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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Cultura do Aspargos (Asparagus officinalis, L)



Aspargo 

Uma vez plantado, o aspargo leva aproximadamente quatro anos para se tornar estável. Ele se desenvolve melhor em solos ricos e sob sol direto. As plantas podem durar muitos anos e um bom terraço de aspargos é praticamente um tesouro. As lanças de plantas estabelecidas são colhidas na primavera, quando possuem menos de 30 cm de altura. Pelo menos metade das lanças são deixadas crescer em caules folhosos com aparência de samambaias com aproximadamente 1,20 m de altura para alimentar as plantas e mantê-las saudáveis.
  • Cubra os aspargos toda primavera com vários centímetros de composto ou estrume de gado tratado. O aspargo, um comedor voraz, utilizará todos os nutrientes que possa colocar suas raízes e crescerá ainda mais para isto. Cobrindo na primavera, você poderá adubar, ajudar a manter o solo úmido e reduzir o crescimento de ervas daninhas tudo com um só esforço. Os galhos que saírem dessa cobertura crescerão especialmente fortes e suculentos. 
  • O aspargo desenvolve-se melhor em solos ricos e sob sol direto
  • Faça lanças brancas especiais de aspargos com uma cesta. Este vegetal europeu de connoisseurs é muito simples de cultivar em casa. Quando as lanças emergirem na primavera, cubra-as com um balde, cesta ou um monte de terra que exclua toda a luz. Colha quando as lanças atingirem 20 a 25 cm de altura e antes que as folhas da samambaia comecem a emergir.

O gênero Aspargus tem mais de uma centena de espécies espalhadas pelo mundo, nas regiões temperadas e tropicais, todas elas perenes e em geral, cultivadas para fins ornamentais.
O aspargo utilizado como hortaliça, classificado botanicamente como Asparagus officinalis, L., originário da Europa, onde tem sido cultivado há mais de 2.000 anos, tanto para fins alimentares, como medicinais. Ë planta dióica, isto é, existem plantas masculinas e plantas femininas. As flores das plantas femininas recebem o pólem das flores das plantas masculinas, por meio de insetos. O fruto é uma baga, carnosa e vermelha, quando maduro. Cada baga contém três a quatro sementes, angulosas e pretas.
As raízes são numerosas, carnosas, desenvolvem-se horizontalmente e constituem órgãos de reserva de alimentos. Nascem do rizoma e a esse conjunto dá-se o nome de “garra” ou “aranha”. As raízes novas, que se formam anualmente, nascem acima das velhas, que morrem quando as mais novas estão bem desenvolvidas.
A “garra” ou “aranha”, com um a dois anos de idade é a muda do aspargo.
A parte aérea que nasce de botões existentes no rizoma, é constituída por várias hastes com pequeninas folhas.
Numa plantação, os primeiros brotos ou “turiões” da parte aérea são utilizados como alimento; os demais devem ser deixados para crescer e formar novas reservas nas raízes.
As hortaliças, em geral, são plantas de rápido crescimento, produzindo em poucos meses com exceção do aspargo, que demora cerca de três anos para iniciar a colheita, a contar da data da sementeira.
Esse período poderia ser reduzido para dois anos, se existissem à venda mudas ou “garras” de boas variedades, de um ano. Como isso, o lavrador precisa, quase sempre, fazer sua própria sementeira.
Deve ser considerado, entretanto, que o aspargo é planta perene, o que não acontece com as outras hortaliças.
O período de tempo de produtividade de um aspargo depende de muitos fatores, como sejam:
  • Variedade
  • Condições de solo
  • De clima
  • Adubação
  • Tratos culturais
Tal período pode variar de seis a quinze anos. É geralmente menor nos solos de fraca fertilidade, e maior nos solos mais pesados e ricos. O encharcamento do solo reduz o período de produtividade.
Após o término da cultura do aspargo, deve-se proceder ao arrancamento das plantas, por meio de sulcadores. Muitas raízes permanecerão ainda vivas; várias arações facilitarão a sua morte.
Não plantar aspargo novamente no mesmo local, pois isso conduzirá à redução apreciável na produtividade.
Deve-se fazer rotação de cultura plantando-se, após o aspargo, cereais, adubos verdes ou outras hortaliças.
Voltar com aspargo somente depois de sete a Oito anos.
O cultivo do aspargo é objeto de importante atividade agrícola em muitos países de clima temperado. No Brasil, é pouco cultivado, devido às suas exigências em relação a clima, solo, colheita, conservação e tratos culturais.
Os estados sulinos são os que se prestam a essa cultura, situando-se as maiores plantações no Rio Grande do Sul.
Em São Paulo, apresentam melhores condições para o cultivo do aspargo as regiões mais frescas, como Campos do Jordão, São Roque, Vargem Grande, Piedade, São Miguel Arcanjo, Capão Bonito, a Capital e vizinhanças, Águas da Prata, Socorro, etc., desde que se faça a correção da acidez do solo, quando necessário, a adubação completa, além de outros tratos culturais.
O aspargo é planta dióica, isto é, apresenta plantas masculinas produzem flores estamidas e plantas femininas, que somente produzem flores pistiladas e são as que dão frutos.
Quando se faz a sementeira de aspargo, a probabilidade de uma planta masculina ou feminina é a mesma, ou seja, 1:1. É fato confirmado que as plantas masculinas produzem maior número de turriões do que as femininas, especialmente no início da colheita. Também na produção total, em peso, as plantas masculinas superam em ce de 20% as femininas, mas estas formam turriões mais grossos. Estudos efetuados nos Estados Unidos, concluem que, economicamente, não é vantajoso eliminar as plantas femininas que constituem, praticamente, metade das plantas obtidas na sementeira.

Variedades


Existem poucas variedades de aspargo que se assemelham pelo aspecto da planta. Por possuírem as plantas sexo separado, é comum o cruzamento, dando origem à mistura de linhagens.
Algumas linhagens e variedades distinguem-se pela produtividade e resistência à “ferrugem”, moléstia de fungo que ataca as hastes e folhas do aspargo.
Assim, a variedade Mary Washington, obtida pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, a mais cultivada na Califórnia, é resistente à ferrugem. Em outras regiões daquele país, é cultivada a variedade Martha Washington, entre outras.
Entre nós, as variedades mais conhecidas são: Giant Washington; washington; Palmetto; Marta Washington e Mary Washington, todas resistente à ferrugem.

Plantio


Produção de sementes

O aspargo é multiplicado por meio de suas sementes e, para que haja produção delas, é necessário que existam plantas femininas e masculinas sendo estas as polinizadoras.
A colheita dos frutos maduros, no Estado São Paulo, é feita desde princípios de dezembro até fins de maio, especialmente de dezembro a março. A quantidade de sementes produzida por planta é variável de acordo com clima, idade da planta, variedade, sol adubação e tratos culturais.
Os frutos de aspargo devem ser colhidos bem maduros, quando apresentam coloração vermelho-escuro. As sementes, geralmente três a quatro por fruto, são facilmente retiradas, espremendo-se levemente em uma peneira. Em seguida, devem ser lavadas em água corrente e seca à sombra.
Elas são pretas e sua secção transversal é triangular. Em condições de ambiente fresco e ventilado, o poder germinativo de semente recém-colhida, viável, é conservado acima de 95% nos primeiros meses após a colheita. Um ano mais tarde, decresce para cerca de 85%. Nas sementes com dois anos de idade, a germinação atinge de 60 a 70% e, com três anos, o poder germinativo, geralmente, é menor do que 40%. O poder germinativo foi determinado em germinador à temperatura ambiente.
Para renovar a cultura, deve-se adquirir sementes de boa procedência e selecionar as plantas que irão produzir sementes para uso no futuro, desde o canteiro de semeadura. Para isso, deve-se marcar, no canteiro, as plantas com ramos mais altos, pois há estreita relação entre esse maior desenvolvimento e a boa formação, bem fechada, da ponta do turião. Quando a planta estiver com três a cinco anos, deve ser julgada pelo desenvolvimento da “coroa”, ou seja, a área em que se formam as hastes. A planta com maior coroa é a que produz turriões em maior número. Outra indicação da melhor planta é obtida pelo número e pelo tamanho das hastes. Escolhem-se aquelas que apresentam maior número e maiores hastes. Prefiram ainda, aquelas cuja haste seja lisa, com a secção transversal o mais próximo possível da circular.
Além desses fatores, cumpre ao lavrador não esquecer que, para produzir suas próprias sementes melhoradas, deve escolher plantas com aspecto saudável.

