra parcial com boa luminosidade.
Solo
Cultive em solo bem drenado, leve, profundo, sem pedras e outros detritos, fértil e rico em matéria orgânica. Não é necessário que o solo seja rico em nitrogênio.
Irrigação
Irrigue de forma a manter o solo sempre úmido, sem que fique encharcado.
Muda de pastinaca ou cherovia
Muda de pastinaca
Plantio
O plantio da pastinaca em regiões de clima temperado é feito na primavera, tão cedo quanto as condições climáticas permitam. Em regiões mais quentes que têm um inverno ameno, o plantio pode ser feito no início do outono.
O plantio é feito por sementes, que preferencialmente devem ser semeadas no local definitivo, pois as mudas não toleram bem o transplante. Se semeadas em sementeiras, o transplante deve ser feito tão cedo quando possível, com cuidado para não prejudicar a raiz da muda. As sementes devem ficar a aproximadamente 1,5 cm de profundidade.
O espaçamento recomendado é de 30 cm entre as linhas de plantio, com 15 cm entre as plantas para obter raízes de maior tamanho, ou 7 cm para obter raízes de tamanho menor.
Tratos culturais
Retire plantas invasoras que estejam concorrendo por recursos e nutrientes.
A seiva da pastinaca pode provocar fitofotodermatite na pele, assim as pessoas que vão manusear as plantas devem usar proteção adequada para evitar o contato da pele com a seiva da planta.
Pastinacas ou cherovias
A folhagem da pastinaca deve ser manuseada com luvas e outras vestimentas de proteção, pois a seiva pode provocar graves lesões na pele, especialmente em dias ensolarados
Colheita
A colheita da pastinaca em regiões de clima frio é geralmente realizada no outono ou inverno, preferencialmente após um período de baixas temperaturas e da ocorrência de geadas (baixas temperaturas promovem a conversão de amido em açúcar). Em outras regiões, a colheita pode ser feita de 120 a 180 dias após o plantio, dependendo da cultivar.
As raízes podem ser deixadas no solo e colhidas conforme a necessidade até o início da primavera. Em regiões onde o inverno é muito rigoroso, uma camada de palha ou serragem pode ser colocada sobre o solo para evitar que este congele, o que dificultaria a retirada das raízes do solo.
A pastinaca é uma planta bianual, produzindo flores e sementes no segundo ano. As raízes, entretanto, tornam-se lenhosas no segundo ano, e assim devem ser colhidas antes que a planta volte a brotar.
O hissopo é uma planta que pode atingir de 20 cm a 1 m de altura, com flores que podem ser de cor violeta, rosa ou branca. Bastante apreciada como planta ornamental em jardins, sendo que suas flores atraem abelhas e borboletas, é também uma planta cultivada para fins medicinais e para o uso de suas folhas e flores como tempero. Seu sabor é forte e algo amargo, apresentando um intenso e agradável aroma de menta, o que faz com que suas folhas sejam usadas apenas em pequenas quantidades em saladas ou como tempero para outros pratos. Alguns apicultores também cultivam a planta para alimentar suas abelhas, que assim produzem um mel aromático de sabor distinto.
Hissopo
O hissopo cresce melhor em clima subtropical, mas suporta bem baixas temperaturas
O hissopo cresce melhor em clima subtropical quente, mas também suporta temperaturas baixas.
Luminosidade
Deve receber luz solar direta pelo menos por algumas horas diariamente.
Flores do hissopo de cor violeta
As flores do hissopo atraem insetos como abelhas e borboletas
Cultive preferencialmente em solo leve e bem drenado, fértil e com pH entre 5 e 7,5, mas o hissopo pode ser cultivado praticamente em qualquer tipo de solo que apresente uma boa drenagem.
Irrigação
Irrigue de forma a manter o solo sempre úmido nos primeiros meses, mas sem que fique encharcado. Plantas bem desenvolvidas toleram curtos períodos de seca e podem ser irrigadas mais esporadicamente. O excesso de água no solo prejudica estas plantas.
