No Brasil, principalmente no nordeste o Hibisco (Hibiscus sabdariffa) é conhecido como Vinagreira. As folhas que são bem azedinhas (daí o nome) são usadas como ingredientes de alguns pratos típicos da cozinha nordestina. Já aqui para o Sul e Sudeste tenho o visto sendo vendido com o nome de ?Flor de Groselha? ou ?Groselheira?.
Depois da florada as flores já polinizadas murcham e ficam os cálices que crescem e tornam-se carnudos. E é essa parte da planta que colhemos e faremos uso.
Os cálices de Hibisco podem ser usados frescos ou desidratados. E podem ser encontrados em mercados municipais e feiras livres durante a safra. Já o Hibisco desidratado é encontrado durante o ano todo em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação e em empórios de produtos gourmet.
Hortaliça de origem africana, a vinagreira (Hibiscus sabdariffa. L) está plenamente adaptada as condições edafoclimáticas do estado do Maranhão suas folhas servem de base para vários pratos da culinária maranhense. A vinagreira possui alto valor nutritivo, baixo custo, fácil cultivo principalmente para as famílias de baixa renda que produzem e consomem um produto que contem nutrientes funcionais como minerais e vitaminas, a exemplo do ferro e vitamina C e assim, adquirindo grande importância socioeconômica, entretanto, na sua comercialização existe uma perda significativa, a qual esta ligada principalmente a fator biológico que indicam números preocupantes para os produtores que comercializam a vinagreira in natura antocianinas, compostos fenólicos totais,açúcares redutores,açúcares não redutores,fibras,minerais e valor calórico,as análises microbiológicas avaliaram os produtos e estes apresentaram condições higiênicos sanitárias satisfatórias.A analise sensorial apresentou médias superiores a sete em uma escala hedônica de nove pontos,que representa a impressão “gostei moderadamente” indicando que o sabor característico da hortaliça vinagreira foi bem recebido pelos consumidores. O percentual de provadores que demonstrou intenção de compra para geleia e doce de corte de vinagreira foi bastante representativo, evidenciando a possibilidade de introduzir no mercado produtos a base de vinagreira, aumentando a vida de prateleira e o valor agregado da hortaliça
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A geleia de vinagreira (hibisco, Hibiscus sabdariffa) é um doce artesanal de sabor ácido e cor intensa, feito com os cálices frescos da planta. A receita básica envolve ferver 2 xícaras de cálices limpos com 1 xícara de açúcar e um pouco de água até dar ponto de geleia, resultando em um acompanhamento perfeito para torradas, queijos e bolos
Como fazer geleia de vinagreira (Receita Simples):
Ingredientes: Cálices de vinagreira frescos, açúcar (proporção geralmente 2:1 ou 1:1, conforme a doçura desejada) e água.
Preparo:
Limpeza: Desfolhe o hibisco, separe os cálices e descarte a semente interna.
Cozimento: Leve os cálices ao fogo com água (apenas para cobrir ou cerca de 1 copo) e açúcar.
Ponto: Cozinhe mexendo sempre em fogo médio por cerca de 5 a 15 minutos, ou até reduzir, engrossar e os cálices desmancharem.
Finalização: Deixe esfriar e armazene em potes esterilizados.
Dicas e Variações:
Textura: Para uma geleia mais rústica, deixe os cálices inteiros; para mais fina, pode-se bater no liquidificador após cozinhar.
Sabor: Pode-se adicionar suco de meio limão para realçar a cor e o sabor, ou uma pitada de pectina para maior firmeza.
Uso: Ótima para acompanhar pães, torradas, cream cheese e bolos.
Benefícios: A vinagreira é conhecida por ser antioxidante e diurética
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O açafrão-da-terra, conhecido também como cúrcuma, açafrão-da-índia, açafroa e gengibre amarelo, é uma planta herbácea é originária da Índia e foi introduzida no Brasil pelos colonizadores. É uma especiaria extraída da Cúrcuma longa, uma planta da família do gengibre (Zingiberaceae), nativa da Ásia (Índia e Indonésia). É o principal componente do tempero do caril (prato culinário) à indiana (ou curry). Sua característica principal é como digestivo e ativador da função hepática.
