google.com, pub-8049697581559549, DIRECT, f08c47fec0942fa0 HORTA E FLORES

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Receitas com Batata


1211388197Bacalhoada

Bacalhoada

INGREDIENTES:
  • 1,5 kg de bacalhau salgado
  • 800 g de batatas descascadas e em fatias entre 0,5 e 1 cm
  • 1 pimentão verde cortado em tiras
  • 1 pimentão vermelho cortado em tiras
  • 2 cebolas grandes fatiadas
  • 2 dentes de alho picadinhos
  • 2 tomates maduros sem pele e sem semente cortados em pedaços grandes salsa picada
  • 100 g de azeitonas pretas sem caroço
  • 1 pitada de pimenta-do-reino (se gostar)
  • 3 ovo cozido
  • azeite para regar
  • sal a gosto
MODO DE PREPARO:
  1. Deixe o bacalhau de molho de um dia para o outro, trocando a água pelo menos três vezes.
  2. Desfie e reserve.
  3. Em uma panela grande, coloque as batatas, cubra com água e cozinhe por cerca de 20 minutos, com a panela tampada.
  4. Escorra, corte as batatas em rodelas finas e reserve.
  5. Em um refratário retangular untado com azeite, faça camadas, começando com os tomates, depois a cebola, as batatas, o Bacalhau, as ervilhas, os pimentões, as azeitonas e o cheiro-verde.
  6. Tempere com 1 colher (chá) de sal e 1 colher (café) de Aji-no-moto", e regue com o azeite.
  7. Repita o processo e finalize com os ingredientes que restarem.
  8. finalmente, distribua sobre a superfície as rodelas de ovo cozido, regue novamente com o azeite de oliva e leve ao forno baixo (150 graus), pré-aquecido, por cerca de 1 hora ou até que os ingredientes estejam "al dente".
  9. Sirva em seguida.
  10. Sirva com arroz branco, salada verde e o vinho da sua preferência.
  11. Se sobrar, sirva frio no dia seguinte.
  12. É uma delícia também.
Torta purê de batata

Ingredientes:

massa 

2 xícaras (chá) de purê de batata 
125g de queijo gruyére 
2 colheres (sopa) de farinha de trigo 
1 ovo batido 
1 pitada de noz-moscada 
1 pitada de sal 
1 colher (sopa) de azeite de oliva 

recheio 
2 xícaras (chá) de queijo cottage 
1 colher (sopa) de azeite de oliva 
1 dente de alho amassado 
2 tomates médios, sem pele e sem sementes picados 
1 maço pequeno de rúcula picada grosseiramente 
1/2 xícara (chá) de azeitonas pretas picadas 
1 colher (sopa) de orégano 
sal a gosto 

Modo de Preparo: 
Massa: coloque em uma tigela o purê de batata, o queijo a farinha, o ovo, a noz-moscada e o sal. Misture até ficar homogêneo. Modele o purê de batata em 12 discos de 1 cm de altura e 10 cm de diâmetro. Polvilhe-os com farinha de trigo. Unte uma frigideira com o azeite e aqueça. Coloque, aos poucos, os discos de purê e frite por 15 minutos, ou até dourar dos dois lados. Retire com delicadeza e reserve. Recheio: coloque o queijo cottage em uma peneira e deixe escorrer bem. Em seguida, aqueça o azeite em uma panela, doure o alho e acrescente os tomates. Refogue, mexendo de vez em quando, ou até o tomate reduzir pela metade. Junte a rúcula e refogue até murchar. Retire do fogo e junte o queijo, as azeitonas, o orégano e o sal. Monte as tortas em pratos individuais em camadas alternadas de massa e recheio. Faça duas ou três camadas de acordo com a sua preferência. Sirva a torta quente ou fria. Se preferir quente, coloque no forno médio, preaquecido, por 15 minutos, ou até esquentar. 
Fonte: Revista Água na Boca

Categoria: 

Torta, pizzas e pães
Esta receita: 

é vegetariana
Cozinha: 

Brasileira
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Média
Tempo de preparo: 

50 min + o tempo de forno
Rendimento: 

4 porções

Panqueca de batata com brócolis e ricota

Ingredientes:

4 batatas médias descascadas e raladas 
1 cebola grande ralada 
2 ovos 
5 colheres (sopa) de maisena 
3 colheres (sopa) de óleo de milho 
buquês de 1 maço pequeno de brócolis cozidos 
150 g de ricota amassada 
sal, pimenta branca e sementes de girassol a gosto 

Modo de Preparo: 
Passe as batatas e a cebola por uma peneira e esprema bem. Coloque numa tigela e misture as gemas, a maisena, o sal e a pimenta-do-reino. Acrescente as claras batidas em neve e mexa até ficar homogêneo. Reserve. Com o óleo, unte uma frigideira de 15 cm de diâmetro e leve ao fogo até aquecer. Distribua um pouco da massa, espalhe com uma espátula e deixe fritar até dourar dos dois lados. Retire do fogo e repita a operação, untando a frigideira a cada adição, até usar toda a massa. Misture numa tigela os brócolis, a ricota, as sementes de girassol e o sal. Recheie as panquecas com a mistura, decore com pimenta rosa e sirva. 


Categoria: 

Grãos e Massas
Esta receita: 

é vegetariana
Cozinha: 

Brasileira
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Fácil
Tempo de preparo: 

35 min
Rendimento: 

4 porções

Batata com creme de iogurte e ervas


Ingredientes:

16 batatas bolinhas cozidas e sem casca 
folhas de 1 maço pequeno de ervas frescas (salsinha, manjericão e cebolinha verde) 
2 dentes de alho descascados 
3 colheres (sopa) de azeite de oliva 
1 pote (200 g) de iogurte natural 
1/2 xícara (chá) de creme de leite 
sal e pimenta-do-reino a gosto 

Modo de Preparo: 
Bata no liquidificador as ervas com o alho, o azeite de oliva, o iogurte, o creme de leite, o sal e a pimenta. Despeje numa panela e cozinhe, sem parar de mexer, por 5 minutos, ou até ficar levemente encorpado. Acerte o sal e retire do fogo. Sirva as batatas quentes temperadas com o molho e acompanhadas de salada de agrião. Se preferir, decore com cebolinha verde e pimenta-do-reino moída grosseiramente. 


Categoria: 

Acompanhamentos
Esta receita: 

é vegetariana
Cozinha: 

Brasileira
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Fácil
Tempo de preparo: 

10 min
Rendimento: 

4 porções

Sopa de batata e manjericão


Ingredientes:

1/2 kg de batata médias 
2 colheres (sopa) de azeite de oliva 
1 cebola média picada em pedaços pequenos 
2 dentes de alho amassados 
1 litro de caldo de galinha sem gordura 
folhas de 1/2 maço pequeno de manjericão 
sal e pimenta-do-reino a gosto 

Modo de Preparo: 
Descasque as batatas e rale na parte grossa do ralador, aparando numa tigela com água gelada. Reserve. Coloque numa panela o azeite, a cebola e o alho, leve ao fogo e refogue até a cebola ficar macia. Incorpore as batatas escorridas e cozinhe, mexendo de vez em quando, por mais 5 minutos. Junte o caldo de galinha, o sal e a pimenta. Reduza o fogo e cozinhe, mexendo de vez em quando, por mais 25 minutos, ou até a sopa encorpar. No final, adicione o manjericão e acerte o sal. Sirva a seguir. 


