google.com, pub-8049697581559549, DIRECT, f08c47fec0942fa0 HORTA E FLORES: abril 2026

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Plantio em pequenos espaços (VÍDEO)

 Plantio em pequenos espaços

Como informa o livro preparado pela equipe da AIPA, se não houver uma área de "chão de terra" , dá para implantar uma "mini-horta" aproveitando floreiras, caixotes, ou latas. Basta ter sol durante parte do dia, água, terra fértil (que preparamos com adubo orgânico) e ... muito carinho. Vamos a alguns detalhes, fornecidos por Marcelo Mattiuci, coordenador de Educação Ambiental da AIPA e do projeto "Hortas Escolares sem Agrotóxicos":
Escolha um local que receba sol pelo menos cinco horas por dia, bem arejado, mas evitando o excesso de vento que prejudica as plantas.
1- Prepare o recipiente, colocando no fundo uma camada de cascalho ou cacos de cerâmica, para facilitar o escoamento da água, e - sobre ela - a terra com composto. Uma dica é colocar o recipiente sobre um suporte, não muito alto: assim o excesso de água sairá mais facilmente, sem impedir que a garotada realize os tratos culturais necessários;
2- Você poderá fazer o plantio em recipientes de qualquer material resistente à umidade: floreiras, tubos cortados de plástico, pneus cortados ao meio, latas, caixas de madeira como aquelas usadas por comerciantes para carregar verduras. O segredo é garantir que tenham pelo menos um palmo de profundidade (cerca de 20 cm) para a mistura de terra e composto orgânico;
As crianças podem participar de todo o processo, desde a escolha do local, até a colheita. Mas, se o espaço é pequeno, a dica é que as tarefas sejam divididas: por exemplo, um grupo pode ser encarregado da rega nos dias pares, e outro, nos ímpares.
3- Se o recipiente tiver até 25 cm de profundidade, plante ervas (cebolinha, salsinha, coentro, salsa) ou hortaliças de raiz menos profunda (como alface, espinafre, rabanete, rúcula, chicória, agrião). Caso seja mais fundo, aproveite: além das ervas e verduras, dará para plantar espécies maiores, ou/e de raízes mais profundas, como couve, brócolis, pimentão, cenoura.
O plantio em pequenos espaços (apartamentos, varandas) é viável utilizando vasos, jardineiras ou hortas verticais com boa drenagem e substrato rico. Escolha locais com 4-6 horas de sol, prefira hortaliças de crescimento rápido (alface, rúcula, temperos) e adense o plantio em caixas para maximizar a colheita.

Dicas Essenciais para Cultivo Urbano:
  • Verticalização: Use treliças, paletes, calhas suspensas ou prateleiras para aproveitar paredes.
  • Recipientes: Vasos de 50 cm² a 1 m² ou caixas permitem raízes mais saudáveis que vasos pequenos individuais.
  • Substrato e Drenagem: Utilize substrato comercial rico em matéria orgânica e faça furos nos vasos, usando argila expandida ou brita no fundo para evitar o apodrecimento das raízes.
  • Melhores Plantas: Temperos (manjericão, salsinha, cebolinha), hortaliças de folhas (alface, rúcula, couve) e rabanete são ideais.
  • Combinação de Culturas: Plante espécies que se ajudam (ex: morango com alho) e aproveite a rotação de culturas.
  • Luz Solar: A maioria das hortaliças precisa de sol direto, especialmente o da manhã ou final da tarde.
  • Manutenção:
    • Irrigação: Água deve umedecer o solo até 10-15 cm de profundidade, sem encharcar.
    • Adubação: Como o espaço é reduzido, a adubação orgânica (húmus de minhoca, esterco curtido) é crucial para nutrir a planta.
    • Poda: Poda frequente de ervas como cebolinha e salsinha estimula o crescimento contínuo.
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sexta-feira, 10 de abril de 2026

GELEIA DE VINAGREIRA: (VÍDEO)


GELEIA DE VINAGREIRA

No Brasil, principalmente no nordeste o Hibisco (Hibiscus sabdariffa) é conhecido como Vinagreira. As folhas que são bem azedinhas (daí o nome) são usadas como ingredientes de alguns pratos típicos da cozinha nordestina. Já aqui para o Sul e Sudeste tenho o visto sendo vendido com o nome de ?Flor de Groselha? ou ?Groselheira?.
Depois da florada as flores já polinizadas murcham e ficam os cálices que crescem e tornam-se carnudos. E é essa parte da planta que colhemos e faremos uso.
Os cálices de Hibisco podem ser usados frescos ou desidratados. E podem ser encontrados em mercados municipais e feiras livres durante a safra. Já o Hibisco desidratado é encontrado durante o ano todo em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação e em empórios de produtos gourmet.