Da sua raiz seca e moída se extrai o pó, utilizado como condimento ou corante de cor amarela e brilhante, na culinária e no preparo de medicamentos.
Propriedades
É uma planta perene com ramificações laterais compridas. A parte utilizada da planta é o rizoma (raiz), que externamente apresenta uma coloração esbranquiçada ou acinzentada e internamente amarelada. Do rizoma saem as folhas e as hastes florais. Reproduz-se por pedaços do rizomas que apresentam gemas (olhos) com plantio em solo argiloso, fértil e de fácil drenagem. Depois da planta adaptada ao local, alastra-se, pois o rizoma principal emite numerosos rizomas laterais. É uma planta difícil de ser destruída. A colheita deve ocorrer na época em que a planta perde a parte aérea, depois da floração. Nesta fase, os rizomas apresentam pigmentos amarelos intensos.
Atualmente, a busca e a intensificação do uso de plantas medicinais pela população ocorre até nas sociedades mais industrializadas. É um fenômeno surpreendente, podendo-se concluir que os produtos de origem natural podem ser tão eficientes quanto os produzidos a partir de síntese química.
Produtos naturais apurados de maneira sustentável, com práticas de manejo e conservação que visem preservar a biodiversidade, constituem fonte alternativa de renda para pequenos produtores que ofereçam produtos comercialmente viáveis.
É uma planta herbácea, anual, aromática, com ramificações laterais compridas. A parte utilizada da planta é o rizoma (raiz), que externamente apresenta uma coloração esbranquiçada ou acinzentada e amarelada internamente. Do rizoma saem folhas grandes e flores amareladas. Reproduz-se por pedaços do rizoma que apresentam gemas (olhos), devendo ser cultivada em solo argiloso, fértil e de fácil drenagem. Cada rizoma mede até 10 cm de comprimento e, quando cortado, mostra uma superfície de cor vermelho-alaranjada. Tem cheiro forte agradável, sabor aromático e picante. Da sua raiz seca e moída se extrai o pó, utilizado na culinária como condimento ou corante de cor amarela e brilhante, e no preparo de medicamentos. Em sua composição química, o principal constituinte é a curcumina, possuindo também óleos essenciais de excelente qualidade técnica e organoléptica, que juntos possibilitam estender sua utilização também aos mercados de perfumaria e têxtil
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A
cultura do açafrão-da-terra (Curcuma
longa) é
uma opção rentável e de fácil manejo, adaptada a climas quentes
e solos férteis.
O plantio ocorre geralmente na primavera (setembro-novembro) através
de rizomas, com colheita manual após o amarelecimento das folhas
(inverno), rendendo cerca de 5% de pó seco a partir da raiz fresca.
Principais
Aspectos do Cultivo
Clima
e Solo: Exige
temperaturas elevadas (clima tropical/subtropical) e solos bem
drenados, ricos em matéria orgânica. Não tolera geadas.
Plantio: Utiliza-se
rizomas ("raízes") partidos. Deve-se cobri-los com terra
(idealmente 5-10 cm de profundidade) e manter o solo úmido, mas não
encharcado.
Ciclo
e Colheita: O
ciclo é de aproximadamente 120 a 150 dias. A colheita é feita no
final do outono/inverno, quando a parte aérea seca e amarela.
Produção: A
produtividade é alta, com média de 5 toneladas por hectare, sendo
comum o plantio em agricultura familiar.
Processamento
do Açafrão
O
beneficiamento é majoritariamente artesanal:
Limpeza: Lavagem
das raízes para remover a terra.
Corte: Redução
em pedaços menores para facilitar a desidratação.
Secagem: Ocorre
em fornos a cerca de 45
a 60 graus a por
até 30 horas até o produto desidratar.
Trituração: Moagem
dos rizomas secos até obter o pó fino.
Dicas
de Manejo
Espaçamento: Recomenda-se
um espaçamento que facilite o manejo, geralmente em canteiros com
10-15 cm entre plantas.
Irrigação: A
irrigação deve ser constante, mas reduzida 15 dias antes da
colheita.