Categoria: 

Sopas
Esta receita: 

é light
Cozinha: 

Brasileira
Temperatura: 

Quente
Dificuldade: 

Fácil
Tempo de preparo: 

40 min
Rendimento: 

4 porções
Calorias: 
140 cal por porção

Sopa de batata com alho e lingüiça

Ingredientes:

2 cabeças de alho 
4 colheres (sopa) de azeite de oliva 
1/2 kg de batatas médias picadas em cubos pequenos 
3 xícaras (chá) de caldo de galinha caseiro 
1/2 xícara (chá) de creme de leite fresco 
300 g de lingüiça calabresa picada em rodelas finas 
1 cebola média picada em pedaços pequenos 
sal a gosto 
caldo de Galinha Caseiro 
1 galinha caipira com cerca 1 kg 
2 cebolas médias picadas em gomos 
4 talos de salsão com as folhas 
1 batata-doce média partida ao meio 
1 bulbo de erva-doce picado 
2 cenouras médias descascadas e picadas 
1 maço de ervas frescas amarrado 

Modo de Preparo: 
Ligue o forno à temperatura média. Corte os pedúnculos das cabeças de alho, retire apenas a casca que as reveste e disponha-as numa assadeira pequena. Regue com a metade do azeite de oliva e cubra com papel-alumínio. Leve ao forno por 1 hora, ou até os dentes de alho ficarem macios. Retire do forno e, assim que amornar, separe os dentes de alho, retire a polpa e reserve. Leve ao fogo uma panela com as batatas e o caldo de galinha e cozinhe por 25 minutos, ou até as batatas ficarem al dente. Retire do fogo e despeje a metade da mistura no liquidificador com o creme de leite. Bata até obter um creme e reserve. Coloque numa panela o azeite de oliva restante, a lingüiça e 4 colheres (sopa) de água. Refogue, mexendo de vez em quando, por 12 minutos, ou até a lingüiça ficar macia. Acrescente a cebola e refogue, mexendo de vez em quando, por mais 3 minutos. A seguir, adicione a batata cozida com o caldo de galinha, a batata batida e o sal. Misture e cozinhe, mexendo de vez em quando, por mais 5 minutos, ou até ficar levemente encorpada. Distribua o alho assado nos pratos e despeje a sopa. Sirva em seguida. Caldo de galinha caseiro: limpe a galinha, corte pelas juntas e coloque-a numa panela grande de fundo grosso. Junte a cebola, o salsão com as folhas picados grosseiramente, a batata-doce, a erva-doce, a cenoura, o maço de ervas e 5 litros de água (de modo que cubra os ingredientes) e deixe cozinhar por 3 horas. Durante este tempo, usando uma escumadeira, retire e elimine a gordura que se formar na superfície. Retire do fogo e deixe amornar por 1 hora. Coe o caldo numa tigela e deixe amornar por mais 1 hora em lugar fresco. Cubra a tigela com filme plástico e leve à geladeira. Deixe de um dia para o outro. No dia seguinte, retire a gordura solidificada na superfície do caldo. 

Dicas:



  • Sirva o alho assado à parte com queijo gorgonzola ou roquefort, acompanhados de azeite de oliva e pão.
  • Se preferir, substitua a batata por mandioquinha ou batata-doce.
  • Para deixar a sopa menos calórica, substitua a lingüiça por presunto de peru ou lingüiça de peru e o creme de leite por leite desnatado. 


  • Categoria: 

    Sopas
    Cozinha: 

    Brasileira
    Temperatura: 

    Quente
    Dificuldade: 

    Difícil
    Tempo de preparo: 

    1 hora e 5 min + o tempo de forno
    Rendimento: 

    8 porções


    Pão de batata com requeijão

    Ingredientes:

    5 batata médias 
    3 xícaras (chá) de leite 
    3 xícaras (chá) de farinha de trigo 
    2 colheres (sopa) de fermento em pó 
    1 colher (sopa) de açúcar 
    3 colheres (sopa) de manteiga 
    1 ovo batido 
    1/2 kg de requeijão (do tipo mais firme) 
    2 gemas batidas 
    sal a gosto 

    Modo de Preparo: 
    Descasque as batatas, lave, corte-as em pedaços uniformes e coloque-as em uma panela. Junte o leite e o sal e cozinhe, em fogo baixo, por 40 minutos, ou até as batatas ficarem macias e absorverem o leite. Retire do fogo, passe-as por um espremedor e reserve. Em uma tigela, peneire a farinha de trigo, o fermento e o açúcar. Junte a manteiga (reserve 1/2 colher de sopa para untar) e misture com as pontas dos dedos até obter uma farofa. Acrescente as batatas espremidas e misture. Junte o ovo e sove até a massa ficar lisa. Cubra a tigela e deixe a massa descansar por 15 minutos. Em seguida, ligue o forno à temperatura média. Com as mãos enfarinhadas, faça pequenos círculos de massa de aproximadamente 8 cm de diâmetro. Coloque 1 colher (sopa) de requeijão sobre os círculos e feche-os, formando os pães. Coloque-os em 2 assadeiras untadas com a manteiga reservada e pincele com as gemas. Leve para assar por 50 minutos, ou até ps pães dourarem. Sirva quente. 


    Categoria: 

    Lanches
    Cozinha: 

    Brasileira
    Temperatura: 

    Quente
    Dificuldade: 

    Média
    Tempo de preparo: 

    1h 20min + tempo de forno
    Rendimento: 

    15 unidades

    Salada de batata com camarão, maçã e molho rosé

    Ingredientes:

    3 batatas médias descascadas cortadas em cubos pequenos 
    3 colheres (sopa) de azeite de oliva 
    300 g de camarão médio limpo 
    2 colheres (sopa) de cebolinha verde picada 
    1 maçã Grany Smith cortada em cubos pequenos 
    sal e pimenta-do-reino a gosto 
    molho rosé 
    1/2 xícara (chá) de maionese 
    4 colheres (sopa) de requeijão cremoso ou creme de leite 
    4 colheres (sopa) de ketchup 
    4 colheres (sopa) de azeite de oliva 
    2 colheres (sopa) de conhaque 
    1 colher (chá) de açúcar 
    sal a gosto 
    folhas verdes para acompanhar 

    Modo de Preparo: 
    Molho rosé: coloque numa tigela a maionese, o requeijão cremoso, o ketchup, o azeite de oliva, o conhaque, o açúcar e o sal. Bata com um garfo e reserve na geladeira. Coloque a batata numa panela com 1,5 litro de água fervente e 1 colher (chá) de sal. Tampe a panela e cozinhe por 20 minutos, ou até a batata ficar macia, mas não deixe desmanchar. Retire do fogo, escorra a água, passe a batata por água fria e reserve. Aqueça o azeite numa frigideira, acrescente o camarão e frite por 3-4 minutos, ou até dourar de maneira uniforme. Tempere com sal e retire do fogo. Numa tigela, coloque a batata, o camarão, a cebolinha, a maçã, o sal e a pimenta-do-reino, misture cuidadosamente e transfira para uma saladeira. Regue com o molho rosé e, se preferir, decore com camarão e cebolinha verde picada. Sirva com as folhas verdes. 