Hortaliça de origem africana, a vinagreira (Hibiscus sabdariffa. L) está plenamente adaptada as condições edafoclimáticas do estado do Maranhão suas folhas servem de base para vários pratos da culinária maranhense. A vinagreira possui alto valor nutritivo, baixo custo, fácil cultivo principalmente para as famílias de baixa renda que produzem e consomem um produto que contem nutrientes funcionais como minerais e vitaminas, a exemplo do ferro e vitamina C e assim, adquirindo grande importância socioeconômica, entretanto, na sua comercialização existe uma perda significativa, a qual esta ligada principalmente a fator biológico que indicam números preocupantes para os produtores que comercializam a vinagreira in natura antocianinas, compostos fenólicos totais,açúcares redutores,açúcares não redutores,fibras,minerais e valor calórico,as análises microbiológicas avaliaram os produtos e estes apresentaram condições higiênicos sanitárias satisfatórias.A analise sensorial apresentou médias superiores a sete em uma escala hedônica de nove pontos,que representa a impressão “gostei moderadamente” indicando que o sabor característico da hortaliça vinagreira foi bem recebido pelos consumidores. O percentual de provadores que demonstrou intenção de compra para geleia e doce de corte de vinagreira foi bastante representativo, evidenciando a possibilidade de introduzir no mercado produtos a base de vinagreira, aumentando a vida de prateleira e o valor agregado da hortaliça

Visão geral criada por IA

A geleia de vinagreira (hibisco, Hibiscus sabdariffaé um doce artesanal de sabor ácido e cor intensa, feito com os cálices frescos da planta. A receita básica envolve ferver 2 xícaras de cálices limpos com 1 xícara de açúcar e um pouco de água até dar ponto de geleia, resultando em um acompanhamento perfeito para torradas, queijos e bolos

Como fazer geleia de vinagreira (Receita Simples):
  • Ingredientes: Cálices de vinagreira frescos, açúcar (proporção geralmente 2:1 ou 1:1, conforme a doçura desejada) e água.
  • Preparo:
    1. Limpeza: Desfolhe o hibisco, separe os cálices e descarte a semente interna.
    2. Cozimento: Leve os cálices ao fogo com água (apenas para cobrir ou cerca de 1 copo) e açúcar.
    3. Ponto: Cozinhe mexendo sempre em fogo médio por cerca de 5 a 15 minutos, ou até reduzir, engrossar e os cálices desmancharem.
    4. Finalização: Deixe esfriar e armazene em potes esterilizados.
Dicas e Variações:
  • Textura: Para uma geleia mais rústica, deixe os cálices inteiros; para mais fina, pode-se bater no liquidificador após cozinhar.
  • Sabor: Pode-se adicionar suco de meio limão para realçar a cor e o sabor, ou uma pitada de pectina para maior firmeza.
  • Uso: Ótima para acompanhar pães, torradas, cream cheese e bolos.
  • Benefícios: A vinagreira é conhecida por ser antioxidante e diurética

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quinta-feira, 9 de abril de 2026

A CULTURA DO AÇAFRÃO


Classificação científica
Reino: Plantae
Classe: Liliopsida
Divisão: Magnoliophyta
Ordem: Zingiberales
Subclasse: Zingiberidae Família: Zingiberaceae
Nome binomial: Cúrcuma longa Linnaeus
Género: Cúrcuma Espécie: C. longa