Semeadura

O terreno para a sementeira deve ser cavado até 0,30 m de profundidade. Construir depois canteiros com cerca de 0,10m de altura e 1,20m de largura. Espalhar sobre eles, por metro quadrado, 30 quilos de esterco curtido de curral ou composto, mais 1kg de adubo químico 10-10-10. Misturar esses adubos ao solo destorroado até ficar pulverizado.
A semeadura de aspargo é feita de setembro a novembro, a grande espaçamento, ou seja, em sulcos espaçados de 0,60 m, e no sentido da largura do canteiro. Nesses sulcos, são colocadas as sementes, separadas de 4 a 5cm, se possuem poder germinativo acima de 80%; e à profundidade de 3 a 4cm, conforme a terra mais ou menos consistente. Assim cada metro quadrado de canteiro comporta quase um grama de semente, que produzirá cerca de 20 mudas boas. Para um hectare, (10.000m2) com capacidade de 12.500 plantas, serão necessárias 625 gramas de sementes e, portanto, 625 m2 de canteiro.
É difícil desbastar o aspargo, bem como separar as mudas sem feri-las, quando as plantas estão muito próximas. Por isso é preciso conhecer previamente o poder germinativo das sementes, pois as plantas têm seu crescimento prejudicado quando ficam muito juntas no canteiro, além de dificultar o arrancamento e a separação das mudas.
As sementes devem proceder de empresas idôneas ou, então ser colhidas pelo próprio lavrador, como explicado no capítulo referente à colheita de sementes.
A germinação do aspargo é demorada, variando conforme a temperatura seja mais ou menos elevada. A 10ºC leva 53 dias para germinar, e a 25ºC, 10 dias. A germinação é boa entre as temperaturas de 15 a 30ºC; não germina de 5ºC abaixo, nem acima de 40ºC.
Logo após a semeadura, irrigar o canteiro e fazer uma pulverização com inseticida no solo. Cobrir, então, a terra, com capim seco e sem sementes, formando uma camada de três centímetros de altura. Quando não chover, regar de manhã e à tarde, até o início da germinação, espaçando-se, daí em diante, as regas que serão feitas à medida das necessidades. Ao começar a germinação, retirar todo o capim e fazer nova pulverização. Este inseticida, de utilidade para combater as pragas comuns nas sementeiras, é venenoso ao homem, devendo ser usado com precauções.
Cerca de 30 dias depois da germinação, faz-se o desbaste, deixando-se, de preferência, as plantas mais vigorosas, distanciadas uma das outras 7 a 8cm.
Rega-se e limpa-se capinado sem ferir as raízes, sempre que necessário.
Fazer irrigações a intervalos variáveis de acordo com o solo e as condições atmosféricas, lembrando que é preciso manter com bom grau de umidade a camada superficial do solo até a germinação e durante o período inicial do crescimento.
Nos Estados Unidos, recomendam o uso de herbicidas do pré-emergência, isto é, pulverizados sobre o mato alguns dias antes da germinação do aspargo.
Óleos leves ou “standart solvent”, entre outros, são usados como herbicidas.
O Varsol, da Standart Oil, solvente de uso caseiro, pode ser empregado em pulverizações sobre o mato até quatro a cinco dias antes do nascimento do aspargo e na quantidade de 40 a 80 cm3/m2.
A aproximação do inverno, quando as plantas começam a amarelar, cortam-se os talos à altura de cinco centímetros do solo, queimam-se esses restos e deixa-se, sem mais cuidados, que as plantas fiquem em repouso.

Plantio

O plantio de um adubo verde em outubro-novembro do ano precedente ao da plantação do aspargo, contribui para diminuir o mato e melhorar o solo em matéria orgânica e na sua constituição física e biológica. Entre as leguminosas-adubos verdes, recomendam-se Mucuna preta, Crotalária paulina, Crotalária juncea e feijão de porco, que serão enterrados quando florescerem, ainda tenros. Antes de marcar o terreno para a abertura das valetas de plantação efetuam-se duas a três arações espaçadas 15 a 20 dias, gradeando-se após cada aração.
Quando a irrigação é feita por infiltração, há necessidade de marcar as linhas de plantio, com leve declive, variando de 0,15 a 0,30%. O maior declive será usado em solos mais soltos, e o menor, naqueles mais firmes.
O espaçamento entre as valetas de plantação depende do tipo de turião que se vai colher, isto é, branco ou verde. Se for branco, o mais comum em nosso meio, a distância entre as valetas deve ser suficiente para que haja terra necessária para formar as leiras, sem ser preciso cavar fundo entre eles, o que ocasiona o corte e ferimento das raízes, Os melhores espaçamentos estão entre 1,90 e 2,10m.
Quando só turriões verdes são colhidos, a distância pode ser reduzida para a metade, pois não se faz leiras, observando que não existem dados que indiquem o melhor espaçamento entre valetas.
O espaçamento entre as plantas na valeta deve ser de 0,40 m; a profundidade da valeta de plantação, de 0,30 a 0,40 m; e a largura de 0,40 m; maior profundidade, em terra mais solta. Nunca plantar no subsolo.
Para a abertura da valeta, um sulco prévio feito com sulcador facilitará bastante essa operação. Ao completar manualmente a abertura da valeta, colocar terra do solo de um lado da valeta e a do subsolo do outro. Utilizar a terra do solo para misturá-la aos adubos e para a cobertura das mudas após a plantação.
Como o aspargo é planta pouco tolerante à acidez do solo e os nossos solos são geralmente ácidos, deve ser feita sua análise química, determinando-se o pH, a fim de se calcular a quantidade necessária de calcário a ser incorporado ao solo.

Clima e Solo


Para que haja boa produção, o solo deve ser fértil, profundo, com boa capacidade de retenção de umidade, sílco-argiloso e friável para que os turriões não se entortem ao atravessá-lo. Os terrenos sujeitos a encharcamento são inteiramente contra-indicados para essa cultura. As colheitas mais precoces são obtidas nos solos que se aquecem depressa pela ação dos raios solares.
O aspargo é planta ligeiramente tolerante à acidez do solo e são desejáveis, para seu melhor crescimento e produção, aqueles cujo pH varia de 6.0 a 6.8.
Nativo de regiões temperadas, só se adapta nas zonas onde prevalecem temperaturas baixas durante um período do ano, quando a planta entra em dormência. Após esse repouso, faz-se a colheita dos turriões.
Durante a vegetação imediatamente posterior à colheita dos turriões, a planta armazena, na raiz, reservas alimentares que influirão na produtividade dos anos seguintes. Sem tais períodos, a planta não se desenvolve devidamente, e os turriões se tornam menos vigorosos e mais finos, cada ano. São recomendáveis regiões com temperaturas médias de 15,5 a 24ºC, durante a época de vegetação, e um período frio para dormência no inverno.
Essa planta não deve ser cultivada onde as condições de clima sejam propícias à vegetação o ano todo, porque as reservas alimentares não se acumulam e são gastas na produção de novas hastes.