    Categoria: 

    Saladas
    Cozinha: 

    Brasileira
    Temperatura: 

    Frio
    Dificuldade: 

    Fácil
    Tempo de preparo: 

    45 min
    Rendimento: 

    4 porções

    Salada de batata com kani kama

    Ingredientes:

    1 batata 
    1 cenoura 
    1 ovo 
    4 kani kamas 
    1 colher (sopa) de azeite de oliva 
    1 colher (chá) de pimenta-do-reino preta moída grosseiramente 
    3 colheres (sopa) de maionese 

    Modo de Preparo: 
    Lave a batata, seque-a com toalha de papel e descasque. Lave a cenoura, seque-a com toalha de papel e raspe-a. Coloque em uma panela de pressão 1 litro de água, a batata, a cenoura e o ovo. Tampe a panela e leve ao fogo por 5 minutos, até começar a liberar vapor. Reduza o fogo e deixe por 10 minutos, até os legumes ficarem cozidos. Retire a panela do fogo, tire a pressão, abra e escorra a água. Pique a batata, a cenoura, o ovo e coloque-os em uma tigela. Junte o kani kama, o azeite, a pimenta-do-reino, a maionese e o sal. Misture delicadamente até distribuir bem o tempero. Acompanhe com folhas verdes. 


    Categoria: 

    Saladas
    Cozinha: 

    Brasileira
    Temperatura: 

    Frio
    Dificuldade: 

    Fácil
    Tempo de preparo: 

    30 min
    Rendimento: 

    2 porções

    Salada de batatas

    Ingredientes:

    5 batatas médias 
    5 colheres (sopa) de azeite de oliva 
    1/2 xícara (chá) de manjericão 
    1/2 maço médio de agrião 
    6 folhas de acelga em tiras 
    1 xícara (chá) de queijo minas fresco picado 
    2 tomates médios em gomos 
    sal a gosto 

    Modo de Preparo: 
    Lave as batatas em água corrente, coloque-as em uma panela e cubra com água. Leve ao fogo e cozinhe por 40 minutos, ou até as batatas ficarem macias. Enquanto isso, coloque em uma tigela pequena o azeite, o manjericão e o sal. Macere o manjericão e deixe tomar gosto. Reserve. Assim que as batatas ficarem macias, retire-as do fogo, escorra a água, deixe amornar e descasque-as. Corte as batatas em cubos médios. Reserve. Em uma saladeira, disponha as folhas de agrião e de acelga, as batatas, o queijo e os tomates. Regue com o azeite temperado e sirva. 


    Categoria: 

    Saladas
    Cozinha: 

    Brasileira
    Temperatura: 

    Frio
    Dificuldade: 

    Fácil
    Tempo de preparo: 

    1 hora
    Rendimento: 

    6 porções

    Salada de batata com creme de parmesão

    Ingredientes:

    3 batatas grandes 
    1/2 pé de alface crespa lavado 
    1/2 pé de rúcula lavado 
    creme 
    1 caixinha de creme de leite 
    1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado 
    5 colheres (sopa) de azeite de oliva 
    1/2 maço médio de tomilho picado 
    sal e pimenta-do-reino em grãos a gosto 
    2 salsichões cortados em rodelas 

    Modo de Preparo: 
    Lave as batatas e leve ao fogo em uma panela com 1 litro de água. Cozinhe até ficarem macias. Retire do fogo, escorra a água, descasque as batatas e corte em cubos grandes. Reserve. Creme: coloque o creme de leiteem uma tigela refratária e leve ao fogo, em banho-maria, numa panela com 1 litro de água. Cozinhe, batendo sem parar com um batedor manual até encorpar. Reduza o fogo e acrescente, aos poucos, e sem parar de bater, o queijo parmesão. Em seguida, adicione o azeite de oliva em fio, batendo sem parar. Acerte o sal e junte o tomilho e a pimenta-do-reino moída grosseiramente. Retire do fogo. Disponha as folhas de alface e de rúcula numa saladeira. Se preferir, rasgue as folhas grosseiramente com as mãos. Coloque as batatas e distribua o salsichão. Por último, regue a salada com o creme. Se preferir, cozinhe o salsichão em água antes de cortá-lo. 


    Categoria: 

    Saladas
    Cozinha: 

    Alemã
    Temperatura: 

    Quente
    Dificuldade: 

    Fácil
    Tempo de preparo: 

    1 hora e 10 min
    Rendimento: 

    6 porções

    Salada de bacalhau, batata e rúcula

    Ingredientes:

    400 g de lombo de bacalhau 
    3 cabeças grandes de alho 
    3 colheres (sopa) de azeite de oliva 
    3 batatas médias descascadas 
    folhas de 8 ramos de salsinha picadas finamente 
    folhas de 1 maço pequeno de rúcula 
    molho 
    3 colheres (sopa) de vinagre 
    2 colheres (sopa) de mel 
    1 colher (sopa) de molho de mostarda 
    3 colheres (sopa) de leite 
    8 colheres (sopa) de azeite de oliva 
    sal a gosto 

    Modo de Preparo: 
    Lave o bacalhau e coloque-o numa tigela grande com 3 litros de água fria. Cubra a tigela com filme plástico e deixe de molho na geladeira por 36 horas, trocando água por 6 vezes. Ligue o forno à temperatura média. Escorra a água do bacalhau e transfira-o para uma panela com 1 litro de água. Leve ao fogo e cozinhe por 20 minutos, ou até ficar macio. Não deixe cozinhar demais. Retire do fogo, escorra a água e desfie o bacalhau em lascas grandes. Reserve. Corte a parte superior das cabeças de alho sem separar os dentes e coloque-as numa assadeira bem pequena. Em cada cabeça, adicione 1 colher (sopa) de azeite de oliva. Abra cuidadosamente os dentes de alho para que o azeite penetre. Leve ao forno por 30 minutos, ou até ficarem macios. Retire do forno e reserve. Corte as batatas em rodelas não muito finas e cozinhe numa panela com 2 litros de água fervente e 1 colher (chá) de sal por 20 minutos, ou até ficarem macias, mas firmes. Retire do fogo, escorra a água e passe as rodelas de batata por água fria. Molho: bata no liquidificador o vinagre, o mel, a mostarda e o leite por 30 segundos. Sem parar de bater, junte o azeite (o mais lentamente possível). Tempere com sal e bata rapidamente. Coloque num prato grande as rodelas de batata e por cima distribua as lascas de bacalhau. Espalhe a salsinha, disponha a rúcula, as cabeças de alho e regue com o molho. 


    Categoria: 

    Saladas
    Cozinha: 

    Brasileira
    Temperatura: 

    Frio
    Dificuldade: 

    Fácil
    Tempo de preparo: 

    1 hora e 5 min + o tempo de forno
    Rendimento: 

    6 porções


    RECEITA, BATATA GRATINADA




    Bαŧαŧα Rєcђєαdα





    Batata Sauté





    Batata Suiça





    batata frita crocante





    Batata Rosti




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    domingo, 20 de dezembro de 2015

    História da Batata (Solanum tuberosum L.)