O açafrão-da-terra, conhecido também como cúrcuma, açafrão-da-índia, açafroa e gengibre amarelo, é uma planta herbácea é originária da Índia e foi introduzida no Brasil pelos colonizadores. É uma especiaria extraída da Cúrcuma longa, uma planta da família do gengibre (Zingiberaceae), nativa da Ásia (Índia e Indonésia). É o principal componente do tempero do caril (prato culinário) à indiana (ou curry). Sua característica principal é como digestivo e ativador da função hepática.
Da sua raiz seca e moída se extrai o pó, utilizado como condimento ou corante de cor amarela e brilhante, na culinária e no preparo de medicamentos.
Propriedades
É uma planta perene com ramificações laterais compridas. A parte utilizada da planta é o rizoma (raiz), que externamente apresenta uma coloração esbranquiçada ou acinzentada e internamente amarelada. Do rizoma saem as folhas e as hastes florais. Reproduz-se por pedaços do rizomas que apresentam gemas (olhos) com plantio em solo argiloso, fértil e de fácil drenagem. Depois da planta adaptada ao local, alastra-se, pois o rizoma principal emite numerosos rizomas laterais. É uma planta difícil de ser destruída. A colheita deve ocorrer na época em que a planta perde a parte aérea, depois da floração. Nesta fase, os rizomas apresentam pigmentos amarelos intensos.

Atualmente, a busca e a intensificação do uso de plantas medicinais pela população ocorre até nas sociedades mais industrializadas. É um fenômeno surpreendente, podendo-se concluir que os produtos de origem natural podem ser tão eficientes quanto os produzidos a partir de síntese química.
Produtos naturais apurados de maneira sustentável, com práticas de manejo e conservação que visem preservar a biodiversidade, constituem fonte alternativa de renda para pequenos produtores que ofereçam produtos comercialmente viáveis.
É uma planta herbácea, anual, aromática, com ramificações laterais compridas. A parte utilizada da planta é o rizoma (raiz), que externamente apresenta uma coloração esbranquiçada ou acinzentada e amarelada internamente. Do rizoma saem folhas grandes e flores amareladas. Reproduz-se por pedaços do rizoma que apresentam gemas (olhos), devendo ser cultivada em solo argiloso, fértil e de fácil drenagem. Cada rizoma mede até 10 cm de comprimento e, quando cortado, mostra uma superfície de cor vermelho-alaranjada. Tem cheiro forte agradável, sabor aromático e picante. Da sua raiz seca e moída se extrai o pó, utilizado na culinária como condimento ou corante de cor amarela e brilhante, e no preparo de medicamentos. Em sua composição química, o principal constituinte é a curcumina, possuindo também óleos essenciais de excelente qualidade técnica e organoléptica, que juntos possibilitam estender sua utilização também aos mercados de perfumaria e têxtil

Visão geral criada por IA

  • A cultura do açafrão-da-terra (Curcuma longaé uma opção rentável e de fácil manejo, adaptada a climas quentes e solos férteis. O plantio ocorre geralmente na primavera (setembro-novembro) através de rizomas, com colheita manual após o amarelecimento das folhas (inverno), rendendo cerca de 5% de pó seco a partir da raiz fresca.

Principais Aspectos do Cultivo

  • Clima e Solo: Exige temperaturas elevadas (clima tropical/subtropical) e solos bem drenados, ricos em matéria orgânica. Não tolera geadas.

  • Plantio: Utiliza-se rizomas ("raízes") partidos. Deve-se cobri-los com terra (idealmente 5-10 cm de profundidade) e manter o solo úmido, mas não encharcado.

  • Ciclo e Colheita: O ciclo é de aproximadamente 120 a 150 dias. A colheita é feita no final do outono/inverno, quando a parte aérea seca e amarela.

  • Produção: A produtividade é alta, com média de 5 toneladas por hectare, sendo comum o plantio em agricultura familiar.

Processamento do Açafrão

O beneficiamento é majoritariamente artesanal:

  1. Limpeza: Lavagem das raízes para remover a terra.

  2. Corte: Redução em pedaços menores para facilitar a desidratação.

  3. Secagem: Ocorre em fornos a cerca de 45 a 60 graus   por até 30 horas até o produto desidratar.

  4. Trituração: Moagem dos rizomas secos até obter o pó fino.


Dicas de Manejo

  • Espaçamento: Recomenda-se um espaçamento que facilite o manejo, geralmente em canteiros com 10-15 cm entre plantas.

