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terça-feira, 7 de abril de 2026

Cultura do Gengibre


Cultura do Gengibre

INÍCIO - a estação das chuvas é a indicada para iniciar o plantio de gengibre, em especial os meses de setembro a novembro. O gengibre prefere os climas tropical e subtropical, porém há variedades que se adaptam às temperaturas baixas de regiões mais frias. Entre as popularmente conhecidas estão a branca, azul e amarela. Dê preferência por mudas de qualidade e oriundas de lavouras que não sofreram ataque de doenças.
PLANTIO - o solo ideal é o argilo-arenoso, fértil, com pH entre 5,5 e 6,0 e boa drenagem. Embora a cultura necessite de muita água para se desenvolver, ela não suporta encharcamento. Troque de local a cada safra, para evitar queda nas próximas produções.
ESPAÇAMENTO - deixe os sulcos de plantio com cerca de 15 centímetros de profundidade, oito centímetros a distância entre os rizomas e um metro entre as linhas.
ADUBAÇÃO - recomenda-se para a adubação 240 quilos por hectare de P2O5, além de incorporar 30 quilos por hectare de N e 70 quilos por hectare de K20 nas amontoas - wcobertura de terra dos rizomas (ver item propagação). Caso seja necessário o uso de calcário para a correção do terreno, aplique o produto no mínimo três meses antes de começar o cultivo. O índice de saturação não pode estar abaixo de 50%.
PRODUÇÃO - o tempo para colher o gengibre varia de sete a dez meses, o que ocorre entre junho e agosto. O amarelecimento das folhas avisa que o rizoma amadureceu. Ele pode ser extraído da terra manualmente. A produção por hectare pode atingir 15 toneladas do produto fresco e três toneladas do seco.
PROPAGAÇÃO - o gengibre propaga-se por meio de gomos. São pedaços de rizoma com um a dois brotos. Em um mês, as mudas estão prontas para o transplante em local definitivo. Os rizomas devem ser cobertos com uma camada de dez centímetros de terra depois de plantados. Mas como crescem para cima, é preciso cobri-los periodicamente.

Visão geral criada por IA

O cultivo de gengibre (Zingiber officinaleprospera em climas tropicais/subtropicais (17°C-35°C), exigindo solos argilo-arenosos férteis, bem drenados e com pH 5,5-6,5. O plantio ocorre entre agosto e novembro, com colheita de 7 a 10 meses após, quando as folhas amarelam. A cultura prefere umidade, mas não encharcamento, e é uma excelente opção de alto valor comercial.
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domingo, 5 de abril de 2026

Introdução: Pragas da Cebola

 

  • A produção brasileira de cebola está concentrada nos Estados da Região Sul, nos Estados de São Paulo e Minas Gerais na Região Sudeste, no Estado de Goiás na Região Centro-Oeste e nos Estados da Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte na Região Nordeste. Em 2009, a produção no Brasil foi estimada em 1.512 mil toneladas colhidas em uma área 66 mil hectares com produtividade média de22,9 t.ha-1.

  • Nos Estados produtores, o período de cultivo, em geral, vai de fevereiro a novembro, época considerada ideal para esta hortaliça. O cultivo deverão (semeio no final da primavera a início do verão) tem como principal inconveniente a albificação sob altas temperaturas, chuvas excessivas e maior incidência de doenças, pragas e plantas daninhas. A implantação da acultura no Brasil é feita, predominantemente, pelo método de transplante de mudas, embora a adoção do método de semeadura direta tenha aumentado nos últimos anos. No Estado de Goiás, onde a produção é realizada por agricultores altamente tenrificados, a semeadura direta é o método utilizado na implantação da cultura. Esta grande versatilidade oferecida pela cultura da cebola permites sua exploração e m diferentes condições edafoclimáticas, estruturas fundiárias e níveis tecnológicos, assim garantindo sua importância econômica e social dentro do agronegócio de hortaliças no Brasil.