    A batata foi descoberta no Peru pelos espanhóis em 1536. Anteriormente, os Incas, praticavam o cultivo desse nutritivo tubérculo que até então era desconhecido. Os espanhóis levaram rapidamente a batata para a Europa onde ela foi usada como medicamento. De fato, registros da história revelam que o Papa Pius IV recuperou-se de uma doença por volta de 1570 após ter sido prescrito uma dieta de batatas rica em carboidratos. 

    Os espanhóis chamaram a batata de "tartufo blanco" (tubérculo branco). Os alemães ainda usam a palavra "Kartoffeln", pois acreditavam ser derivado da palavra "tartufo".

    Também, nessa mesma época os ingleses descobriram a batata doce (Patata Dulce) no Caribe. 

    No início do século XVII algumas pessoas acreditavam que a lepra, tuberculose e a sífilis poderiam ser curadas pelas batatas.

    Especialmente na Irlanda, a batata foi usada em grande escala na produção alimentícia no século XVIII. Uma desastrosa seca da batata nos plantios no século XIX causou a morte de milhões pela fome. mais de um milhão e meio de pessoas deixaram seus países, a maioria migrou para os Estados Unidos. 

    No fim do século XVIII, agricultores de toda Europa começaram a cultivar batata. O rei da Rússia, Frederick "O Grande" ordenou que utilizassem somente a batata na alimentação. Uma guerra nos anos 1778-80 entre a Prússia e Áustria foi conhecida como "Kartoffelkrieg" (Guerra da Batata), pois os soldados se alimentavam a base de batatas. O plantio de batata teve um grande aumento com a Revolução Industrial. Hoje em dia 136 países cultivam batatas. Além de ser um alimento nutritivo, o amido e o álcool da batata podem ser utilizado para outras finalidades.


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    caracteristicas

    Benefícios: 

    - Boa fonte de vitaminas C e B6, potássio e outros minerais. 
    - Alimento rico em amido, econômico e nutritivo. 
    - Seu sabor complementa a maioria dos alimentos

    Inconvenientes: 

    - Geralmente preparada com gordura e sal de cozinha (que contém sódio). 
    - Batatas verdes e com brotos podem conter solamina, uma substância venenosa.

    Apesar de serem, em geral, associadas á Inglaterra, as batatas são nativas dos Andes e foram cultivadas, pela primeira vez, por índios peruanos, há pelo menos 4.000 anos. No século XVI, exploradores espanhóis levaram-nas para a Europa, onde se tornaram o alimento diário dos pobres. Atualmente, são os vegetais mais cultivados e economicamente importantes do mundo. As batatas são um componente essencial na dieta da maioria das pessoas - geralmente preparadas de diversas formas, quase sempre ricas em gordura e sal. Surpreendentemente nutritivas, as batatas possuem poucas calorias.Quando comidas com casca, são ricas em carboidratos complexos e fibras: uma batata assada de tamanho médio (com casca) fornece 25 mg de vitamina C, mais de 40% da RDA para adultos, além de 20% da RDA de vitamina B6, 10% de niacina, ferro e magnésio, 840 mg de potássio e uma quantidade moderada de zinco.
    O sabor e o conteúdo nutricional de uma batata variam de acordo com o seu preparo. Muitos dizem que as batatas engordam, mas isso só acontece quando são fritas ou servidas com manteiga ou molhos gordurosos. Uma batata de tamanho médio assada ou cozida tem entre 60 e 100 caloria, uma pequena quantidade de proteína e nenhuma gordura. A mesma batata cortada em fatias finas e frita tem de 450 a 500 calorias e até 35 g de gordura. Batatas fritas e outros pratos à base de batatas são quase sempre ricos em sal.
    Ao prepará-los, convém conservar a casca, porque a maioria dos nutrientes fica junto à superfície; em vez de descascá-las esfregue as batatas, sob água corrente, com uma esponja. Se decidir descascá-las, tente remover a casca bem fina. Uma vez fatiadas ou descascadas, as batatas cruas perderão a cor quando expostas ao oxigênio. Por isso, cozinhe-as imediatamente ou coloque-as em água com vinagre ou suco de limão. Assadas, cozidas no vapor ou preparadas no microondas, preservam o máximo dos nutrientes.
    Ao comprar batatas, procure as firmes, com poucos olhos e sem manchas pretas. Remova quaisquer brotos; eles produzem um sabor amargo e podem conter solamina, substância tóxica capaz de causar diarréia, cãibras e fadiga.
    Conserve as batatas em local escuro e fresco, mas não na geladeira. Temperaturas abaixo de 7 graus C transformam o amido em açúcar, dando à batata um sabor estranho. Não guarde batatas e cebolas juntas; os ácidos das cebolas estimulam a decomposição das batatas, e vice-versa.

    A batata ( Solanum tuberosum L. ) é originária dos Andes peruanos e bolivianos onde é cultivada há mais de 7.000 anos. Recebe diferentes nomes conforme o local: araucano ou Poni ( Chile ), Iomy ( Colômbia ), Papa ( Império Inca e Espanha ), Patata ( Itália ), Irish Potato ou White Potato ( Irlanda ).
    A batata foi introduzida na Europa antes de 1520 sendo responsável pela primeira revolução verde no velho continente: os ingleses incendiavam os trigais e matavam os porcos criados pelos irlandeses, levando o povo à miséria, entretanto a batata resistia ao pisoteamento das tropas, às geadas e ficavam armazenadas no solo.

    Alguns governantes impuseram medidas para a difusão da batata na Europa: Frederico Guilherme , da Prússia, ordenou a amputação do nariz de todos os camponeses que não plantassem batatas; Luis XVI, da França, ordenou a instalação de canteiros em locais públicos com a presença da guarda armada somente durante o dia - o que vale ser guardado vale ser roubado.

    A difusão da batata em outros continentes ocorreu através da colonização realizada pelos países europeus, inclusive no Brasil. Inicialmente era cultivada em pequena escala em hortas familiares, sendo chamada de batatatinha, assim como na construção de ferrovias ganhou o nome de batata inglesa, por ser uma exigência nas refeições dos técnicos vindos da Inglaterra.

    Pesquisadores da história da alimentação apontam duas razões básicas para o êxito e a disseminação da batata: o valor energético / ausência de colesterol e o fato de possuir sabor e cheiro pouco acentuado, possibilitando centenas de combinações que resultam em sabores diferentes.

    Nutricionistas da FAO afirmam que uma dieta composta de batata e leite poderia suprir, em caráter de emergência, todos os nutrientes de que o organismo humano precisa para se manter.
    Atualmente a batata é o 4º alimento mais consumido