  • Irrigação: A irrigação deve ser constante, mas reduzida 15 dias antes da colheita.

  • Adubação: O açafrão responde bem a adubação orgânica, com aplicação cerca de 30 dias após o plantio. 

    Infoteca Embrapa Infoteca Embrapa +1

A produção no Brasil concentra-se no estado de Goiás, com destaque para o município de Mara Rosa.

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terça-feira, 7 de abril de 2026

Cultura do Gengibre


Cultura do Gengibre

INÍCIO - a estação das chuvas é a indicada para iniciar o plantio de gengibre, em especial os meses de setembro a novembro. O gengibre prefere os climas tropical e subtropical, porém há variedades que se adaptam às temperaturas baixas de regiões mais frias. Entre as popularmente conhecidas estão a branca, azul e amarela. Dê preferência por mudas de qualidade e oriundas de lavouras que não sofreram ataque de doenças.
PLANTIO - o solo ideal é o argilo-arenoso, fértil, com pH entre 5,5 e 6,0 e boa drenagem. Embora a cultura necessite de muita água para se desenvolver, ela não suporta encharcamento. Troque de local a cada safra, para evitar queda nas próximas produções.
ESPAÇAMENTO - deixe os sulcos de plantio com cerca de 15 centímetros de profundidade, oito centímetros a distância entre os rizomas e um metro entre as linhas.
ADUBAÇÃO - recomenda-se para a adubação 240 quilos por hectare de P2O5, além de incorporar 30 quilos por hectare de N e 70 quilos por hectare de K20 nas amontoas - wcobertura de terra dos rizomas (ver item propagação). Caso seja necessário o uso de calcário para a correção do terreno, aplique o produto no mínimo três meses antes de começar o cultivo. O índice de saturação não pode estar abaixo de 50%.
PRODUÇÃO - o tempo para colher o gengibre varia de sete a dez meses, o que ocorre entre junho e agosto. O amarelecimento das folhas avisa que o rizoma amadureceu. Ele pode ser extraído da terra manualmente. A produção por hectare pode atingir 15 toneladas do produto fresco e três toneladas do seco.
PROPAGAÇÃO - o gengibre propaga-se por meio de gomos. São pedaços de rizoma com um a dois brotos. Em um mês, as mudas estão prontas para o transplante em local definitivo. Os rizomas devem ser cobertos com uma camada de dez centímetros de terra depois de plantados. Mas como crescem para cima, é preciso cobri-los periodicamente.

Visão geral criada por IA

O cultivo de gengibre (Zingiber officinaleprospera em climas tropicais/subtropicais (17°C-35°C), exigindo solos argilo-arenosos férteis, bem drenados e com pH 5,5-6,5. O plantio ocorre entre agosto e novembro, com colheita de 7 a 10 meses após, quando as folhas amarelam. A cultura prefere umidade, mas não encharcamento, e é uma excelente opção de alto valor comercial.
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domingo, 5 de abril de 2026

Introdução: Pragas da Cebola

 

  • A produção brasileira de cebola está concentrada nos Estados da Região Sul, nos Estados de São Paulo e Minas Gerais na Região Sudeste, no Estado de Goiás na Região Centro-Oeste e nos Estados da Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte na Região Nordeste. Em 2009, a produção no Brasil foi estimada em 1.512 mil toneladas colhidas em uma área 66 mil hectares com produtividade média de22,9 t.ha-1.

  • Nos Estados produtores, o período de cultivo, em geral, vai de fevereiro a novembro, época considerada ideal para esta hortaliça. O cultivo deverão (semeio no final da primavera a início do verão) tem como principal inconveniente a albificação sob altas temperaturas, chuvas excessivas e maior incidência de doenças, pragas e plantas daninhas. A implantação da acultura no Brasil é feita, predominantemente, pelo método de transplante de mudas, embora a adoção do método de semeadura direta tenha aumentado nos últimos anos. No Estado de Goiás, onde a produção é realizada por agricultores altamente tenrificados, a semeadura direta é o método utilizado na implantação da cultura. Esta grande versatilidade oferecida pela cultura da cebola permites sua exploração e m diferentes condições edafoclimáticas, estruturas fundiárias e níveis tecnológicos, assim garantindo sua importância econômica e social dentro do agronegócio de hortaliças no Brasil.