    Vários insetos e ácaros utilizam a cebola como planta hospedeira; entretanto, poucas espécies têm sido registradas causando prejuízo à cultura. Algumas pragas são esporádicas e regionais, outras ocorrem com menor frequência e em níveis populacionais baixos, sem causa danos, e poucas requerem a adoção de medidas de controle. Para facilitar a identificação das pragas e a operacionalização das medidas de controle, de forma integrada, os insetos e ácaros fitófagos foram reunidos em dois grupos distintos, sendo: pragas chave e secundárias ou ocasionais. Como praga chave, considera-se aquela que, com frequência, provoca perdas econômicas, exigindo medidas de controle. Praga secundária é aquela que, embora cause danos à cultura, raramente provoca prejuízos e, quando isso ocorre, verifica-se em áreas localizadas e em determinado período.

  • O ciclo da cultura da cebola é completado em 125a 140 dias, dependendo da cultivar, do sistema de cultivo (semeadura direta ou transplante de mudas) e das condições climáticas. A ocorrência das pragas conforme a fenologia da planta pode ser observada na Figura 1, e deve ser levada em consideração quando for realizado o monitoramento a campo. As vistorias no cultivo devem ser realizadas pelo menos uma vez por semana, em 10 pontos escolhidos ao acaso, na bordadura e dentro da lavoura, para se verificar a ocorrência de pragas, a detecção dos focos de infestação e se há necessidade de adotar medidas de controle.

  • Visão geral criada por IA

    • tripes (Thrips tabaci) é a principal praga da cebola no Brasil, causando manchas prateadas e retorcimento das folhas, o que reduz o tamanho dos bulbos. Outras pragas incluem a mosca-da-semente, mosca-da-cebola, ácaros, vaquinhas e lagartas, que atacam desde a muda até a colheita. O controle envolve monitoramento, uso de inseticidas seletivos, rotação de culturas e manejo da irrigação.

    • Principais Pragas da Cebola: 

    • Tripes (Thrips tabaci): Insetos muito pequenos (1 mm) de coloração amarelo-clara a marrom, que formam colônias nas bainhas das folhas e sugam a seiva. Favorecidos por clima quente e seco, causam manchas prateadas, deformação das folhas ("pescoço" torto) e reduzem drasticamente a produção.

    • Ácaro-da-cebola (Aceria tulipae): Ácaros vermiformes que causam retorcimento das folhas em forma de chicote, estrias cloróticas e nanismo da planta, além de danificar bulbos no armazém.

    • Mosca-da-semente (Delia platura): Larvas brancas (sem pernas) que atacam o subsolo, destruindo bulbos e causando amarelecimento/morte das folhas.

    • Lagarta-das-folhas (Helicoverpa zea): Danifica as folhas e pode destruir parcial ou totalmente os bulbos.

    • Vaquinha (Diabrotica spp.): Os adultos rasgam as folhas de plantas jovens.

    • Grilos (Gryllus spp.): Cortam mudas jovens no canteiro. 

    • Manejo e Controle:

      • Controle Químico: Uso de inseticidas seletivos para proteger inimigos naturais, como predadores de tripes (percevejos-piratas e crisopídeos).

      • Controle Biológico: Uso de inimigos naturais, embora susceptíveis a inseticidas de amplo espectro.

      • Monitoramento: Acompanhamento regular da cultura para identificar populações de pragas, favorecido por clima seco. 

      Principais Doenças Associadas:

    • Além dos insetos, doenças como Míldio, Queima das pontas (Botrytis), Raiz rosada, Antracnose e Podridão basal (Fusarium) causam grandes prejuízos e podem ser favorecidas por danos causados por pragas

    • Controle Cultural: Rotação de culturas com espécies não hospedeiras (gramíneas), eliminação de restos culturais e plantas daninhas.

Pragas da Cebola

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sexta-feira, 3 de abril de 2026

Como fazer horta em casa

Como fazer horta em casa

Resumo:1º passo: escolher o lugar ideal2º passo: garantir os utensílios necessários3º passo: preparar o solo para receber sua horta4º passo: selecionar as espécies desejadas5º passo: plantar as sementesComo cultivar horta em casa: confira os principais cuidados1. Adube e regue com a frequência necessária2. Ofereça os nutrientes necessários para a horta3. Proteja contra pragas4. Colha no momento

Com uma horta caseira, fica fácil ter acesso a hortaliças, temperos, frutos e outros alimentos orgânicos e frescos. Além de ser uma opção mais saudável, também é um hobby enriquecedor, já que as plantações exigem atenção e cuidado diário. Mas, afinal, 

como fazer horta em casa?