Adubação: O
açafrão responde bem a adubação orgânica, com aplicação cerca
de 30 dias após o plantio.
Infoteca
Embrapa +1
A
produção no Brasil concentra-se no estado de Goiás, com destaque
para o município de Mara Rosa.
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INÍCIO - a estação das chuvas é a indicada para iniciar o plantio de gengibre, em especial os meses de setembro a novembro. O gengibre prefere os climas tropical e subtropical, porém há variedades que se adaptam às temperaturas baixas de regiões mais frias. Entre as popularmente conhecidas estão a branca, azul e amarela. Dê preferência por mudas de qualidade e oriundas de lavouras que não sofreram ataque de doenças.
PLANTIO - o solo ideal é o argilo-arenoso, fértil, com pH entre 5,5 e 6,0 e boa drenagem. Embora a cultura necessite de muita água para se desenvolver, ela não suporta encharcamento. Troque de local a cada safra, para evitar queda nas próximas produções.
ESPAÇAMENTO - deixe os sulcos de plantio com cerca de 15 centímetros de profundidade, oito centímetros a distância entre os rizomas e um metro entre as linhas.
ADUBAÇÃO - recomenda-se para a adubação 240 quilos por hectare de P2O5, além de incorporar 30 quilos por hectare de N e 70 quilos por hectare de K20 nas amontoas - wcobertura de terra dos rizomas (ver item propagação). Caso seja necessário o uso de calcário para a correção do terreno, aplique o produto no mínimo três meses antes de começar o cultivo. O índice de saturação não pode estar abaixo de 50%.
PRODUÇÃO - o tempo para colher o gengibre varia de sete a dez meses, o que ocorre entre junho e agosto. O amarelecimento das folhas avisa que o rizoma amadureceu. Ele pode ser extraído da terra manualmente. A produção por hectare pode atingir 15 toneladas do produto fresco e três toneladas do seco.
PROPAGAÇÃO - o gengibre propaga-se por meio de gomos. São pedaços de rizoma com um a dois brotos. Em um mês, as mudas estão prontas para o transplante em local definitivo. Os rizomas devem ser cobertos com uma camada de dez centímetros de terra depois de plantados. Mas como crescem para cima, é preciso cobri-los periodicamente.
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O cultivo de gengibre (Zingiber officinale) prospera em climas tropicais/subtropicais (17°C-35°C), exigindo solos argilo-arenosos férteis, bem drenados e com pH 5,5-6,5. O plantio ocorre entre agosto e novembro, com colheita de 7 a 10 meses após, quando as folhas amarelam. A cultura prefere umidade, mas não encharcamento, e é uma excelente opção de alto valor comercial.
Principais Aspectos da Cultura do Gengibre
Plantio e Solo: O solo deve ser profundo, rico em matéria orgânica e bem drenado. O plantio é feito por pedaços de rizoma (muda) com 5-10 cm de comprimento, dispostos a 10 cm de profundidade em sulcos, com espaçamento de 1m entre linhas.
Clima e Rega: Necessita de calor e umidade, com precipitação acima de 1.500 mm/ano. Períodos de seca exigem irrigação.
Manejo e Adubação: Recomenda-se adubação orgânica e rotação de culturas (evitar plantar no mesmo local por pelo menos 3 anos) para evitar pragas como a larva alfinete e a lagarta rosca.
Colheita e Pós-Colheita: A colheita é manual ou com trator quando as folhas amarelarem e secarem. Após, o gengibre é lavado, selecionado e embalado.
Produção no Brasil: O Brasil, especialmente a região Sul e o Espírito Santo, destaca-se na produção e exportação de gengibre.
Principais usos:
Especiaria: Muito utilizada na culinária japonesa e chinesa.
Medicina: Reconhecido por propriedades medicinais.
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A
produção brasileira de cebola está concentrada nos Estados da
Região Sul, nos Estados
de São Paulo e Minas Gerais na Região Sudeste, no Estado de Goiás
na Região Centro-Oeste e nos Estados da Bahia, Pernambuco e Rio
Grande do Norte na Região Nordeste. Em 2009, a produção no Brasil
foi estimada em 1.512 mil toneladas colhidas em uma área 66 mil
hectares com produtividade média de22,9 t.ha-1.