Flores do hissopo de cor rosa
As flores do hissopo geralmente são de um violeta azulado, mas há variedades de cor rosa e branca
Plantio
O hissopo pode ser propagado por sementes, estaquia ou divisão de plantas bem desenvolvidas.
Semeie no local definitivo ou em sementeiras e outros recipientes, e transplante as mudas quando estiverem grandes o bastante para serem manuseadas. As sementes levam uma ou duas semanas para germinarem.
Plantas bem desenvolvidas também podem ser divididas, ou ramos com 5 a 10 cm podem ser parcialmente enterrados em vasos mantidos úmidos para que ocorra o enraizamento.
O espaçamento entre as plantas pode ser de 30 a 60 cm. Esta planta também pode ser cultivada facilmente em vasos grandes.
Tratos culturais
Retire plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes.
A cada três ou quatro anos as plantas precisam ser renovadas, pois vão se tornando lenhosas e passam a ser menos produtivas.
Hissopo florido
As folhas do hissopo são mais aromáticas quando ocorre a floração
Colheita
Em plantações domésticas, as folhas podem ser colhidas quando necessário a partir de dois ou três meses após o plantio. Em plantações comerciais, cujo objetivo é a extração do óleo essencial, a colheita é realizada normalmente apenas a partir do segundo ano, quando ocorre a floração, embora também seja possível fazer uma pequena colheita no primeiro ano.
As folhas são mais aromáticas quando ocorre a floração, e as flores também podem ser colhidas e consumidas.
Propiedades
O hissopo (Hyssopus officinalis) é uma planta pouco cultivada em Portugal, e por isso, pouco conhecida também. Dizem que quando Cristo foi descido da cruz, o pano usado para limpar o seu rosto, estava embebido em água de hissopo, por causa das suas propriedades cicatrizantes.
Em infusão pode funcionar como expectorante, estimulante e carminativo. Gosta de solos secos e boa exposição solar. É muito utilizada na indústria de salsicharia alemã, por ser uma excelente planta condimentar.
Na horta biológica é muito eficiente a repelir mosca branca e borboleta da couve, atraindo no entanto vários insectos auxiliares com as suas maravilhosas espigas de flores de um azul intenso.
A oca é uma planta que tem folhas semelhantes as folhas do trevo e que produz tubérculos comestíveis que variam bastante na coloração externa, no tamanho, no sabor e na textura, conforme a variedade.
As numerosas variedades cultivadas são divididas essencialmente em dois tipos de tubérculos, os ácidos e os doces. As ocas ácidas contêm uma grande concentração de ácido oxálico, e embora possam ser consumidas cruas ou cozidas em quantidades moderadas, são normalmente processadas até que os tubérculos se tornam completamente desidratados. Já as ocas do tipo doce contêm uma baixa concentração de ácido oxálico e são normalmente consumidas cozidas, fritos ou até mesmo cruas, podendo ser utilizados em diversos tipos de receitas culinárias.
Planta cultivada nos Andes por muitos séculos, a oca geralmente atinge de 20 a 30 cm de altura e os tubérculos podem ser brancos, amarelos, alaranjados, rosados, vermelhos ou roxos. Suas folhas e flores, tal como as folhas de outras plantas do gênero Oxalis, também podem ser consumidas cruas ou cozidas, desde que em quantidades moderadas.
A oca tem folhas parecidas com as folhas do trevo
Clima
Esta é uma planta que cresce melhor em clima ameno. Embora possa sobreviver a baixas temperaturas e geadas, estas condições geralmente matam a parte aérea da planta, que rebrota dos rizomas ou tubérculos quando a temperatura volta a subir. Por outro lado, normalmente não cresce bem com temperaturas acima de 28°C, especialmente se as noites também são quentes.
Luminosidade
Cultive com luz solar direta ou, em regiões mais quentes, em sombra parcial com boa luminosidade.
A variedade de oca deve ser escolhida de acordo com a latitude da região, pois muitas variedades tradicionalmente cultivadas nos Andes são sensíveis ao fotoperíodo da região, ou seja, ao número de horas de luz do dia, requerendo dias com menos de 12 horas de luz para iniciar a formação dos tubérculos. No entanto, há variedades cultivadas que são neutras com relação ao fotoperíodo.