Tratos culturais


Adubação

Como o aspargo é planta pouco tolerante à acidez do solo e os nossos solos são geralmente ácidos, deve ser feita sua análise química, determinando-se o pH, a fim de se calcular a quantidade necessária de calcário a ser incorporado ao solo.
A distribuição do calcário deve ser feita a lanço e pelo menos três meses antes da abertura das valetas.
Para se formular a adubação da valeta há necessidade de preencher um questionário fornecendo o histórico do solo e o resultado da análise de amostra de terra bem coletada.
De modo geral, para terras de media fertilidade, fazer a seguinte adubação por metro linear: 40kg de esterco curtido de curral e 200gramas de adubo químico 10-10-10. Colocar no fundo da valeta uma camada de cerca de 1Ocm de solo que recebeu calagem, apos mistura-se os adubos acima indicados de 10 a 15 dias antes do plantio das mudas ou garras.
O esterco curtido de curral poderá ser substituído por curtido de boa qualidade, em idêntica quantidade, pela torta de mamona previamente fermentada ou então aplicada com um mês de antecedência de plantação, a fim de ter tempo de se decompor, e em quantidade equivalente a um décimo do peso recomendado para o esterco. Poderá, ainda, ser substituído pelo esterco de galinha fermentado, dose correspondente a um terço ou, mesmo, um quarto, para o esterco de curral dependendo da sua pureza.
Anualmente, após a colheita, incorporar ao solo, por m2, 5kg de esterco curtido de curral ou composto “curtido”.
Para melhorar o solo, semear, anualmente em meados de abril fileiras de ervilhaca entre as valetas com aspargo; espaçadas de entre fileiras, e a 0,20m entre plantas na fileira. Cortá-la e enterra-la superficialmente, três meses após a semeadura, quando está em florescimento.
A ervilhaca - Lathyrus sativus, L. é leguminosa adubo verde de inverno, que não prejudica o aspargo porque vegeta quando ele está entrando em dormência. Para multiplicar a ervilhaca, semeá-la em outro local, no espaçamento de 0,60 x 0,40m, deixando duas plantas por cova. Em terra de boa qualidade, pode ser esperada a produção media de 130 gramas de sementes/m2. Cada 100 gramas de ervilhaca contém, em média, 650 sementes.

Cuidado com as mudas

As mudas ou “garras” de um ano são as melhores para a plantação. Se arrancamento é feito cuidadosamente, para não ferir em demasia as raízes, por meio de enxadões; pode-se passar um sulcador no meio das fileiras, para facilitar o arrancamento.
A distribuição do calcário deve ser feita a lanço e pelo menos três meses antes da abertura das valetas.
Nos ferimentos das raízes, poderão penetrar microorganismos que lhes ocasionam a podridão, trazendo, como conseqüência, menor vigor para a planta.
Depois de arrancadas, as “garras” devem ser examinadas, descartando-se aquelas com peso inferior a 50 gramas e com muitas raízes feridas.
No canteiro de semeadura, aparecerão mudas com mais de quatro botões no rizoma, de onde saem as hastes com folhas, e outras fracas, com apenas um botão. Aquelas muito fortes podem ser divididas em duas ou mais mudas, cada qual com, pelo menos, um botão; considerando-se, porém, a dificuldade de divisão da planta e a maior produtividade das mudas fortes, não é conveniente essa divisão. O lavrador deve semear uma área maior para que haja mudas em quantidade superior à necessária, e ele possa, com isso, escolher as melhores na época de plantação.
As mudas ou garras de um ano devem ser plantadas em tempo fresco, no fim do inverno ou no início da primavera, depois de chuvas ou de regas.
O plantio muito antecipado do período de vegetação, o excesso de umidade ou, ao contrário, a falta de umidade e o fator calor após o plantio, são os principais fatores da morte das mudas.
Depois de arrancadas do viveiro, as mudas ou garras devem ser plantadas o quanto antes. Se não for possível plantar logo após o arrancamento, guardá-las em depósitos bem ventilados.
Como o plantio do aspargo é manual, antes da plantação as garras devem ser empilhadas em vários pontos previamente escolhidos, a fim de diminuir o caminho percorrido pela pessoa que executa esse serviço.
Cada plantador pode transportar, em um saco, cerca de 100 mudas as quais são colocadas na valeta, à distância aproximada de 0,40m uma da outra, facilitando o plantio.
A plantação das mudas é realizada sobre “montinhos de terra adubada” erguidos no fundo da valeta, evitando-se que as pontas das raízes se dirijam para cima. Logo após o plantio, cobrir as mudas com uns 6 centímetros da terra amontoada nos lados da valeta. Em seguida, irrigar bem para firmar a terra ao redor das raízes e fazer outras irrigações quando necessário, a fim de favorecer o bom desenvolvimento das raízes e a vegetação da planta.
Após o primeiro ano no local definitivo, encher a valeta com terra até o nível do solo, depois que as plantas estejam com bom desenvolvimento; manter o terreno limpo de ervas más, e irrigar quando houver necessidade.
À entrada do inverno, quando as plantas estiverem amareladas ou secas, cortá-las a cinco centímetros do solo, amontoá-las em outro local e queimá-las.
No segundo ano, continuar os tratos culturais anteriores.
Toda reserva de nutrientes utilizados na produção de turriões é armazenada nas raízes carnosas da planta durante o verão e o outono. Tomar cuidado, portanto, para não cortar nem ferir qualquer raiz de aspargo, pois se isso acontecer, a produção de turriões é reduzida.
Com o calor do início da primavera, as plantas começam a brotação, constroem-se, então, leiras sobre as plantas, utilizando-se terra do espaço entre as valetas. As leiras devem ter cerca de 0,25 m de altura sobre a “coroa”, ou seja, o ponto onde nascem os turriões, a fim de permitir-lhes o corte, sem ferir a “coroa” nem as raízes. Ela precisa ser corrigida cada duas a três semanas porque se desmancha com o corte diário dos turriões, com a rega e com a ação do vento. Em São Paulo, a época de construção de leiras é o princípio de setembro, ocasião de fraca queda pluviométrica, havendo por isso, necessidade de irrigações, antes da construção da leira e durante a colheita dos turriões.
Nesse primeiro ano de colheita, sua duração deve ser de 20 a 30 dias, conforme o vigor da planta no ano anterior.
Depois da colheita, desmancham-se as leiras com cuidado para não ferir as raízes. Adubações complementares devem ser feitas de acordo com o estabelecido no capítulo sobre adubação. As plantas crescem e formam novas reservas alimentares, repetindo-se as demais operações no ano seguinte.

Colheita e Embalagem


A colheita do aspargo consiste no corte dos turriões, que são brancos quando crescem através da espessa camada de terra da leira e, quando não existem as leiras sua cor é verde.
O aspargo branco é mais apreciado no Brasil.
Os turriões podem ser colhidos a mão, mas é mais freqüente e recomendável o uso de uma ferramenta chamada de colhedor deaspargo, que torna a operação mais rápida e sem perigo de ferimentos na planta.
O colhedor de aspargo nada mais é do que uma lâmina de aço com um cabo de madeira. A lâmina mede cerca de trinta centímetros de comprimento e três centímetros de largura, e tem espessura suficiente para dar-lhe firmeza. Sua ponta é um bisel, afiado sempre que necessário, para cortar os brotos abaixo da superfície do solo.
Quando se colhe a mão, recomenda-se descalçar cuidadosamente os brotos, segurar os de bom tamanho e destacá-los com um movimento de torção. Em seguida, colocar de novo a terra retirada.
Nas zonas frescas do Estado de São Paulo, geralmente no mês de setembro, há calor suficiente para a brotação.
A temperatura é que regula o intervalo entre as colheitas. Convém colher sempre pela manhã, diariamente, mas se a temperatura diminuir, somente cada 2 ou 3 dias formam-se brotos para colheita. Se o contrário acontece, isto é, aumentam a temperatura, podem ser feitas duas colheitas por dia, uma de manhã e outra à tarde.
É essencial que os turriões sejam colhidos no ponto, isto é, antes que se abra a ponta para formar as folhas. Além disso, devem ser eretos e lisos. Os brotos muito finos e os tortos devem ser eliminados no campo.
Os colhedores devem colocar os turriões em recipiente semelhantes a cestas, com alças, para transportar, e com tampas, para evitar o sol. Quando essas cestas se enchem, transferir os turriões para outras maiores também com alça e tampa, de capacidade de perto de 25 a 30kg. Esses recipientes maiores são colocados nas extremidades das fileiras de plantas onde deve existir caminho para entrada de veículos que os transportem ao local de embalagem.
Não é recomendável a colheita de turriões no ano da plantação das mudas de aspargo.
No segundo ano, colher durante 20 a 30 dias; no terceiro ano, de 40 a 50 dias; nos demais anos, enquanto o aspargo for vigoroso, colher durante 50 a 70 dias. A duração da colheita dependerá da grossura dos turriões. Se se tornam muito finos, é sinal que as reservas da planta se esgotaram e há necessidade de um período de vegetação com nova adubação.
O número de anos de colheita depende de muitos fatores, tais como: variedade, solo, clima, adubação, tratos culturais. Uma plantação em boas condições agronômicas poderá dar, em média 10 colheitas durante 11 anos, pois não se colhe no ano da plantação.