Nos
Estados produtores, o período de cultivo, em geral, vai de
fevereiro a novembro, época considerada ideal para esta hortaliça.
O cultivo deverão (semeio no final da primavera a início do verão)
tem como principal inconveniente
a albificação sob altas temperaturas, chuvas excessivas e maior
incidência de doenças, pragas e plantas daninhas. A implantação
da
acultura
no Brasil é feita, predominantemente, pelo método de transplante
de
mudas,
embora a adoção do método de semeadura direta tenha aumentado nos
últimos anos. No Estado de Goiás, onde a produção é realizada
por agricultores altamente tenrificados, a semeadura direta é o
método utilizado na implantação da cultura. Esta grande
versatilidade oferecida pela cultura da cebola permites sua
exploração e m diferentes condições edafoclimáticas, estruturas
fundiárias e níveis tecnológicos, assim garantindo sua
importância econômica e social dentro do agronegócio de
hortaliças no Brasil.
Vários
insetos e ácaros utilizam a cebola como planta hospedeira;
entretanto, poucas espécies têm sido registradas causando prejuízo
à cultura. Algumas pragas
são esporádicas e regionais, outras ocorrem com menor frequência e
em níveis populacionais baixos, sem causa danos, e poucas requerem
a adoção de medidas de controle. Para facilitar a identificação
das pragas e a operacionalização das medidas de controle, de forma
integrada, os insetos e ácaros fitófagos foram reunidos em dois
grupos distintos, sendo: pragas chave e secundárias ou ocasionais.
Como praga chave, considera-se aquela que, com frequência, provoca
perdas econômicas, exigindo medidas de controle. Praga secundária
é aquela que, embora cause danos à cultura, raramente provoca
prejuízos e, quando isso ocorre, verifica-se em áreas localizadas
e em determinado período.
O
ciclo da cultura da cebola é completado em 125a 140 dias,
dependendo da cultivar, do sistema de cultivo (semeadura direta ou
transplante de mudas) e das condições climáticas. A ocorrência
das pragas conforme a fenologia da planta pode ser observada na
Figura 1, e deve ser levada em consideração quando for realizado o
monitoramento a campo. As vistorias no cultivo devem ser realizadas
pelo menos uma vez por semana, em 10 pontos escolhidos ao acaso, na
bordadura e dentro da lavoura, para se verificar a ocorrência de
pragas, a detecção dos focos de infestação e se há necessidade
de adotar medidas
de controle.
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O tripes (Thrips
tabaci) é a principal praga da cebola no Brasil,
causando manchas prateadas e retorcimento das folhas, o que reduz o
tamanho dos bulbos. Outras pragas incluem a mosca-da-semente,
mosca-da-cebola, ácaros, vaquinhas e lagartas,
que atacam desde a muda até a colheita. O controle envolve
monitoramento, uso de inseticidas seletivos, rotação de culturas e
manejo da irrigação.
Principais
Pragas da Cebola:
Tripes
(Thrips tabaci): Insetos
muito pequenos (1
mm)
de coloração amarelo-clara a marrom, que formam colônias nas
bainhas das folhas e sugam a seiva. Favorecidos por clima quente e
seco, causam manchas prateadas, deformação das folhas ("pescoço"
torto) e reduzem drasticamente a produção.
Ácaro-da-cebola
(Aceria tulipae): Ácaros
vermiformes que causam retorcimento das folhas em forma de chicote,
estrias cloróticas e nanismo da planta, além de danificar bulbos
no armazém.
Mosca-da-semente
(Delia platura): Larvas
brancas (sem pernas) que atacam o subsolo, destruindo bulbos e
causando amarelecimento/morte das folhas.
Controle
Químico: Uso
de inseticidas seletivos para proteger inimigos naturais, como
predadores de tripes (percevejos-piratas e crisopídeos).
Controle
Biológico: Uso
de inimigos naturais, embora susceptíveis a inseticidas de amplo
espectro.
Monitoramento: Acompanhamento
regular da cultura para identificar populações de pragas,
favorecido por clima seco.