    Introdução e importância econômica

    A batata (Solanum tuberosum L.) é a terceira cultura alimentar mais importante do planeta, e a primeira commodity não grão. Estima-se que mais de um bilhão de pessoas consomem batata diariamente no mundo. Sua produção mundial anual supera 330 milhões de toneladas em uma área de 18 milhões de hectares.
    No Brasil, a batata é a hortaliça mais importante, com uma produção anual de aproximadamente 3,5 milhões de toneladas em uma área de cerca de 130 mil hectares. De acordo com Associação Brasileira da Batata (ABBA), o agronegócio da batata envolve em torno de 5 mil produtores em 30 regiões de sete estados brasileiros (MG, SP, PR, RS, SC, GO e BA).
    A maior parte da produção nacional é comercializada in natura, sendo apenas 10% destinados ao processamento industrial, nas formas de pré-frita congelada, chips e batata palha. Comparado aos dois terços da produção destinados ao processamento nos países do Nordeste da Europa, o uso industrial é muito baixo no Brasil. Portanto, no país ainda há muito espaço para crescimento do processamento industrial, que é uma tendência irreversível, tendo em vista a mudança de hábitos da população que cada vez mais faz as suas refeições fora de casa; a necessidade de produtos de preparo mais rápido. Estas mudanças de comportamento têm reflexo direto na forma de consumo.
    Enquanto o consumo doméstico de batata a granel vem diminuindo, o consumo de batata pré-frita congelada aumenta a cada ano. O consumo de batata chips e batata palha, segundo estimativas da ABBA, é de cerca de 375 g/pessoa/ano e 100 g/pessoa/ano, respectivamente. Ambos os tipos de produto processado apresentam pouco crescimento de consumo. Toda batata usada para processamento na forma de chips e batata palha é produzida no país, e de acordo com ABBA, atualmente, são produzidas 300 mil toneladas de batata fresca para fabricação chips e 80 mil toneladas para batata palha.
    No caso da batata da pré-frita congelada, apenas 26% (82 mil toneladas) do consumo nacional é abastecido com produto processado no Brasil, sendo 74% (232 mil toneladas) importados da Argentina e países da União Europeia. Assim, estima-se que uma produção de 164 mil toneladas de batata fresca é utilizada para processamento de batata pré-frita congelada. Caso o volume importado fosse substituído por produto processado no Brasil e, considerando uma produtividade média brasileira de 30 t/ha, estima-se que seria agregada uma área de produção de cerca de 15.500 hectares para atender as 464 mil toneladas de batata fresca necessárias à indústria.
    Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), aprodutividade brasileira aumentou 28,1% nos últimos dez anos, principalmente devido à melhoria nas técnicas de cultivo empregadas pelos produtores, associada a cultivares mais produtivas introduzidas nos sistemas de produção e a qualidade das sementes utilizadas. Em 2011, a produtividade atingiu 26,3 t/ha, superando a média mundial (19,4 t/ha), mas abaixo da produtividade da Argentina (30,0 t/ha), Chile (31,2 t/ha) e, principalmente de países desenvolvidos, tais como Holanda (46,1 t/ha), Alemanha (45,6 t/ha) e Estados Unidos (42,2 t/ha).
    Portanto, é muito importante a incorporação de tecnologias e produtos tecnológicos que possibilitem o aumento da produtividade e da qualidade nos sistemas de produção de batata, visando garantir a competitividade e a sustentabilidade da cadeia brasileira da batata.

    Composição

    A batata é um alimento basicamente energético; porém, é também rico em proteínas e importante fonte de sais minerais.
    O tubérculo é composto de cerca de 80% de água, seguido de carboidratos (cerca de 16%), principalmente amido que, em suas diferentes formas, são absorvidos pelo organismo como glicose, após hidrólise enzimática. De 1% a 2% constitui-se de fibra, concentrada na pele (casca), e entre 0,1% a 0,7% de açúcares simples, como glicose, frutose e sacarose. Após os carboidratos, as proteínas são os nutrientes mais abundantes no tubérculo, com cerca de 2% de sua composição.
    No que se refere à qualidade culinária e de processamento industrial relacionada à fritura, a maioria das cultivares plantadas no Brasil não são adequadas, devido ao baixo teor de sólidos solúveis, especialmente quando cultivada na região tropical, e ao alto teor de açúcares redutores, particularmente no cultivo de outono do Sul do país. Os requisitos para aceitação da batata para processamento na forma de palitos pré-fritos dependem, em grande parte, da cor e textura do produto final. O teor de matéria seca deve ser alto, para que o produto apresente boa textura e alto rendimento industrial.
    Para cor de fritura, o fator mais importante é o teor de açúcares redutores que, quando alto (acima de 2%), resulta em produtos escurecidos, que são rejeitados pelo consumidor.
    O amido influencia na textura do produto processado. As cultivares podem ser divididas em textura farinácea e cerosa. As batatas com textura farinácea são indicadas para panificação, massas e frituras, pois quando cozidas apresentam aspecto seco e se desagregam com facilidade. As cerosas, após o cozimento, apresentam aspecto pastoso e úmido, se desintegram menos e são recomendadas para saladas e produtos cremosos.
    Quanto à qualidade nutricional, a única e principal restrição que se faz à batata é quanto à presença de glicoalcaloides, que aumentam com o esverdeamento do tubérculo. Os principais glicoalcaloides presentes são a solanina e chaconina, que correspondem a 95% dos alcaloides totais. Estes têm duas ações tóxicas no organismo humano, afetando o sistema nervoso central e causando ruptura das membranas do trato gastrointestinal. Estima-se um valor de 20 a 25 mg de glicoalcaloides totais por 100 g de peso fresco de tubérculos, como uma concentração segura ao consumo humano. Desconhecem-se no Brasil esses teores para as cultivares comerciais, desde que os tubérculos não estejam esverdeados pela exposição a alta luminosidade, embora este fator seja preocupação na seleção de clones para lançamento de novas cultivares.
    O valor alimentício estimado da batata encontra-se nas Tabelas 1 e 2. Apesar da crença popular de que a batata só contém carboidratos, seus tubérculos contêm proteínas de alta qualidade, além de considerável quantidade de vitaminas e sais minerais, essenciais para a nutrição humana.
    O teor de proteínas da batata é duas vezes superior ao da mandioca; 100g de batata cozida conseguem suprir até 13% da quantidade diária de proteína recomendada para crianças e até 7% para adultos. Além disso, a batata possui um balanço adequado de proteína e energia: quem consome batata suficiente para seu suprimento de energia recebe também uma quantidade significativa de proteína. Com isso, a batata necessita de menor complementação proteica do que outras raízes e tubérculos, e muitos cereais. Adicionalmente, a batata é boa fonte de vitamina C e de algumas vitaminas do complexo B, especialmente niacina, tiamina e vitamina B6 (Tabela 2). Dentre os alimentos energéticos, a batata é o mais rico em niacina. A batata ainda é uma razoável fonte de ferro, bem como de fósforo e magnésio e ótima fonte de potássio. O seu baixo conteúdo de sódio a credencia para dietas que exigem baixo teor de sal.

    A MARAVILHOSA HISTÓRIA DA BATATA Parte1




    A MARAVILHOSA HISTÓRIA DA BATATA Parte2



    sábado, 19 de dezembro de 2015

    Cultivo do Dente de Leão (Taraxacum officinale)



    Dente-de-leão é um nome dado a várias plantas do gênero Taraxacum, que engloba muitas espécies, sendo a mais comum a espécie Taraxacum officinale. Atualmente essa espécie cresce espontaneamente em várias regiões de clima temperado ou subtropical do mundo, mas geralmente é ignorada como alimento. Hortaliça de sabor amargo, suas folhas são normalmente consumidas cruas, cozidas ou refogadas. Suas flores e raízes também podem ser consumidas cruas ou cozidas. Suas raízes, folhas e flores também são usadas como ingredientes na produção de algumas bebidas alcoólicas ou não alcoólicas, incluindo alguns tipos de cerveja. Torradas e moídas, as raízes podem ser usadas como um substituto do café. A planta também é usada como erva medicinal.
    Muitas espécies de dente-de-leão são comestíveis e o látex extraído de algumas espécies pode ser usado para a produção de borracha natural.