Solo
A oca é bastante tolerante quanto ao solo, mas produz melhor em solos leves, bem drenados, férteis e ricos em matéria orgânica.
Irrigação
Irrigue de forma a manter o solo sempre úmido, mas sem que permaneça encharcado.
A oca precisa de clima ameno para crescer bem
Plantio
A oca é geralmente propagada através dos tubérculos, mas algumas vezes também são utilizados os estolões ou estolhos da planta. É incomum a utilização de sementes, pois são difíceis de obter e têm uma baixa taxa de germinação.
Os tubérculos grandes podem ser cortados em pedaços que contenham pelo menos duas ou três gemas (“olhos”). Os pedaços devem ficar ao sol por alguns dias para que os cortes sequem antes do plantio. Contudo, normalmente são plantados os tubérculos menores inteiros, que são menos adequados para o consumo.
Os tubérculos que serão plantados devem ser escolhidos entre as plantas mais produtivas e saudáveis de uma plantação, e no plantio podem ser enterrados horizontalmente a uma profundidade de aproximadamente 5 cm no solo. O espaçamento entre as linhas de plantio pode ser de 60 a 90 cm, com 40 a 50 cm entre plantas. Com o menor espaçamento, as plantas podem fechar completamente a área do solo, não permitindo a movimentação de pessoas entre as linhas de plantio.
Tratos culturais
Retire as plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes, especialmente no início do cultivo.
Amontoe terra sobre os estolões ou estolhos (“caules rastejantes”) frequentemente. Quanto mais estolões forem enterrados, maior será a produção de tubérculos.
Os cultivares de oca têm tubérculos que variam bastante na coloração
Colheita
A colheita dos tubérculos ocorre de 6 a 9 meses após o plantio, dependendo da variedade cultivada e das condições de cultivo, sendo feita quando a folhagem amarelar e secar. Os tubérculos precisam ser retirados da terra com certo cuidado, pois podem ser danificados com facilidade. Nos Andes, os tubérculos das variedades doces ficam expostos ao sol durante o dia e a baixas temperaturas durante a noite por vários dias, adquirindo assim um sabor mais adocicado. As variedades ácidas passam por um processo de secagem antes de serem utilizadas.
As folhas e flores podem ser colhidas para consumo quando necessário, desde que as plantas estejam bem desenvolvidas. Pessoas com problemas renais ou artrite devem evitar o consumo das folhas de oca.
A bucha, também conhecida como esponja-vegetal, bucha-dos-paulistas e lufa, é uma vigorosa trepadeira herbácea nativa do sul e sudeste da Ásia. Seus frutos maduros, quando completamente secos, são muito utilizados como esponja. Os frutos imaturos podem ser consumidos de diversas formas, podendo ser preparados das mesmas maneiras que as abobrinhas, ou até mesmo consumido cru em saladas quando bem jovens. Folhas e pontas de ramos também podem ser consumidas cozidas ou refogadas. As flores podem ser preparadas e consumidas como as flores das abóboras. As sementes podem ser consumidas torradas e salgadas.
Há variedades cultivadas de bucha com frutos cilíndricos que variam de cerca de 30 cm de comprimento a mais de 1,5 m (as buchas-de-metro). As variedades cultivadas com frutos menores são geralmente as mais apreciadas como alimento. Algumas cultivares podem ser muito amargas, sendo estas inadequadas para o consumo, mas as cultivares mais comuns normalmente têm frutos comestíveis quanto imaturos. Os frutos maduros são fibrosos e impalatáveis. Os frutos e outras partes da planta também são usados para fins medicinais.
Em hidroponia, a esponja obtida do fruto da bucha pode ser utilizada como matriz de suporte para as plantas que serão cultivadas.
Há outras espécies no gênero Luffa que fornecem esponjas vegetais, mas a espécie Luffa aegyptiaca é a que apresenta variedades cultivadas que produzem esponjas de melhor qualidade e é a espécie mais cultivada no mundo para este fim.