    Vários insetos e ácaros utilizam a cebola como planta hospedeira; entretanto, poucas espécies têm sido registradas causando prejuízo à cultura. Algumas pragas são esporádicas e regionais, outras ocorrem com menor frequência e em níveis populacionais baixos, sem causa danos, e poucas requerem a adoção de medidas de controle. Para facilitar a identificação das pragas e a operacionalização das medidas de controle, de forma integrada, os insetos e ácaros fitófagos foram reunidos em dois grupos distintos, sendo: pragas chave e secundárias ou ocasionais. Como praga chave, considera-se aquela que, com frequência, provoca perdas econômicas, exigindo medidas de controle. Praga secundária é aquela que, embora cause danos à cultura, raramente provoca prejuízos e, quando isso ocorre, verifica-se em áreas localizadas e em determinado período.

  • O ciclo da cultura da cebola é completado em 125a 140 dias, dependendo da cultivar, do sistema de cultivo (semeadura direta ou transplante de mudas) e das condições climáticas. A ocorrência das pragas conforme a fenologia da planta pode ser observada na Figura 1, e deve ser levada em consideração quando for realizado o monitoramento a campo. As vistorias no cultivo devem ser realizadas pelo menos uma vez por semana, em 10 pontos escolhidos ao acaso, na bordadura e dentro da lavoura, para se verificar a ocorrência de pragas, a detecção dos focos de infestação e se há necessidade de adotar medidas de controle.

  • Visão geral criada por IA

    • tripes (Thrips tabaci) é a principal praga da cebola no Brasil, causando manchas prateadas e retorcimento das folhas, o que reduz o tamanho dos bulbos. Outras pragas incluem a mosca-da-semente, mosca-da-cebola, ácaros, vaquinhas e lagartas, que atacam desde a muda até a colheita. O controle envolve monitoramento, uso de inseticidas seletivos, rotação de culturas e manejo da irrigação.

    • Principais Pragas da Cebola: 

    • Tripes (Thrips tabaci): Insetos muito pequenos (1 mm) de coloração amarelo-clara a marrom, que formam colônias nas bainhas das folhas e sugam a seiva. Favorecidos por clima quente e seco, causam manchas prateadas, deformação das folhas ("pescoço" torto) e reduzem drasticamente a produção.

    • Ácaro-da-cebola (Aceria tulipae): Ácaros vermiformes que causam retorcimento das folhas em forma de chicote, estrias cloróticas e nanismo da planta, além de danificar bulbos no armazém.

    • Mosca-da-semente (Delia platura): Larvas brancas (sem pernas) que atacam o subsolo, destruindo bulbos e causando amarelecimento/morte das folhas.

    • Lagarta-das-folhas (Helicoverpa zea): Danifica as folhas e pode destruir parcial ou totalmente os bulbos.

    • Vaquinha (Diabrotica spp.): Os adultos rasgam as folhas de plantas jovens.

    • Grilos (Gryllus spp.): Cortam mudas jovens no canteiro. 

    • Manejo e Controle:

      • Controle Químico: Uso de inseticidas seletivos para proteger inimigos naturais, como predadores de tripes (percevejos-piratas e crisopídeos).

      • Controle Biológico: Uso de inimigos naturais, embora susceptíveis a inseticidas de amplo espectro.

      • Monitoramento: Acompanhamento regular da cultura para identificar populações de pragas, favorecido por clima seco. 

      Principais Doenças Associadas:

    • Além dos insetos, doenças como Míldio, Queima das pontas (Botrytis), Raiz rosada, Antracnose e Podridão basal (Fusarium) causam grandes prejuízos e podem ser favorecidas por danos causados por pragas

    • Controle Cultural: Rotação de culturas com espécies não hospedeiras (gramíneas), eliminação de restos culturais e plantas daninhas.

Pragas da Cebola

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