Principais
Doenças Associadas:
Além
dos insetos, doenças como Míldio, Queima das pontas (Botrytis),
Raiz rosada, Antracnose e Podridão basal (Fusarium) causam grandes
prejuízos e podem ser favorecidas por danos causados por pragas
Controle
Cultural: Rotação
de culturas com espécies não hospedeiras (gramíneas), eliminação
de restos culturais e plantas daninhas.
Pragas da Cebola
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Resumo:1º
passo: escolher o lugar ideal2º passo: garantir os utensílios
necessários3º passo: preparar o solo para receber sua horta4º
passo: selecionar as espécies desejadas5º passo: plantar as
sementesComo cultivar horta em casa: confira os principais cuidados1.
Adube e regue com a frequência necessária2. Ofereça os nutrientes
necessários para a horta3. Proteja contra pragas4. Colha no momento
Com
uma horta caseira, fica fácil ter acesso a hortaliças, temperos,
frutos e outros alimentos orgânicos e frescos. Além de ser uma
opção mais saudável, também é um hobby enriquecedor, já que as
plantações exigem atenção e cuidado diário. Mas, afinal,
como
fazer horta em casa?
Plantar
suas próprias folhas e especiarias em casa é uma tarefa simples.
Basta ter em mãos algumas ferramentas que vão ajudar na rotina e
conhecer os cuidados mais importantes para garantir a durabilidade e
saúde das espécies. Confira, a seguir, o passo a passo e as
principais
dicas
para fazer horta em casa.
1º
passo: escolher o lugar ideal
A
primeira etapa é escolher onde ela será cultivada. Parece óbvio,
mas as plantinhas precisam de um bom espaço com condições
favoráveis para seu crescimento saudável. Luminosidade e ventilação
são dois dos pontos mais importantes.
Quintais
ou jardins grandes e ao ar livre são ótimos locais para uma horta
caseira. Já para quem tem pouco espaço, como apartamentos ou casas
menores, uma ideia é fazer uma mini
horta em casa com
vasos de polipropileno ou garrafas pet, sempre com furos no fundo
para evitar o acúmulo de água.
Outra
boa sugestão é a horta vertical na varanda ou próxima a uma
janela. Nessa opção, os vasos são montados em suportes na parede,
o que economiza espaço e torna o trabalho ainda mais prático. Essa
é uma boa alternativa para iniciantes também.
2º
passo: garantir os utensílios necessários
Por
falar em vasos e
garrafas pet, a próxima etapa é garantir os utensílios necessários
para fazer a horta caseira, como vasos e ferramentas. Uma escolha
muito interessante é o vaso autoirrigável, que proporciona água
para as plantas de maneira prática, interessante para quem tem uma
rotina corrida.
Entre
as ferramentas úteis para fazer e cultivar uma horta em casa, estão:
pá e enxada para preparar o solo; luvas de jardim para
proteger as mãos; mangueiras ou regador; tesoura de podar;
pulverizadores de água para umedecer o solo ou as folhas; e baldes
para preparar misturas de solo ou diluir fertilizantes.
3º
passo: preparar o solo para receber sua horta
Um
passo que não pode faltar, seja em horta
em casas simples ou
em hortas maiores e mais complexas, é a preparação do solo. Para
isso, é válido começar limpando o local, retirando pedras ou
outras matérias orgânicas indesejadas. Em seguida, utilize um kit
específico para avaliar o pH do solo.
A
adição de adubo ou fertilizante também é uma etapa importante.
Esses compostos melhoram a estrutura do solo e fornecem nutrientes
importantes para o crescimento das plantas. Em caso de hortas em
vasos ou outros recipientes, garanta que eles tenham boa drenagem,
com buracos na parte de baixo.
4º
passo: selecionar as espécies desejadas
Na
missão de como fazer horta em casa, um dos passos mais interessantes
é escolher as espécies que serão plantadas. Nesta etapa, vale unir
tanto o que você gosta quanto o que será mais prático para a
rotina de cuidados, levando em consideração o espaço disponível e
as condições do local.