Plantação de bucha ou esponja vegetal
Clima
A bucha ou esponja-vegetal pode ser cultivada em regiões tropicais ou subtropicais. O ideal é um clima quente e úmido, mas pode ser cultivada em temperaturas acima de 16°C. Cultivares precoces podem ser cultivadas em regiões que têm um inverno frio, nos meses mais quentes do ano (são necessários pelo menos 5 meses de clima quente para ser possível colher alguns frutos). Em regiões de clima quente e úmido, pode ser cultivada o ano todo.
Luminosidade
Esta planta necessita de alta luminosidade, com luz solar direta pelo menos algumas horas por dia.
Muda de bucha ou esponja vegetal
Solo
A bucha cresce bem em solo fértil, bem drenado, rico em matéria orgânica e com pH entre 6,0 e 7,5.
Irrigação
Irrigue de forma a manter o solo sempre úmido, mas sem que permaneça encharcado.
Muda de bucha ou esponja vegetal, com folhas cotiledonares e uma folha verdadeira
Plantio
A bucha ou esponja-vegetal é propagada através de sementes. Semeie no local definitivo ou em pequenos vasos, copos feitos de papel jornal, em saquinhos apropriados para mudas ou outros recipientes, e transplante as mudas de bucha quando estas têm de 3 a 6 folhas verdadeiras.
No local definitivo são abertas covas que podem variam de 25 a 50 cm de diâmetro, adubando o solo retirado conforme a necessidade e voltando a adicioná-lo a cova. Duas a cinco sementes são semeadas por cova, a 2 ou 3 cm de profundidade, retirando-se as mudas mais fracas quando estas estão com cerca de 10 cm de altura, de forma que restem apenas uma ou duas plantas por cova.
O espaçamento varia com a variedade cultivada e as condições de cultivo, normalmente variando de 2 x 2 m a 5 x 5 m.
Racemo com flores masculinas da bucha
Tratos culturais
A bucha precisa de suportes onde possa se agarrar e crescer. Estes suportes podem ser caramanchões, espaldeiras, cercas, ou ainda muros e paredes, desde que estes tenham algo onde as gavinhas possam se prender. Os suportes precisam ser robustos para aguentar o peso das ramas e dos frutos.
Retire as plantas invasoras que estejam concorrendo por nutrientes e recursos, especialmente nos primeiros dois meses, quando a bucha cresce de forma relativamente lenta.
A presença de insetos polinizadores, principalmente abelhas, é necessária para a polinização das flores e a formação dos frutos. A planta normalmente apresenta flores masculinas em racemos e flores femininas solitárias, que apresentam um ovário inferior (uma "buchinha") que se desenvolverá no fruto se a flor for polinizada. Se não houver insetos polinizadores na área, a polinização manual pode ser feita com a ajuda de um pequeno pincel de cerdas macias. Alternativamente, pode-se colher e usar as próprias flores masculinas para polinizar as flores femininas.
Fruto no início do crescimento
Colheita
A colheita geralmente começa a partir de quatro meses após o plantio, podendo levar mais de seis meses para começar, dependendo se os frutos serão colhidos para o consumo ou para uso como esponja vegetal, as condições de cultivo e a variedade cultivada.
Para o seu consumo como alimento, os frutos devem ser colhidos imaturos, ainda jovens, antes que os feixes vasculares do fruto comecem a ficar mais rígidos. Frutos quase maduros são muito fibrosos.