Embalagem

No local de embalagem, os turriões são lavados e, depois, aparados para ficar com o mesmo cumprimento, cerca de 20 a 25cm a contar da ponta. Existem em outros países diversos tipos de aparelhos que facilitam essa operação, bem como o preparo de maços de turriões.
Entre nós e para o mercado local costuma-se separar os turriões em dois ou três tipos, de acordo com a sua grossura, e depois amarrá-los nas duas extremidades em forma de maços. Estes poderão ter peso certo, por exemplo: 500, 1.000 ou 1.500 gramas. Usa-se, para amarrar, barbante, fita, ráfia, elásticos de borracha, tiras de folhas de palmeiras, etc. Se os turriões murcharem um pouco e o amarrilho ficar frouxo, é só mergulhar a base cortada em uma vasilha com água para voltar ao normal.
Para despachos, nos Estados Unidos, os maços são embrulhados em papel impermeável, tendo a base apoiada em material absorvente; são molhados ligeiramente e, em seguida, encaixotados. Também podem ser encaixotados a granel, sendo a caixa formada com papel impermeável e a base dos brotos apoiados em estopa úmida.
Nas plantações pequena e média da Califórnia-EUA, o turrião é levado aos ranchos localizados nas plantações, depois aparados para ficar com o mesmo comprimento, encaixotando e enviando o mais breve possível para as fábricas. Nas grandes plantações dos Estados Unidos, os turriões são encaixotados após a colheita e levados por caminhões para prédios com instalações próprias, onde são aparados por máquinas, a um comprimento de cerca de 17cm, e lavados com água borrifada sob pressão. São de novo encaixotados e enviados às fábricas para classificação e enlatamento.
Importantes transformações ocorrem no aspargo fresco durante o período que vai da colheita até o seu preparo culinário.
Na temperatura ambiente perde umidade e açúcares rapidamente. Essas transformações são tanto mais lentas quanto mais próximo de OºC, e, mesmo armazenado nessa temperatura ideal, perde suas qualidades, por isso, deve ser remetido ao consumidor ou à fábrica para enlatamento o mais breve possível.
Quando não se dispõe de refrigeração para os turriões, deve-se evitar o sol, lavá-los em água fresca, embalá-los convenientemente

ASPARGOS, PLANTAS QUE CURAM:

ASPARGO

Asparagus officinalis

Descrição : Planta da família das Liliaceae, também conhecida como espargo, melindre, aspargo-hortense.
O aspargo já era cultivado pelos romanos e gregos na antiguidade, acreditando-se que os egípcios já o conheciam.
É uma planta vivaz de rizoma horizontal escamos, cilindráceo e carnoso, emitindo numerosas raízes adventícias fasciculadas, filiformes, cilíndrocas, carnosas, brancas, de onde partem vários caules eretos, também cilíndricos, até glabros e ligeiramente glaucos.
A raiz é amarga, aperitiva, diurética, entrando ainda na composição do famoso xarope das cinco raízes.
Partes utilizadas : Sementes, raízes e brotos.
Origem : Nativo da maioria dos países europeus, norte da África e parte ocidental da Ásia, atualmente é encontrado em quase todos os países.
Indicações:
Gerais. Aalmar palpitações, acne, afecções do coração, asma, baço, cicatrizar pequenos ferimentos, distúrbio cardíaco, estimular o crescimento dos cabelos, estômago, evitar vômito, fígado, hidropsia, hipertrofia do coração, icterícia, inchaços do fígado e do baço, mau funcionamento dos rins, obstruções das vísceras abdominais, palpitações.
Específicas. O folato encontrado no aspargo é importante para a prevenção de defeitos no tubo neural em mulheres grávidas, tais como espinha bífida no feto. Também diminui os níveis de homocisteína no sangue, um componente vinculado a doenças cardíacas, infartos e demência. Os antioxidantes podem proteger contra moléstias cardiovasculares e câncer.
Um estudo indicou a redução de riscos de degeneração macular na presença de dietas ricas em luteína. Esse estudo também sugere que os fruto oligossacarídeos são altamente benéficos, podem ajudar a diminuir a concentração de lipídios no sangue, tais como colesterol e triglicerídeos e também pode atuar como probiótico, um substância que promove o crescimento de bactérias saudáveis nos intestinos.
Princípios Ativos Gerais : Ácido ascórbico, ácido aspártico, ácido glutâmico, ácido linoleico, alanina, asparagina, asparagosídeo, asparasaponinas, cholina, coniferina, diosgenina, fenol, fitosterol, jamogenina, kaempferol, prolina, quercetina, rutina, sarsapogenina, tiamina, tocoferol, folato, riboflavina, zeaxantina, cálcio, ferro, fósforo, potássio, sódio, cobre, enxofre, iodo, magnésio, manganês e zinco.
O aspargo branco possui um conteúdo menor de betacaroteno e luteína do que a variedade verde.
Princípios Ativos por Partes :
- planta: alfa-caroteno, asparasaponins, luteína, sinistrin, água, zeaxanthin;
- rizoma: alfa-aminodimethyl-gama-butyrothetin, colina, frutose, mannan, pseudoasparagose, sacarose;
- raiz: inulina, kaempferol, officinalisin-ii, quercetin, rutina; - semente: alanina;
- parte aérea: 22-spirostan-3beta-ol, 4-vinylguaiacol, 4-vinylphenol, ácido alfa-linolenic, alumínio, arginina, arsênico, ácido ascórbico, cinzas, asparagina, asparagosides, asparagusic-acid, ácido aspártico, bário, beta-caroteno, cádmio, cálcio, carboidrato, cromo, cobalto, coniferin, cobre, cyanidin-3,5-diglucoside, cyanidin-3-monoglucoside, cyanidin-3-rhamnosylglucoside,cyanidin-3-rhamnosylglucosylglucoside, cystine, diosgenin, gordura, fibra, filicinins “A” e “B”, glicose, glutamic-acid, glicina, filicinosides “C” e “D”, ácido fólico, guaiacol, histidina, inositol, ferro, isoleucina, jamogenin, kilocalorias, ácido láurico, chumbo, leucina, ácido linoléico, lítio, lisina, m-cresol, magnésio, manganês, mercúrio, metionina, molibdênio, mufa, ácido miristico, niacina, níquel, o-cresol, ácido oléico, p-cresol, paeonidin-3-glucosylrhamnosylglucoside, paeonidinrhamnosylglucoside, ácido palmítico, ácido palmitoléico, pantothenic-acid, pentosans, penol, penilalanina, philothion, fósforo, fitosterol, potássio, prolina, proteína, pufa, rhamnose, vitamina B1 e B12, sarsapogenin, selênio, serina, sfa, prata, sódio, ácido esteárico, estrôncio, ácido sucínico, açúcar, enxofre, treonina, titânio, vitamina E, triptofano, tirosina, valina, vanádio, zinco, zircônio.
Propriedades medicinais: O aspargo é uma excelente fonte de vitaminas A, C, e K, bem como de folato, riboflavina e tiamina, ele é rico em fibras e nos minerais de manganês, cobre e potássio. Um porção de aspargo representa uma grande fonte de antioxidante, pois contém tanto betacaroteno e luteína. O aspargo também é rico em componentes conhecidos como fruto oligossacarídeos, um tipo de fibra solúvel.
Contraindicações/cuidados: Não empregado quando de inflamação das vias urinárias, pois irrita as membranas da mucosa; deve ser evitado por pessoas que sofrem de Blenorragia , de afecções das vias urinárias, exceto em casos de cálculos urinários, gota, litíase e reumatismo; pessoas com histeria, pois pode causar agitação e insônia; não ingerir os frutos pois contém grande concentração de saponinas tóxicas. Pode precipitar uma crise de gota; as brotações, se comidas cruas, podem desencadear reações alérgicas em pessoas sensíveis.