    Clima

    O dente-de-leão cresce melhor em clima temperado ou clima subtropical, e pode resistir a temperaturas muito baixas, embora perca todas as folhas.

    Luminosidade

    Pode ser cultivado com luz solar direta ou em sombra parcial.

    O dente-de-leão é uma espécie invasora que atualmente cresce espontaneamente em muitos lugares do mundo

    Solo

    Pode ser cultivado em praticamente qualquer tipo de solo, mas cresce melhor se o solo for bem drenado, profundo, fértil e rico em matéria orgânica. A planta também é bastante tolerante quanto ao pH do solo, mas um pH entre 5 e 6,8 é recomendado.

    Irrigação

    Irrigue de forma a manter o solo sempre úmido, sem que fique encharcado.

    Muda de dente-de-leão 

    Plantio

    Preferencialmente semeie no local definitivo da horta. Se semeadas em sementeiras e outros recipientes, o transplante deve ser feito assim que as mudas possam ser manuseadas. As sementes devem ser cobertas apenas por uma leve camada de terra peneirada ou de serragem. A germinação pode levar de cinco dias a três semanas.
    Embora menos comum, o dente-de-leão também pode ser propagado usando pedaços de raiz.
    O espaçamento entre as plantas pode ser de 35 cm. O dente-de-leão pode ser plantado em vasos, mas estes precisam ter no mínimo 30 cm de altura para a planta se desenvolver razoavelmente, pois a raiz primária desta planta cresce bastante, podendo ultrapassar a 1 m de profundidade quando cultivada no solo.

    Cipselas de dente-de-leão, que normalmente são chamadas de sementes, embora sejam na realidade um tipo de fruto seco que contém uma semente em cada um

    Tratos culturais

    Retire plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes.
    O dente-de-leão é uma planta invasora que pode causar problemas em algumas plantações. Para manter suas plantas sob controle, as flores devem ser sempre colhidas, impedindo que as cipselas com os papi sejam formadas (os frutos secos com os "paraquedas", contendo uma semente cada um). Se as sementes são necessárias, colha assim que estiverem formadas. As cipselas são dispersadas facilmente pelo vento quando estão maduras.
    Embora seja considerada uma planta invasora, comum em jardins, plantações e pastagens, em alguns casos sua presença pode ser benéfica, uma vez que pode ser uma boa planta companheira para outras culturas, e pode servir como alimento tanto para humanos quanto para animais.
    Para ficarem menos amargas, as folhas podem ser branqueadas, cobrindo a planta com um balde ou outro recipiente totalmente opaco, impedindo assim a planta de receber luz.

    Uma espécie de dente-de-leão que apresenta flores brancas (Taraxacum albidum)

    Colheita

    Geralmente é recomendado que as folhas comecem a ser colhidas aos 90 dias, mas folhas de plantas mais jovens são menos amargas.
    As folhas mais desenvolvidas, sendo mais amargas, podem ser consumidas em pratos cozidos, refogados, assados ou fritos. As folhas mais novas são um pouco menos amargas e são mais tenras, e podem ser consumidas cruas em saladas. Folhas branqueadas (estioladas) são colhidas quando estão com uma coloração amarelo-esbranquiçada. As flores podem ir sendo colhidas e congeladas até conseguir a quantidade necessária ou podem ser usadas misturadas com as folhas. Já as raízes podem ser colhidas com aproximadamente um ano.
    Plantas selvagens são igualmente comestíveis, embora normalmente sejam mais amargas que as cultivadas. Todavia, é necessário cautela para não colher plantas contaminadas com pesticidas ou outras substâncias tóxicas.
    AS PLANTAS CURAM
    O dente-de-leão, um dos remédios naturais mais versáteis, é um nutritivo legume de salada e um remédio desintoxicante para o fígado e os rins. Adorada pelos ervanários pelo seu suave efeito depurativo, a sua raiz é útil sempre que há algum tipo de toxicidade, incluindo em distúrbios dermatológicos crônicos e infecções recorrentes.
    Descrição : Planta da família das Asteraceae, também conhecida como alface-de-cão, alface-de-côco, amargosa, amor-dos-homens, chicória-louca, chicória-silvestre, coroa-de-monge, dente-de-leão-dos-jardins, frango, leutodonte, quartilho, radite-bravo, relógio-dos-estudantes, salada-de-toupeira, soprão, taraxaco, taraxacum.
    Planta vivaz, munida de uma grossa raiz, carnosa, laicífera, de onde saem as folhas e o escapo floral.
    As folhas, dispostas em fortes rosetas, são eretas ou inclinadas, lanceoladas e profundamente divididas com segmentos triangulares. As flores nascem em capítulos amarelos, solitários, na extremidade de um escapo oco.
    O fruto é um aquênio, com dentes no ápice, parecendo minúsculas presas, e um papilho de pelos brancos sedosos, formando uma esfera branca, que o vento dissemina com facilidade, percorrendo grandes distâncias.
    É considerada uma planta invasora de horta e jardim, medrando em campos, vales úmidos e sombrios. Possui grande vitalidade, rusticidade e é de fácil propagação. Adapta-se bem em vários tipos de solo e clima. A raiz se recolhe no outono, a folha em qualquer época e o capítulo floral antes de abrir.
    Parte utilizada: Rizoma, folhas, inflorescência, sementes.
    Origem : Provavelmente Europa, principalmente Portugal. Porém até hoje especialista discutem se o dente de leão é uma planta nativa da América ou aclimatada. Certamente, é encontrada e consumida em quase todo o mundo.
    História : Duas citações feitas no início do século XIV, atestam seu uso. Em The Dogmaticus, Or Family Physician (Rochester, Nova York: Marshall and Dean, 1829), Josepf Smith listou-a como laxante e desobstruente, afirmando que ela abre todo o sistema.
    No relatório sobre botânica, o doutor Clapp nos informa que em 1852 o dente-de-leão era usado nas doenças crônicas do fígado, uso que provocou justificado porque descobriram que a planta contém taxacina, um estimulante hepático, inulina, lacvulina, um açúcar, colina, uma das vitaminas do complexo B, fotosterol, que evita que o corpo acumule colesterol, e potassa, que é diurética.
    Em pequim, no Hospital de Medicina Tradicional , mostraram no tabletes de Chin Hung e informaram que eram específicos para apendicite.
    A fórmula inclui o Taraxacum mongolicum, o dente-de-leão-chinês, e outros três ingredientes.
    Os tabletes apresentam um resultado razoável, oitenta por cento dos pacientes é curado sem necessidade de operação.
    Cinco por cento chegam ao hospital tarde demais para evitar a cirurgia porque o apêndice está prestes a romper-se.
    Quinze por cento têm uma recaída, mas curam-se com a segunda série de Chinh Hung.
    No período colonial era muito apreciado como vinho caseiro.
    Modo de Conservar : As raízes, as folhas e os capítulos florais são secos ao sol, em local ventilado e sem umidade. Armazenar em sacos de papel ou de pano. As raízes e as folhas podem ser consumidas cruas.
    Plantio : Multiplicação: por sementes ou mudas do rizoma;
    Cultivo: em climas diversos e solos pobres com pouca umidade;
    Colheita: colhem-se as folhas durante a floração (julho — setembro).
    Princípios Ativos: Ácido cafeico, ácido cítrico, ácido dioxinâmico, ácido p-oxifenilacético, ácido tartárico, ácidos graxos, alcaloides, amerina, aminoácidos, apigenina, carboidratos, carotenóides, cobalto, cobre, colina, compostos nitrogenados, estigmasterol, ferro, fitosterol, flavonoides, fósforo, frutose, glicosídeo (taraxacosídeo), inulina, lactucopicrina, látex, levulina, luteolina, magnésio, matéria graxa, mucilagem, níquel, óleo essencial, pectina, potássio, pro-vitamina A, resina, sais de cálcio, saponinas, silicatos, sitosterol, soda, sódio, stigmasterol, taninos, taraxacina, taraxacosídeos, taraxasterol, taraxerol, vitaminas: A, B1, C, PP, D; xantofilas.
    Propriedades medicinais: Alcalinizante, anódina, antianêmica, anticolesterol, antidiarreica, antiescorbútica, antiflogística, anti-hemorrágica, anti-hemorroidária, anti-hipertensiva, anti-inflamatória, antilítica biliar, antioxidante, antirreumática, antiúrica, antivirótica, aperiente, bactericida, carminativa, colagoga, colerética, depurativa, desobstruente das vísceras abdominais, diurética, digestiva, estimulante, expectorante, febrífuga, fortificante dos nervos, galactagoga, hepática, hipocolesterolêmica, hipoglicêmica, laxante suave, nutritivas, problemas do fígado, sudorífica, tônica.
    Indicações: Ácido úrico; acidose, acnes, afecções biliares, afecções hepáticas, afecções ósseas, afecções renais, afecções vesicais, aliviar escamações da pele, aliviar irritações da pele, aliviar vermelhidões na pele, anemias; arteriosclerose, astenia, baixa produção de leite por lactantes, cálculos biliares; câncer, cárie dentária, celulite, cirrose, cistite, colecistite (inflamação da vesícula biliar); colesterol, constipações, depurativo para todo o organismo, dermatoses, desordens hepatobiliares, desordens reumáticas, diabetes, diluir gorduras do organismo, distúrbios menstruais; diurético, doenças de pele, doenças ósseas, eczemas, edemas; escarros hemoptoicos, espasmos das vias biliares, esplenite (inflamação do baço); excesso de colesterol, falta de apetite, fígado, fraqueza; gota, hepatite; hidropisia; hiperacidez do organismo, hipoacidez gástrica, icterícia, impurezas no sangue, insuficiência hepática; litíase biliar, manchas na pele, nefrite, obesidade, obstipação, oligúria, palidez; paludismo, pele, piorreia, prevenção de derrames, prevenir a gota, prevenir artritismo, prevenir cálculos renais, prevenir cárie dentária, prevenir doenças das gengivas, prevenir reumatismo, prisão de ventre, problema hepáticos, problemas digestivos, radicais livres, renovar e fortalecer o sangue, reumatismo; rugas, sardas, tonificar o sistema sexual, varizes, verrugas, vesícula.
    Contraindicações/cuidados: Não usar na gravidez. É contra indicado em casos de pessoas com sensibilidade gastrintestinal, acidez estomacal, com obstrução no duto biliar; no caso de cálculos renais, usar a planta apenas sob a supervisão de um médico. Podem ocorrer náuseas, vômitos, diarreia, pirose, reações alérgicas. O látex da planta fresca pode produzir dermatite de contato. Em uso interno, pode causar moléstias gástricas, como hiperacidez. Para evitar associar o malvavisco ou outra planta mucilaginosa. O uso de diuréticos em presença de hipertensão ou cardiopatia, só sob prescrição médico, dada a possibilidade de ocorrer descompensação tensional ou eliminação de potássio excessiva com potencialização dos efeitos dos cardiotônicos (no caso do dente-de-leão o risco é menor por ser ele rico em potássio).