Bucha: Fruto maduro
À primeira vista, a bucha vegetal mais parece um chuchu superdesenvolvido. A confusão é justa porque as duas plantas pertencem à mesma família e são mesmo muito semelhantes. Mas 120 produtores rurais do município de Bonfim, cidade a 80 quilômetros de Belo Horizonte, sabem distinguir direitinho uma espécie da outra. A cidade, que carrega o título de capital brasileira da bucha vegetal, tem o hábito de cultivar a planta desde a década de 1950. Mas essa fama, porém, quase foi para o ralo. Também, mal-e-mal se ganhava dinheiro com a cultura por causa de atravessadores. Além disso, a falta de organização atrapalhava e o desestímulo era geral. Para colocar ordem no setor, o Sebrae fez um diagnóstico da produção e iniciou, em 2003, um projeto em parceria com a prefeitura local para recuperar o cultivo da bucha. O resultado já está indo parar no bolso do produtor. Antes, a dúzia era vendida a 14 reais para atravessadores, que a revendiam a 25 reais no mercado. Hoje, com o fortalecimento da Associação Mineira dos Produtores de Bucha Vegetal, os 25 reais que os intermediários recebiam passaram direto para as mãos do agricultor. Com isso, a produção cresceu na "capital". Dados da Emater-MG mostram que são aproximadamente 80 hectares plantados e 100 mil dúzias de bucha produzidas por ano. ObstáculosBucha vegetal, assim como o chuchu, é uma trepadeira que pode ser plantada em caramanchõesO produtor Ivair Pereira do Carmo contribui para estes números. Por causa das chuvas, teve uma safra ruim neste ano. Colheu dez mil dúzias de bucha dos seis mil pés que cultiva. "Há três anos, consegui 15 mil dúzias", compara. A vontade de expandir a produção é grande, mas Ivair esbarra em um problema muito comum nesta cultura: a falta de mão-de-obra. Como a colheita precisa ser manual, ele nem sempre tem gente disponível. Segundo Márcia Machado, técnica do Sebrae-MG, existe uma demanda da indústria automobilística em substituir a espuma dos bancos de carro por bucha, mas os produtores não têm como atender aos pedidos justamente por causa da falta de empregados. Outra dificuldade é ter acesso a crédito. Há cinco anos, quando começou a plantar bucha, Ivair teve que se desfazer de alguns bens. Mas não se arrepende. "É uma planta excelente". A produção de seus 12 hectares vai toda para Belo Horizonte, onde é beneficiada por familiares e vendida para a Ceasa e supermercados. CultivoDepois de colhidos, os frutos são descascados, lavados e batidos para retirar a mucilagem. Em seguida, são colocados em varais para secarUtilizada na fabricação de esponjas para banhos, filtros e até utensílios de cozinha, a bucha é uma planta tropical que exige condições especiais de cultivo. Não tolera geada e requer bastante luz. O solo deve ser bem drenado, de preferência areno-argiloso, com pH em torno de 6,0. A melhor época de plantio é no começo da estação chuvosa. A bucha-de-metro é colhida aos seis meses de vida. A colheita pode durar aproximadamente quatro meses. O rendimento médio de uma plantação é de oito a 12 buchas por cova ou cerca de oito mil unidades por hectare, com espaçamento de 3 x 3 metros. CaracterísticasFrutos podem chegar a 1,6 metro de comprimento Nome científico: Luffa cylindricaNomes populares: É mais conhecida por bucha-de-metro, pois seus frutos podem chegar a 1,6 metro de comprimento. Além dessa espécie, outras duas são bastante encontradas no Brasil. A bucha-chuchu ou bucha-fedorenta (Luffa acutangula) é usada pelo setor automotivo na confecção de estofamentos nos carros. Já o suco da polpa da buchinha ou abobrinha-do-norte (Luffa operculata) pode ser usado como vermífugo. Classificação: A bucha pertence ao gênero Luffa, que é formado por sete espécies. Todas elas fazem parte da família das Cucurbitáceas, a mesma da abóbora, melancia, melão, pepino e chuchu. Distribuição: Originária da Ásia, a bucha foi trazida para cá pelas mãos dos portugueses durante a colonização. Hoje, o cultivo no Brasil atinge desde as regiões Norte e Nordeste e também São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso. Embora não haja dados oficiais sobre plantações comerciais no país, a cidade de Bonfim, MG, é considerada a capital da bucha natural, com produção anual de 100 mil dúzias. Descrição: Planta herbácea e trepadeira, apresenta frutos esponjosos, fibrosos e alongados, cujo tamanho varia entre 40 centímetros a 1,6 metro de comprimento. O florescimento é muito parecido com o do chuchu. A mesma planta possui flores masculinas e femininas. A diferença, porém, está na cor. Enquanto as flores do chuchu apresentam um tom verde-claro, as da bucha têm um amarelo intenso. As folhas são grandes e as sementes negras e lisas.