Plantar suas próprias folhas e especiarias em casa é uma tarefa simples. Basta ter em mãos algumas ferramentas que vão ajudar na rotina e conhecer os cuidados mais importantes para garantir a durabilidade e saúde das espécies. Confira, a seguir, o passo a passo e as principais 

dicas para fazer horta em casa.

1º passo: escolher o lugar ideal

A primeira etapa é escolher onde ela será cultivada. Parece óbvio, mas as plantinhas precisam de um bom espaço com condições favoráveis para seu crescimento saudável. Luminosidade e ventilação são dois dos pontos mais importantes.

Quintais ou jardins grandes e ao ar livre são ótimos locais para uma horta caseira. Já para quem tem pouco espaço, como apartamentos ou casas menores, uma ideia é fazer uma mini horta em casa com vasos de polipropileno ou garrafas pet, sempre com furos no fundo para evitar o acúmulo de água.

Outra boa sugestão é a horta vertical na varanda ou próxima a uma janela. Nessa opção, os vasos são montados em suportes na parede, o que economiza espaço e torna o trabalho ainda mais prático. Essa é uma boa alternativa para iniciantes também.

2º passo: garantir os utensílios necessários

Por falar em vasos e garrafas pet, a próxima etapa é garantir os utensílios necessários para fazer a horta caseira, como vasos e ferramentas. Uma escolha muito interessante é o vaso autoirrigável, que proporciona água para as plantas de maneira prática, interessante para quem tem uma rotina corrida.

Entre as ferramentas úteis para fazer e cultivar uma horta em casa, estão: pá e enxada para preparar o solo; luvas de jardim para proteger as mãos; mangueiras ou regador; tesoura de podar; pulverizadores de água para umedecer o solo ou as folhas; e baldes para preparar misturas de solo ou diluir fertilizantes.

3º passo: preparar o solo para receber sua horta

Um passo que não pode faltar, seja em horta em casas simples ou em hortas maiores e mais complexas, é a preparação do solo. Para isso, é válido começar limpando o local, retirando pedras ou outras matérias orgânicas indesejadas. Em seguida, utilize um kit específico para avaliar o pH do solo.

A adição de adubo ou fertilizante também é uma etapa importante. Esses compostos melhoram a estrutura do solo e fornecem nutrientes importantes para o crescimento das plantas. Em caso de hortas em vasos ou outros recipientes, garanta que eles tenham boa drenagem, com buracos na parte de baixo.

4º passo: selecionar as espécies desejadas

Na missão de como fazer horta em casa, um dos passos mais interessantes é escolher as espécies que serão plantadas. Nesta etapa, vale unir tanto o que você gosta quanto o que será mais prático para a rotina de cuidados, levando em consideração o espaço disponível e as condições do local.

Por exemplo, hortaliças e temperos exigem luz de forma constante e, por isso, precisam de espaços com luminosidade. Para quem não decidiu o que plantar na horta em casa, algumas boas sugestões para iniciantes são: manjericão, tomilho, salsa, alecrim e hortelã. Aos poucos, é possível evoluir e escolher outras espécies.

5º passo: plantar as sementes

Com o espaço definido, a terra preparada e as sementes ou mudas escolhidas, é hora de plantá-las. Nesta etapa, é essencial se atentar aos cuidados exigidos por cada espécie. Para isso, vale entrar em contato com pessoas especializadas ou buscar informações na internet sobre cada planta.

Lembre-se de verificar quais os nutrientes fundamentais para as espécies, a fim de fertilizar e fortalecer o solo com os componentes necessários. Também pesquise e anote qual a frequência ideal de adubagem e irrigação que cada planta precisa para sua sobrevivência.

Como cultivar horta em casa: confira os principais cuidados

Agora que você já sabe como fazer horta em casa, é hora de ver algumas dicas para mantê-la sempre saudável e garantir sua durabilidade. A seguir, confira o que é importante ter sempre em mente:

1. Adube e regue com a frequência necessária

Como falado anteriormente, cada espécie da horta tem necessidades específicas: algumas precisam ser regadas com mais frequência e outras menos. O mesmo vale para a adubação. O que é bom para uma planta não necessariamente é benéfico para outra. Atente-se às particularidades de cada uma.