    Modo de usar
    Suco: bater no liquidificador 4 folhas, 1 copo d´água e gotas de limão. Tomar 2 a 3 colheradas do suco ao dia. - secas: 4 a 10 g três vezes ao dia ou por infusão. - infusão: 10 g de folhas por litro de água, como tônico e depurativo, 3 xícaras de chá por dia.
    Sumo das folhas: cálculos renais e fígado. Uso externo: vitiligo. - folhas novas são usadas em saladas; as folhas velhas, refogadas e comidas como verdura; Flores: - fritas. - em saladas, maioneses e geleias; Sementes: - torradas e moídas, podem ser usadas como "café de chicória".
    Rizomas: - comidas cruas ou cozidas, cortadas em fatias. - deixar macerar por 1 dia 1 colher das de chá de raízes secas em 1 xícara de chá de água. Tomar ½ xícara antes das refeições: desintoxicante hepático e depurativo; - 2 a 3 colheres de chá das raízes secas em 250 ml de água. Ferver 10 a 15 minutos. Tomar 3 vezes ao dia. - 1 colher de chá de raízes secas em ½ copo de vinho tinto seco. Deixar macerar 10 dias. Tomar 1 cálice antes das refeições: aperiente;
    Raiz pulverizada: 1 g por dose, 4 g por dia. - extrato fluido: 30 gotas, 3 a 4 vezes ao dia. - macerar 1 colher de chá de raízes picadas em uma xícara de água, durante uma noite. Ferver no dia seguinte por cerca de 1 minuto. Tampar e deixar esfriar. Coar e tomar meia xícara em jejum e a outra metade após o café da manhã do mesmo dia: depurativo e desintoxicante; - tintura (1:5): 5 a 10 ml em 25% etanol, 3 vezes ao dia.
    Raízes e folhas: - 2 colheres de sopa de raízes e folhas picadas, em 1 litro de água. Ferver por 3 minutos, tampar até esfriar. Coar, tomar durante o dia, dividido em várias doses: diurética. - tintura mãe: 50 gotas, 3 vezes ao dia. Raízes, flores e folhas novas podem ser consumidas cruas em saladas como estimulante da digestão. Planta toda seca pulverizada: 1 g por dose, 3 a 4 vezes ao dia.