Modo de usar:
- raiz: obstruções das vísceras abdominais, mau funcionamento dos rins e icterícia;
- sementes: inchaços do fígado e do baço e para evitar vômito;
- decocto das raízes: diuréticas e sedativas, doenças do fígado, do baço e do estômago, hidropisias, distúrbios cardíacos, hipertrofia do coração, acalmar palpitações;
- extrato: 1 a 4 g por dia: diurético;
- xarope: moer uma porção de pontas de aspargo frescas e decantar o sumo, filtrar em papel adequado.
Adicionar um quilo e meio de açúcar para cada quilo de sumo, deixar cozinhar em banho-maria até adquirir a consistência de xarope.
Conservar em garrafas hermeticamente fechadas, tomando 5 colheres, das de sopa, pela manhã e à noite: diurético;
- decocção de 50 g de raízes de aspargo em um litro de água, deixar em repouso até esfriar. Tomar três cálices por dia, entre as refeições principais, sem adoçar: doenças do coração;
- decocção de 40 g de raízes de aspargo em três quartos de litro de água. Beber pela manhã, em jejum, e durante todo o dia: hidropisia, obesidade, pessoas nervosas e excitáveis, diurético, sedativo; afecções do fígado, estômago e rins; palpitações cardíacas.
Contraindicações/cuidados: Inflamação das vias urinárias.
Efeitos colaterais: Pode precipitar uma crise de gota; podem desencadear reações pessoas sensíveis. A ingestão de talos produz um odor pungente característico na indivíduos dentro de poucas horas.


terça-feira, 8 de setembro de 2015

Manejo Pós Colheita do Aspargos


Aspargo Aspargo fresco (Asparagus officinalis L.)

O aspargo é uma planta perene, dióica, que produz ápices caulinares tenros, que podem começar a ser colhidos a partir do segundo ano após o plantio da mudas ou da semeadura. A colheita do aspargo consiste no corte dos turiões que se formam à custa das reservas acumuladas nas durante a fase de vegetação. A colheita pode ser feita a mão ou com uma ferramenta chamada colhedor de aspargo (Camargo, 1958). A colheita do aspargo deve ser feita pela manhã. Os turiões precisam ser colhidos no ponto, antes que o ápice comece a se abrir e formar as folhas. Os turiões devem ser lisos e eretos. Turiões tortos, muito finos ou sem a ponta são considerados defeituosos. Durante a colheita os turiões são colocados em uma cesta presa à cintura, transferidos para uma embalagem de campo e depois transportados para a casa de embalagem. 

O aspargo produz por cerca de dez anos, cada ano a colheita ocorre durante períodos de 20 a 60 dias. Os turiões são colhidos com 18 a 25 cm de comprimento. Quando os turiões começam a ficar finos a colheita precisa ser paralisada, para que não ocorra a exaustão das reservas do rizoma e do sistema radicular, o que pode causar a morte da planta. O aspargo é um produto muito perecível, frágil e extremamente sensível à desidratação. Dada a sua perecibilidade tem sido mais comum a sua comercialização como produto processado. Contudo, há demanda de aspargo fresco, principalmente em países de clima temperado, por consumidores de alto poder aquisitivo. Em países tropicais com técnicas agronômicas apropriadas o aspargo pode ser produzido durante o ano inteiro, seja para atender o mercado interno, seja para exportação. 
Estes turiões em crescimento ativo possuem alta taxa de respiração e sensibilidade geotrópica. Por seu crescimento e resposta geotrópica e fototrópica o aspargo costuma ficar torto se for transportado e comercializados na posição horizontal. A inibição do crescimento do aspargo é possível com o uso doses de 50 a 100 Gy radiação gama, no entanto, tem se considerado o investimento necessário para esta aplicação muito elevado para que tenha uso prático. Sabe-se também que o tratamento dos turiões a 47,5oC por 5 minutos inibe a resposta geotrópica.

Este tratamento térmico, no entanto, deve ser rapidamente seguido de resfriamento. A solução prática que se tem utilizado para diminuir os problemas associados ao crescimento dos turiões é utilizar refrigeração para diminuir a velocidade do processo e coloca-los em pé no transporte e na comercialização para que não venham a ficar tortos. 

O aspargo precisa ser manuseado com cuidado. Na casa de embalagem deve ser pré-resfriado por hidroresfriamento ou com ar forçado no máximo até 4 horas após a colheita. No hidroresfiamento o tempo de meio resfriamento é de 1,5 min e com ar forçado é de 1,5h e a temperatura deve ser reduzida até cerca de 1,0oC. O aspargo é sensível a injúria de impacto e os turiões com ápice ferido apodrecem mais após a lavação (Lallu et al., 2000). A lavação e o hidroresfriamento podem ser um processo único. Na lavação deve ser utilizado hipoclorito de sódio 100mg/litro em pH ao redor de 7,0. Esta concentração e pH devem ser ajustados varias vezes por dia com o emprego de um "kit" para análise de água. 
Deve ser mantido em temperaturas acima do ponto de congelamento (-0,6 °C) e próximas a 0 °C sob umidade relativa elevada (>98%) e ser rapidamente comercializado e consumido. Sob estas condições o aspargo tem uma vida útil da ordem de dez dias. A temperatura é muito importante e neste sentido Itoh et al. (1994) evidenciaram que reduzindo a temperatura de armazenamento para -0,5oC dentro de embalagem plástica a vida útil do aspargo pode ser aumentada para 30 dias. 
O aspargo pode perder mais de 2% de sua massa de água por transpiração durante um dia sob umidade relativa de 60% e temperatura de 20oC. 

A embalagem do aspargo em filme plástico ou aspersão freqüente com pequenas quantidades de água podem ser utilizados para manter o frescor e a turgidez. A maior perda de água tolerável é da ordem de 8,0%. 

Durante armazenamento mais prolongado ocorre o desenvolvimento indesejável de fibras. O endurecimento das fibras no centro do turião durante o manuseio e a comercialização do caule é causado pela lignificação das paredes celulares. Este endurecimento das fibras é acelerado quando os turiões sofrem injúrias mecânicas ou quando eles são expostos ao etileno ou a temperaturas mais elevadas. Adicionalmente, dependendo da cultivar, pode ocorrer um escurecimento dos 3cm apicais causado pela síntese de antocianinas, que também é aumentado se a temperatura de armazenamento for elevada. O aspargo verde tende a ter mais sólidos solúveis, enquanto o aspargo branco é mais susceptível ao endurecimento. A exposição dos turiões a luz causa esverdecimento e fototropismo, porém diminui a lignificação das fibras.



segunda-feira, 7 de setembro de 2015

CURIOSIDADES SOBRE ASPARGOS



Temporada de aspargos
Spargelzeit: época de aspargos em toda Alemanha!
Do início da primavera até o fim de junho é temporada de aspargos na Alemanha. Quase uma febre nacional, nessa época o legume é cobiçado e celebrado por todos, em refeições e festas para todos os gostos e bolsos.
Enquanto no Brasil se pula a fogueira e se dança quadrilha, na Alemanha celebra-se o encerramento da temporada do aspargo, que se dá exatamente no dia 24 de junho, dia de São João. Como diz um ditado camponês alemão: "Kirschen rot, Spargel tot." (Cerejas vermelhas, fim dos aspargos."