2. Ofereça os nutrientes necessários para a horta

Fornecer nutrientes necessários para o crescimento das espécies faz parte das dicas de como cuidar da horta em casa. Veja quais compostos orgânicos

podem ajudar na nutrição, como húmus de minhoca ou bokashi – um produto agrícola obtido a partir de uma mistura vegetal fermentada e microorganismos


3. Proteja contra pragas

Também é muito importante ficar atento às pragas, pois elas podem prejudicar toda a horta, e não somente a planta que foi infectada inicialmente. Ao notar qualquer característica suspeita nas hortaliças, use produtos para combatê-las rapidamente. É o caso de inseticidas e pesticidas.

4. Colha no momento certo

O tempo certo para a colheita varia para cada espécie, e essa é uma informação importante de como cultivar horta em casa. Além disso, vale considerar as condições do ambiente, os cuidados com a irrigação, o solo e a existência de pragas, que podem influenciar o desenvolvimento de cada planta.

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Uma horta é um espaço dedicado ao cultivo de hortaliças, legumes, ervas aromáticas e plantas medicinais. Ter uma horta em casa, seja no quintal, em vasos ou de forma vertical, garante alimentos frescos e livres de agrotóxicos.

1. Escolha o Local Ideal

  • Luz Solar: O local deve receber pelo menos 4 a 5 horas de sol direto por dia.

  • Acesso à Água: Deve haver uma fonte de água próxima para facilitar a irrigação regular.

  • Drenagem: O solo ou o recipiente deve permitir que o excesso de água escoe para evitar o apodrecimento das raízes. 

2. Prepare o Solo (ou Substrato) 

  • Solo: Para canteiros na terra, descompacte o solo (cerca de 25 cm de profundidade) e corrija a acidez com calcário, se necessário.

  • Adubação: Utilize adubos orgânicos como húmus de minhoca, esterco curtido ou composto orgânico para nutrir as plantas.

  • Vasos: Se não tiver terra firme, use uma mistura de terra vegetal com adubo.

3. O que Plantar?

Se você é iniciante, comece com espécies de cultivo mais fácil: 

  • Folhas: Alface, rúcula e couve.

  • Temperos: Cebolinha, salsinha, manjericão e coentro.

  • Legumes rápidos: Rabanete e cenoura. 

  • 4. Manutenção Básica

    • Rega: Mantenha a terra úmida, mas nunca encharcada. No início, as mudas precisam de regas mais frequentes.

    • Controle de Pragas: Prefira soluções naturais, como calda de fumo ou água com sabão neutro, para afastar pulgões e lagartas.

    • Cobertura de Solo: Use palha ou folhas secas sobre a terra para manter a umidade e evitar o crescimento de ervas daninhas.

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domingo, 8 de março de 2026

CULTIVO DO MANJERICÃO


 

O manjericão (Ocimum basilicumé uma erva aromática versátil, famosa na culinária (molho pesto, saladas, massas) e na medicina popular por suas propriedades digestivas, calmantes e antioxidantes. Rico em óleos essenciais, é ideal para o alívio de tosses, resfriados e ansiedade. Fácil de cultivar em sol pleno, exige regas regulares e poda frequente.

Manjericão

Nome científico: Ocimum basilicum L.

Família: Lamiaceae (Labiatae).

Nomes populares: Alfavaca (conhecido na Região Norte), alfavaca doce; manjericão doce, remédio de vaqueiro; erva-real; manjericão da folha grande etc.

Origem: Provavelmente chegou à Europa, vinda da Índia, passando pelo Oriente Médio. É subespontâneo em todo o Brasil.



Hábito: Herbácea anual.

Descrição botânica: Planta herbácea anual, de polinização cruzada, resultando em grande número de subespécies, variedades e formas. Muito ramificada, aromática e perfumada; atinge 0,5 a 1m de altura. Possui haste reta com muitas folhas carnosas, ovaladas, sem pêlos e de cor verde-brilhante. Na face inferior das folhas existem minúsculas covas, onde se formam gotículas de essências. Suas flores são brancas ou avermelhadas, formando espigas e seus frutos são aquênios (fruto minuto, seco e indeiscente).