Por
exemplo, hortaliças e temperos exigem luz de forma constante e, por
isso, precisam de espaços com luminosidade. Para quem não decidiu o
que plantar na horta em casa,
algumas boas sugestões para iniciantes são: manjericão, tomilho,
salsa, alecrim e hortelã. Aos poucos, é possível evoluir e
escolher outras espécies.
5º
passo: plantar as sementes
Com
o espaço definido, a terra preparada e as sementes ou mudas
escolhidas, é hora de plantá-las. Nesta etapa, é essencial se
atentar aos cuidados exigidos por cada espécie. Para isso, vale
entrar em contato com pessoas especializadas ou buscar informações
na internet sobre cada planta.
Lembre-se
de verificar quais os nutrientes fundamentais para as espécies, a
fim de fertilizar e fortalecer o solo com os componentes necessários.
Também pesquise e anote qual a frequência ideal de adubagem e
irrigação que cada planta precisa para sua sobrevivência.
Como
cultivar horta em casa: confira os principais cuidados
Agora
que você já sabe como fazer horta em casa, é hora de ver algumas
dicas para mantê-la sempre saudável e garantir sua durabilidade. A
seguir, confira o que é importante ter sempre em mente:
1.
Adube e regue com a frequência necessária
Como
falado anteriormente, cada espécie da horta tem necessidades
específicas: algumas precisam ser regadas com mais frequência e
outras menos. O mesmo vale para a adubação. O que é bom para uma
planta não necessariamente é benéfico para outra. Atente-se às
particularidades de cada uma.
2.
Ofereça os nutrientes necessários para a horta
Fornecer
nutrientes necessários para o crescimento das espécies faz parte
das dicas de como
cuidar da horta em casa.
Veja quais compostos orgânicos
podem
ajudarna
nutrição, como húmus de minhoca ou bokashi – um produto agrícola
obtido a partir de uma mistura vegetal fermentada e microorganismos
3.
Proteja contra pragas
Também
é muito importante ficar atento às pragas, pois elas podem
prejudicar toda a horta, e não somente a planta que foi infectada
inicialmente. Ao notar qualquer característica suspeita nas
hortaliças, use produtos para combatê-las rapidamente. É o caso de
inseticidas e pesticidas.
4.
Colha no momento certo
O
tempo certo para a colheita varia para cada espécie, e essa é uma
informação importante de como
cultivar horta em casa.
Além disso, vale considerar as condições do ambiente, os cuidados
com a irrigação, o solo e a existência de pragas, que podem
influenciar o desenvolvimento de cada planta.
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Uma horta é um espaço dedicado ao cultivo de hortaliças, legumes, ervas aromáticas e plantas medicinais. Ter uma horta em casa, seja no quintal, em vasos ou de forma vertical, garante alimentos frescos e livres de agrotóxicos.
1.
Escolha o Local Ideal
Luz
Solar: O
local deve receber pelo menos 4
a 5 horas de sol direto por
dia.
Acesso
à Água: Deve
haver uma fonte de água próxima para facilitar a irrigação
regular.
Drenagem: O
solo ou o recipiente deve permitir que o excesso de água escoe para
evitar o apodrecimento das raízes.
2.
Prepare o Solo (ou Substrato)
Solo: Para
canteiros na terra, descompacte o solo (cerca de 25 cm de
profundidade) e corrija a acidez com calcário, se necessário.
Adubação: Utilize
adubos orgânicos como húmus
de minhoca,
esterco curtido ou composto orgânico para nutrir as plantas.
Vasos: Se
não tiver terra firme, use uma mistura de terra vegetal com adubo.
3.
O que Plantar?
Se
você é iniciante, comece com espécies de cultivo mais fácil:
Folhas: Alface,
rúcula e couve.
Temperos: Cebolinha,
salsinha, manjericão e coentro.
Legumes
rápidos: Rabanete
e cenoura.
4.
Manutenção Básica
Rega: Mantenha
a terra úmida, mas nunca encharcada. No início, as mudas precisam
de regas mais frequentes.
Controle
de Pragas: Prefira
soluções naturais, como calda de fumo ou água com sabão neutro,
para afastar pulgões e lagartas.
Cobertura
de Solo: Use
palha ou folhas secas sobre a terra para manter a umidade e evitar o
crescimento de ervas daninhas.
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