Como comprar:





Observe a espessura dos aspargos. Os de melhor qualidade têm uma espessura que pode variar de 16mm a 26mm. Aperte a base dos aspargos e veja se está úmida - a umidade é sinal de estão frescos. Devem ser consumidos rápido, mas agüentam até dois dias na geladeiras, envoltos em pano úmido. Você pode também congelar sem problemas e usar mais tarde.

Como preparar:




Os aspargos devem descascados antes de cozinhar. Remova um centímetro da base dos aspargos e jogue fora. Deixe a cabeça intacta e descasque dali para baixo, até a base. A melhor maneira de cozinhar é em panela especial, alta e comprida, onde os aspargos podem cozinhar em pé, amarrados com um barbante, com as cabeças dos aspargos para cima. Encha a panela de água sem cobrir a cabeça dos aspargos. Dessa forma, evita-se que cozinhem demais e fique muito mole, já que a cabeça é a parte do aspargo que cozinha mais rápido. Acrescente sal, uma pitada de açúcar, umas gotas de suco de limão e uma colher de chá de manteiga. Cozinhe em panela tampada por 15 a 20 minutos.

Acompanhamentos:



Os acompanhamentos mais tradicionais para o aspargo na cozinha alemã são as batatas (jungen Kartoffeln), molho holandês e presunto. Um bom vinho branco alemão para acompanhar e...




... Guten Appetit!

domingo, 6 de setembro de 2015

Receitas com Aspargos



Rolinho de carne com aspargos frescos e molho de queijo

Ingredientes:

12 aspargos frescos finos e limpos 
4 bifes de coxão mole 
2 colheres (sopa) de azeite de oliva 
2 colheres (sopa) de shoyu 
sal e pimenta-do-reino a gosto 
molho de queijo 
4 colheres (sopa) de cream cheese light 
1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado 
1 xícara (chá) de leite desnatado 
2 colheres (sopa) de margarina light 
2 colheres (sopa) de farinha de trigo 
sal e noz-moscada em pó a gosto 

Modo de Preparo: 
Elimine a parte dura dos talos dos aspargos, junte-os formando um feixe com as pontas todas no mesmo sentido. Amarre os talos com um barbante de cozinha e coloque-os numa panela própria (ou numa leiteira) com água fervente e um pouco de sal. As pontas devem ficar para cima. Cozinhe por 20 minutos, ou até os aspargos ficarem ¿al dente¿. Retire do fogo, escorra e coloque o feixe de aspargos numa tigela com água gelada por 1 minuto. Retire o barbante e reserve os aspargos. Bata os bifes com um batedor de carne para ficarem finos. Tempere com sal e pimenta-do-reino e abra-os numa superfície lisa. Distribua os aspargos, enrole os bifes como rocambole e prenda-os com palitos. Aqueça o azeite de oliva numa frigideira, disponha os rolinhos de carne e frite-os por 6 a 8 minutos, ou até dourar de maneira unforme. Regue com o shoyu, deixe por mais 1 minuto e retire do fogo. Em seguida, parta os rolinhos ao meio e reserve. Molho de queijo: bata no liquidificador o cream cheese com o queijo parmesão e o leite e reserve. Leve ao fogo uma panela com a margarina, polvilhe a farinha de trigo e doure-a, sem parar de mexer, por 1 minuto. Despeje o creme de queijo, polvilhe a noz-moscada e cozinhe, sem parar de mexer, até ficar levemente encorpado. Acerte o sal e retire do fogo. Distribua o molho de queijo nos pratos e disponha os rolinhos de carne por cima. Se preferir, decore com pimenta rosa. 
Dicas: 
Você pode substituir o recheio dos rolinhos por talos de salsão cortados em tiras, cenoura em palitos, vagem ou tiras de pimentão. 


Categoria: 

Carnes
Esta receita: 

é light
Cozinha: 

Brasileira
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Média
Tempo de preparo: 

50 min
Rendimento: 

8 porções
Calorias: 

195 cal por porção


Saint-pierre com aspargos e geléia de maracujá

Ingredientes:

8 filés de saint-pierre (cerca de 600 g no total) 
12 aspargos frescos médios 
5 colheres (sopa) de azeite de oliva 
1 colher (sopa) de hortelã picada 
sal e pimenta-do-reino branca moída na hora a gosto 
geléia 
5 maracujás grandes 
1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar 

Modo de Preparo: 
Geléia: lave os maracujás, parta-os ao meio, retire a polpa e reserve a casca. Coloque a polpa numa panela com o açúcar, leve ao fogo baixo e cozinhe, sem parar de mexer, por 30 minutos, ou até obter uma geléia brilhante. Retire do fogo. Lave os filés, seque e tempere-os com o sal e a pimenta-do-reino. Lave os aspargos, retire a parte inferior mais dura e amarre-os, na parte inferior. Coloque-os, com as pontas voltadas para cima, numa panela própria para cozimento ou numa leiteira. Cubra os aspargos com água, leve ao fogo e cozinhe por 12 minutos, ou até ficarem macios, mas crocantes. Retire do fogo, escorra e passe-os por água fria. Desamarre e reserve. Aqueça 2 colheres (sopa) de azeite de oliva numa frigideira de 15 cm de diâmetro. Acrescente os aspargos e refogue, salteando a frigideira de vez em quando, por 3 minutos. Acerte o sal e a pimenta-do-reino e incorpore a hortelã. Retire do fogo e reserve. Coloque o azeite de oliva restante na frigideira e, depois de 1 minuto, disponha 2 filés de peixe e grelhe dos dois lados em fogo baixo até dourar. Retire do fogo e repita a operação com os filés restantes. Disponha os filés em 4 pratos com os aspargos e sirva acompanhado da geléia de maracujá. Se preferir, sirva a geléia dentro das cascas de maracujá reservadas. 
Fonte: Revista Água na Boca

Categoria: 

Frutos do mar
Cozinha: 

Brasileira
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Fácil
Tempo de preparo: 

1 hora
Rendimento: 

4 porções


Suflê de aspargos

Ingredientes:

1kg de aspargos frescos 
2 xícaras (chá) de leite 
sal a gosto 
2 colheres (sopa) de manteiga 
2 colheres (sopa) de farinha de trigo 
1 xícara (chá) de leite fervido 
noz-moscada a gosto 
5 colheres (sopa) de parmesão ralado 
6 ovos 

Modo de Preparo: 
Lave 1 kg de aspargos frescos, retire a parte mais dura, pique-os em pedaços regulares e transfira-os para uma panela. Adicione 2 xícaras (chá) de leite, sal a gosto e leve ao fogo até ferver. Reduza o fogo, tampe parcialmente a panela e cozinhe até os aspargos ficarem macios. Retire do fogo, deixe amornar e bata os aspargos e o leite no liquidificador por 2 minutos. Transfira a mistura para uma tigela, cubra com filme plástico e reserve. Derreta 2 colheres (sopa) de manteiga, polvilhe 2 colheres (sopa) de farinha de trigo e cozinhe, sem parar de mexer, por 1 minuto. Retire do fogo e junte, aos poucos, 1 xícara (chá) de leite fervido, sem parar de mexer. Volte ao fogo e cozinhe, mexendo sempre, até encorpar. Acerte o sal e adicione 1 pitada de noz-moscada, de preferência ralada na hora. Em seguida, junte esse creme à mistura de aspargos e incorpore 5 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado. Misture bem com uma colher e reserve. Ligue o forno à temperatura baixa. Separe as gemas e as claras de 6 ovos. Coloque as gemas (reserve as claras) em uma tigela e bata com um batedor manual até obter uma mistura clara e espessa. Reserve. Em outra tigela, bata as claras reservadas com um batedor manual até obter ponto de neve. Junte ao creme de aspargos as gemas e as claras batidas, mexendo delicadamente até ficar homogêneo. Unte com 1 colher (sopa) de manteiga, uma fôrma para suflê e polvilhe com 1 colher (sopa) de farinha de rosca. Despeje o creme e leve ao forno até a superfície dourar. 
Fonte: Revista Menu