Cultivo: Adapta-se bem em climas subtropical e temperado quente e úmido. Vegeta em solos ricos em matéria orgânica e permeáveis. Propagada por sementes e enraizamento de estacas. No plantio por sementes ralear 2 a 3 semanas após a germinação. O transplante deve ser feito quando a plântula estiver com 3 cm. Recomenda-se plantar no espaçamento de 0,25 x 0,50m, com adubação de 5 kg de esterco de curral por m2. A colheita é feita quando a planta entrar em floração para não perder seu aroma, colhendo-se as folhas, de preferência, pela manhã até 11:00 horas. A produção é de 0,5 kg/ m2. Pode ser armazenado fresco em sacos plásticos por uma semana.




Constituintes químicos: Óleos essenciais (eugenol, estragol, linalol, lineol, alcanfor, cineol, pineno e timol), taninos, saponinas, flavonóides, ácido cafeíco e esculosídeo.

Parte da planta para uso: Folhas, sementes e raízes. Utilizar a planta fresca de preferência, pois há perda de seus princípios ativos ao secar e ferver.

Formas de uso: Banho, xarope, infusão, cataplasma, decocção (raízes).

Indicação: Usada nos estados gripais, bronquites, é estimulante digestiva, carminativa, antiespasmódica, antifebril, sudorífico, diurético, aumenta a secreção do leite, antitussígeno, mau-hálito.

Modo de usar

Feridas - cataplasma: Aplicar cataplasma de folhas frescas sobre a parte afetada, cobrindo-o com gaze.

Tuberculose pulmonar - xarope: Lavar bem as raízes de uma planta de manjericão, cozinhar por 20 minutos, coar, acrescentar açúcar ao chá e deixar ferver até formar consistência. Tomar uma colher quatro vezes ao dia.

Gripe e resfriado - banho: Fazer cozimento de folhas frescas de manjericão com folhas de mucura-caá, folhas de laranjeira e de limoeiro. Deixar amornar e tomar banho pela manhã, por uma semana.

Afecções da boca e garganta - decocção: Em ½ litro de água, acrescentar 50 g de folhas secas e 100 g de folhas frescas de manjericão. Ferver por 10 minutos, deixar esfriar e fazer bochechos e gargarejos.

Espasmos - Infusão: Uma colher de folhas de manjericão em uma xícara de água fervente. Abafar e tomar;

Queda de cabelo - Infusão: Uma xícara de folhas frescas em ½ litro de água fervente. Depois de 15 minutos espremer bem as folhas e banhar a cabeça com o líquido, fazendo fricções no couro cabeludo.


Possibilidades comerciais e industriais: Utilizado no preparo de fitoterápicos e pela indústria alimentícia em molhos e temperos e ainda fornece aroma aos pratos do dia a dia. É componente importante e determinante da qualidade da maioria das plantas utilizadas como condimento.

Mercado: Atualmente, a nível local são vendidas as folhas frescas nos supermercados.


Visão geral criada por IA

Para plantar manjericão, escolha um vaso com furos e boa drenagem (argila expandida no fundo), use substrato fértil e plante sementes a 0,5-1 cm de profundidade ou mudas. O manjericão precisa de pelo menos 4 a 6 horas de sol direto por dia, regas frequentes para manter a terra úmida (sem encharcar) e adubação regular.

Dicas de Cultivo e Cuidado:

  • Sol: Essencial para o aroma; quanto mais sol, melhor, mas tolera meia-sombra em dias muito quentes.

  • Rega: Mantenha o solo húmido, evitando encharcar. Evite molhar as folhas diretamente para prevenir doenças.

  • Solo=Fértil e drenável. Misturas com húmus de minhoca funcionam bem

O manjericão pode ser colhido continuamente, o que ajuda a planta a ficar mais cheia.

  • Poda/Colheita: Corte os ramos acima de um par de folhas para estimular o crescimento, cerca de 2 meses após o plantio.

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