Categoria: 

Acompanhamentos
Esta receita: 

é vegetariana
Cozinha: 

Brasileira
Temperatura: 

Frio
Dificuldade: 

Fácil


Sopa de aspargos

Ingredientes:

sal a gosto 
8 xícaras (chá) de caldo de galinha 
4 pacotinhos de queijo cremoso (tipo Polenguinho) ou 1 xícara (chá) de iogurte natural 
1 maço de aspargos frescos ou em lata 
pimenta-do-reino a gosto 

Modo de Preparo: 
Corte os aspargos em pedaços de 1 cm. Coloque-os com o caldo em uma panela e leve ao fogo, sem tampar. Se os aspargos forem frescos, deixe cozinhar até ficarem macios. Então, abaixe o fogo e mexa constantemente até desmancharem (10 minutos). Corrija o tempero, se achar necessário. Corte o queijo em quadradinhos, junte à sopa e sirva imediatamente. Se preferir usar o iogurte, sirva uma colher sobre a sopa, já nos pratos.

Categoria: 

Sopas
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Fácil
Tempo de preparo: 

40 a 50 min.
Rendimento: 

6 a 8 porções


Torta de aspargos


Ingredientes:

250 g de farinha de trigo 
125 g de manteiga 
1 ovo 
2 colheres (sopa) de água 
sal a gosto 
Recheio 
1 lata pequena de aspargos escorridos 
250 g de creme de leite 
2 fatias de presunto cru 
4 ovos 
cebolinha picada a gosto 
estragão a gosto 
sal a gosto 
pimenta a gosto 

Modo de Preparo: 
Misturar com a mão a farinha, o ovo, a manteiga e a água até obter uma massa lisa. Levar à geladeira durante 1 hora. Abrir a massa com a mão, forrando uma fôrma untada de cerca de 22 cm. Deixar uma beirada de massa para colocar o recheio.

Recheio:
Picar o presunto e os aspargos em pedaços pequenos. Espalhar sobre a massa. Bater os ovos, juntar o creme de leite, o sal, a pimenta e as ervas. Virar sobrfe o presunto e os aspargos. Levar ao forno médio durante 35 minutos.
Categoria: 

Torta, pizzas e pães
Cozinha: 

Francesa
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Fácil
Rendimento: 

4 pessoas


Cestinhas de aspargos e presunto parma

Ingredientes:

Cestinhas 
5 xícaras (chá) de batata palha 
1 xícara (chá) de leite quente 
1 ovo 
Recheio 
1/2 cebola picada 
2 dentes de alho picados 
1 colher (sopa) de manteiga sem sal 
150g de aspargo fresco picado 
1 colher (sopa) de farinha de trigo 
1 xícara (chá) de leite 
1 xícara (chá) de creme de leite fresco 
200g de presunto de Parma em tirinhas 
2 talos de cebolinha lavados e picados 
sal a gosto 
pimenta-do-reino moída na hora 

Modo de Preparo: 
Cestinhas: hidrate a batata palha no leite por cerca de 5 minutos, mexendo sempre para hidratar uniformemente as batatas. Junte o ovo e misture bem. Unte e enfarinhe 12 forminhas de petit gateau de 4,5 cm de base por 5 cm de altura e preencha com 1/4 de xícara (chá) de massa. Pressione a massa com o dedo sobre as laterais e o fundo da fôrma até formar uma cestinha de aproximadamente 4 cm de altura (não faça a espessura da cestinha muito fina para que não quebre após assada). Asse em forno, pre-aquecido, a 180ºC por cerca de 25 minutos ou até as bordas estarem douradas. Deixe esfriar por 5 minutos. Retire-as, com cuidado, com a ajuda de uma faquinha. Recheio: em uma frigideira grande, refogue a cebola e o alho na manteiga. Acrescente os aspargos e refogue por mais 3 minutos. Junte a farinha e misture bem. Em seguida, acrescente o leite, mexendo sempre para não formar grumos. Junte o creme de leite e cozinhe por cerca de 10 minutos ou até engrossar. Apague o fogo, acrescente o presunto, a cebolinha e tempere com sal e pimenta. Montagem: preencha as cestinhas com o creme de aspargos e leve-as novamente ao forno para aquecer. Sirva em seguida. 
Dicas: 
Substitua os aspargos por palmito. 
Cortesia Elma Chips 

Categoria: 

Acompanhamentos
Cozinha: 

Brasileira
Temperatura: 

Frio
Dificuldade: 

Fácil
Tempo de preparo: 

20 min
Rendimento: 

12 cestinhas
Utensílios especiais: 

12 forminhas de petit gateau de 4,5cm de base por 5 cm de altura


Creme de aspargos

Ingredientes:

300 g de aspargos em conserva 
8 aspargos frescos (opcional) 
2 colheres de sopa de cebola picada 
3 colheres de sopa de manteiga 
3 colheres de sopa de farinha de trigo 
50 ml de vinho branco 
1/2 litro de leite 
sal e pimenta-do-reino 
1/2 litro de caldo de frango 
1/4 de xícara de creme de leite 
torradas 
8 fatias de pão de fôrma 
4 fatias de bacon 
1/2 xícara de folhas de salsinha 
3 colheres (sopa) de manteiga 

Modo de Preparo: 
Pique grosseiramente os aspargos em conserva. Coloque em uma panela pequena a manteiga e a farinha de trigo. Leve ao fogo e misture sem parar até estarem bem incorporados. Acrescente o leite aos poucos. Cozinhe por 5 minutos e reserve. Em uma panela grande, coloque 1 colher de sopa de manteiga e acrescente a cebola picada. Refogue até a cebola estar macia. Acrescente os aspargos picados e regue com o vinho branco. Evapore o álcool do vinho e regue tudo com o caldo de frango. Deixe ferver e acrescente o molho branco reservado. Abaixe o fogo e cozinhe por 10 minutos. Se for utilizar os aspargos frescos, lave-os bem e cozinhe por 3 minutos em água fervente. Escorra e coloque imediatamente em água gelada. Esfrie e escorra novamente. Corte em pedaços de 2 cm e reserve. Retire a sopa do fogo e coloque em um liqüidificador. Bata até obter um creme bem liso. Passe por uma peneira e coloque novamente na panela. Leve ao fogo e acerte o ponto de sal e pimenta-do-reino. Acrescente o creme de leite e misture bem. Sirva com as torradas. Para o preparo das torradas, retire a casca das fatias de pão e corte ao meio em diagonal para obter triângulos. Coloque as fatias de bacon em uma frigideira e doure-as. Escorra em papel absorvente e reserve. Elimine a gordura do bacon da frigideira e coloque a manteiga para derreter. Assim que estiver líquida, apague o fogo. Coloque o bacon frito em um processador juntamente com as folhas de salsinha. Pulse para que os ingredientes fiquem bem picados. Coloque em um prato. Molhe rapidamente na manteiga uma das laterais do triângulo de torrada e encoste a parte molhada com manteiga na mistura de salsinha e bacon. Faça o mesmo com as torradas restantes.

Categoria: 

Sopas
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Fácil


Creme de aspargos e camarões

Ingredientes:

sal 
1 litro de leite 
2 colheres (sopa) de manteiga 
1 colher (sopa) de farinha de trigo 
1/2 litro de caldo de camarão 
1/2 kg de camarões pequenos com casca 
1 maço de aspargos grandes 

Modo de Preparo: 
Descasque os camarões e prepare com as cascas um caldo, deixando-as cozinhar em cerca de 1 litro de água. Em seguida, coe e reserve. Em uma panela, aqueça a manteiga e doure os camarões. Retire-os e reserve. Na mesma panela, doure a farinha de trigo. Adicione, aos poucos, o leite e o caldo de camarão preparado. Tempere com sal. À parte, cozinhe e pique os aspargos. Junte os aspargos ao creme e, em seguida, os camarões. Acerte o sal, se necessário. 
Fonte: Revista Água na Boca

Categoria: 

Frutos do mar
Cozinha: 

Brasileira
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Fácil
Tempo de preparo: 

1h e 10min
Rendimento: 

6 porções


Garganelli com creme de leite e aspargos

Ingredientes:

350 g de garganelli (ou outra massa curta) 
200 g de aspargos frescos 
150 g de nozes 
2 colheres (sopa) de azeite de oliva 
2 colheres (sopa) de creme de leite 
noz-moscada ralada na hora 
sal e pimenta-do-reino branca a gosto 

Modo de Preparo: 
Limpe os aspargos, eliminando a parte branca do caule, lave e coloque horizontalmente no cesto próprio para cozimento a vapor. Apóie o cesto sobre uma panela com água fervente com sal e cozinhe por 5-6 minutos. Retire do fogo. Escalde por 1 minuto as nozes em água fervente. Escorra e elimine a película escura. Pique bem as nozes e coloque-as numa tigela. Junte o azeite, o creme de leite, a noz-moscada, sal e pimenta-do-reino e misture até ficar homogêneo. Enquanto isso, cozinhe o macarrão em bastante água fervente com sal. Escorra quando estiver al dente, transfira para um refratário aquecido e tempere rapidamente com o molho de nozes preparado, mexendo velozmente. Adicione os aspargos cortados e sirva a seguir. Se preferir, decore com nozes picadas. 
Fonte: Revista Água na Boca

Categoria: 

Grãos e Massas
Esta receita: 

é vegetariana
Cozinha: 

Brasileira
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Fácil
Tempo de preparo: 

30 min
Rendimento: 

4 porções


Lombo com cordeiro au poivre com sauté de alcachofras e aspargos frescos

Ingredientes:

1 kg de lombo de cordeiro 
6 colheres (sopa) de manteiga 
8 fundos de alcachofras cortados em 4 
8 aspargos 
ciboulette a gosto 
4 colheres (chá) de tapénade 
2 colheres (sopa) de pimenta-do-reino fresca picada grosseiramente 
2 e 1/2 colheres (sopa) de conhaque 
200ml de caldo de carne com consistência de gelatina 
sal e pimenta-do-reino a gosto 

Modo de Preparo: 
Tempere o lombo com o sal e a pimenta-do-ireno e grelhe em uma frigideira preaquecida com metade da manteiga. Retire do fogo e reserve. Em outra frigideira, aqueça a manteiga restante e refogue as alcachofras e os aspargos. Finalize com a ciboullette e o tapénade. Acerte o sal e a pimenta-do-reino e retire do fogo. Em uma panela, flambe as pimentas com o conhaque, acrescente o caldo de carne, acerte o sal e a pimenta-do-reino e reserve. Fatie o lombo. Disponha o sauté de alcachofra de um dos lados do prato e o lombo fatiado do outro. Regue com o molho e sirva. Se preferir, decore com minilegumes. 
Dicas: 
Tapénade é uma pasta preparada com azeitonas pretas, alcaparras, anchovas e temperos. Para preparar o caldo de carne com consistência de gelatina, faça o caldo de carne escuro (com ossos assados no forno, legumes e temperos) e deixe reduzir até obter esta consistência. 
Fonte: Revista Água na Boca

Categoria: 

Carnes
Cozinha: 

Brasileira
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Média
Rendimento: 

4 porções


Papardelle com camarões e aspargos

Ingredientes:

400 g de massa tipo papardelle 
300 g de camarões médios limpos 
1 maço de aspargos frescos 
3 colheres de sopa de azeite de oliva 
6 tomates sem pele e sem sementes 
2 dentes de alho 
4 colheres de sopa de vinho branco 
salsinha picada 
folhas de manjericão 
sal e pimenta do reino 

Modo de Preparo: 
Lave bem os aspargos e elimine as partes fibrosas do talo. Corte os aspargos em pedaços de 4 cm e os camarões em pedaços de 2 cm. Tempere levemente com sal e pimenta-do-reino. Coloque água para ferver e salgue levemente. Em uma frigideira aqueça o azeite de oliva e acrescente o alho. Refogue sem deixar o alho dourar e acrescente as pontas de aspargos. Acrescente o vinho branco e deixe evaporar. Coloque os tomates e cozinhe am fogo alto por cerca de 8 minutos. Coloque os camarões e misture bem. Cozinhe por mais 6 minutos e tempere com sal e pimenta-do-reino. Acrescente a salsinha picada e as folhinhas de manjericão. Cozinhe a massa "al dente", escorra e sirva misturando com o molho.

Categoria: 

Grãos e Massas
Temperatura: 

Quente
DifiCIL

Aspargos cozidos com presunto e creme de agrião

Ingredientes:

1 maço pequeno de agrião limpo 
1 xícara (chá) de creme de leite fresco 
1 colher (sopa) de açúcar 
200 g de presunto cozido cortado em 4 pedaços 
8 aspargos frescos médios limpos 
3 colheres (sopa) de azeite de oliva 
sal e pimenta-do-reino a gosto 

Modo de Preparo: 
Bata no liquidificador o agrião com o creme de leite, o açúcar, o sal e a pimenta-do-reino. Coloque os pedaços de presunto numa assadeira refratária e leve ao forno de microondas, na potência máxima, por 1 minuto, ou até ficar macio. Retire do forno, incorpore os aspargos e regue com o azeite de oliva. Volte ao forno de microondas, na potência média, por mais 3 minutos. Retire do forno e sirva com o creme de agrião Decore com manjericão. 
Revista Menu

Categoria: 

Acompanhamentos
Cozinha: 

Brasileira
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Fácil
Tempo de preparo: 

10 min
Rendimento: 

4 porções


Aspargos com ervilhas e molho cremoso

Ingredientes:

sal 
pimenta 
1/4 de xícara de manteiga 
1 colher (sopa) de fubá fubá ou maisena 
suco de 1/2 limão 
2 gemas de ovo batidos 
225 g de aspargos 
225 g de ervilhas verdes descascadas 

Modo de Preparo: 
Cozinhe o aspargo em água salgada até ficar quase cozido. Junte as ervilhas e deixe cozinhar por alguns minutos. Enquanto o aspargo cozinha, prepare o molho. Derreta metade da manteiga numa panela grande, retire-a do fogo e coloque o fubá, mexendo até formar uma pasta. Coloque 2 xícaras de água fervente, devagar, na panela, mexendo o molho até que fique suave e sem caroços.

O calor da água será suficiente para cozinhar o fubá. Deixe o molho cozinhar ligeiramente e junte os temperos e as gemas de ovos batidas. Mantenha o molho no fogo, mas não deixe que ele ferva. Junte a manteiga restante, um pouco por vez, e o suco de limão. Escorra a água dos aspargos e das ervilhas e coloque o molho sobre eles. Sirva imediatamente.
Categoria: 

Acompanhamentos
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Média


Como fazer aspargos




Aspargos grelhados com folhas




RISOTO DE ASPARGOS




FILET MIGNON COM ASPARGOS




salada de aspargo



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