    ** Sugestão do Herborista **
    Distúrbios da função digestiva; diurético : coloque 1 colher de sopa de raízes picadas em xícara de chá de água. Deixe em maceração por 1 noite. No dia seguinte, leve ao fogo e quando ferver, desligue e coe. Tome 1/2 xícara de chá de manhã, 30 minutos antes do desjejum e a outra 1/2 xícara de chá, 30 minutos após o desjejum.
    Distúrbios da função digestiva; diurético : coloque 3 colheres de sopa de raízes e folhas picadas em 1 garrafa de vinho branco. Deixe em maceração por 10 dias e coe. Tome 1 cálice, antes das principais refeições.
    Afecções da pele do rosto; irritação dos olhos : coloque 1 colher de sopa de raízes picadas em 1 xícara de chá de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Coe e adicione 1 colher de sobremesa de mel. Aplique no rosto, inclusive nas pálpebras, com um chumaço de algodão, 2 vezes ao dia, sendo de preferência, uma noite, antes de deitar
    Reumatismo; artrite reumatoide; gota; dores musculares e da coluna; nevralgias; prostatites e contusões : em uma panela com água em fervura, coloque uma peneira, de modo que a mesma não toque na água e sobre a peneira um pano. Esparrame sobre o pano 1 punhado de folhas frescas picadas e abafe. Espere que o vapor de água quente amorne o pano e as folhas ainda morno, aplique o pano com as folhas nas partes doloridas, cubra com outro pano e deixe agir durante toda a noite.
    Interação farmacológica
    Falta de apetite, digestão lenta, mau funcionamento do fígado : Amarga mas não em excesso, a raiz de dente-de-leão tem uma ação benéfica sobre o estômago, o fígado é o pâncreas, aumentando as secreções digestivas, incluindo a bílis, e tende a estabilizar os níveis de açúcar no sangue. Promove a desintoxicação do fígado.
    Retenção de líquidos, hipertensão : A folha de dente-de-leão, age sobre os rins e estimula a eliminação de líquidos e a perda de peso. E muito usada para ajudar a baixar a tensão arterial, sendo o seu elevado teor de potássio especialmente útil.
    Problemas dermatológicos : A raiz é um suave "depurativo do sangue", útil com problemas de pele crônicos, como acne, furúnculos e eczema, sobretudo se combinada com ervas como a bardana (Arctium lappd) e a equinácea (Echinacea spp.).

    terça-feira, 8 de dezembro de 2015

    Cultivo do Cerefólio (Anthriscus cerefolium)


    O cerefólio (Anthriscus cerefolium), também chamado de cerefolho, é uma erva aromática que pode ser usada da mesma forma que a salsa ou salsinha, sendo muito utilizada na culinária francesa. A planta inteira pode ser consumida, incluindo raízes, flores e sementes, porém as folhas são a parte mais utilizada. Planta anual que atinge até 70 cm de altura, suas flores brancas surgem em umbelas.

    Clima

    O cerefólio cresce melhor com temperaturas entre 4°C e 24°C, embora possa suportar temperaturas negativas. Esta erva floresce precocemente se cultivada quando o clima está quente.

    Luminosidade

    Cultive preferencialmente em sombra parcial.

    Flores do cerefólio

    Solo

    Cultive em solo bem drenado, fértil, rico em matéria orgânica, com pH entre 6 e 7. No entanto, esta planta pode tolerar bem uma ampla faixa de pH do solo.

    Irrigação

    Irrigue de forma a manter o solo úmido, mas sem que fique encharcado.

    Plantio

    As sementes geralmente levam de 1 a 3 semanas para germinar. Deixar as sementes de molho em água por um dia pode apressar a germinação. As sementes devem ser semeadas no local definitivo, pois as mudas de cerefólio normalmente não suportam bem o transplante. Deixe as sementes no solo a não mais do que 0,5 cm de profundidade.
    O cerefólio pode ser cultivado em vasos e jardineiras, desde que tenham pelo menos 20 cm de largura e 30 cm de altura.

    Tratos culturais

    Retire as plantas invasoras que estejam concorrendo por nutrientes e recursos.
    A seiva da planta, em contato com a pele, pode provocar fotofitodermatose, assim use luvas para proteger as mãos quando estiver cortando a planta, especialmente em dias ensolarados.

    As folhas do cerefólio devem ser colhidas antes da floração, pois se tornam amargas quando a planta está florindo

    Colheita

    Colha as folhas mais externas individualmente quando necessário a partir de 30 ou 40 dias do plantio, ou corte a planta toda entre 60 e 90 dias, antes que a planta comece a florescer.

    CEREFÓLIO (PLANTAS CURAM)

    Anthriscus cerefolium

    Descrição : Planta da família das Apiaceae, também conhecida como cerefolho. É uma erva anual, com haste estirada, parecida com salsa aristocrática; por essa razão, é frequentemente chamada de rainha das salsas.
    Suas folhas são duplamente compostas parecidas com as da samambaia, as pínulas recortadas em colmilhos. Inflorescência em umbelas opositifólias.
    O cerefólio tem um crescimento lento, chegando a 25 ou 30 metros de altura. Empregado como condimento, conhecido pelos cozinheiros do mundo todo como um bom tempero para molhos, saladas e sopas, o cerefólio pode ser usado fresco para proporcionar o máximo de aroma.
    Como ele perde o cheiro e a cor ao ser cozido, deve sempre ser o último ingrediente a ser colocado na panela. Nos Estados Unidos, o cerefólio é mais conhecido por suas qualidades culinárias do que pelo uso medicinal. Por isso é chamada de a rainha das salsas.
    Parte utilizada: Folhas, sementes.
    Plantio : É resistente ao frio do inverno e pode ser plantado também no outono, se não formar sementes.
    Princípios Ativos: Ácido petroselínico, apina, metil-chavicol, óleos essenciais, podofilotoxina e sais minerais (potássio).
    Propriedades medicinais: Analgésica, anti-inflamatória, depurativa, digestiva, diurética, hidratante.
    Indicações: Aumentar o leite materno, bexiga, congestão no fígado, problemas nos rins, cálculos renais e biliares, cólicas, problemas digestivos, coágulos sanguíneos, contusões musculares, diabete, enfermidades nervosas, febre dos tísicos, gota, hemorróidas, histerismo, inflamação nos olhos e seios, purificar o sangue.
    Para todos esses fins deve ser ingerido cru, salpido no pão ou sobre os alimentos cozidos.
    As folhas frescas, maceradas e colocadas diretamente sobre uma contusão, oferecem alívio imediato para a dor.
    Na França e na Itália os herboristas o empregam para limpar o fígado e os rins, para ajudar a dissolver pedras, melhorar cólicas e outros problemas digestivos, além de dissolver coágulos sanguíneos.
    Contraindicações/cuidados: Podem ocorrer reações alérgicas em pessoas sensíveis.
    Modo de usar:
    - Sementes por infusão;
    - Cataplasma das folhas: inflamações dos olhos;
    - Vapor do cozimento: hemorróidas;
    - Cataplasma das folhas frescas machucadas: desinflamar o seio e fazer soltar o leite;
    - Decocção de 20 g de folhas frescas e sementes em um litro de água. Tomar quatro xícaras ao dia: aumenta a secreção do leite;
    - Suco das folhas: asma, enfermidades da pele, impureza do sangue, febre dos tísicos. Tomar uma colher de sopa, três vezes ao dia.

    quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

    Cultivo da Nirá - Cebolinha Chinesa (Allium tuberosum)



    A cebolinha chinesa (Allium tuberosum), também conhecida como cebolinho chinês, cebolinha japonesa e nirá (palavra do idioma japonês para a planta), é uma planta originária da Ásia, muito utilizada como tempero na culinária de países do extremo oriente. Suas folhas são planas, não cilíndricas e ocas como as folhas da cebolinha verde e da cebolinha francesa. Seu sabor e aroma lembram levemente o sabor e o aroma do alho.



    A cebolinha chinesa ou cebolinha japonesa tem folhas planas, diferentemente da cebolinha verde e da cebolinha francesa, cujas folhas são cilíndricas e ocas.

    Clima

    A cebolinha chinesa cresce melhor em clima ameno, sendo que o ideal são temperaturas por volta de 20°C, mas pode crescer bem em temperaturas mais baixas. Em locais de inverno rigoroso as folhas secam, com a planta voltando a brotar na primavera. Em locais de inverno ameno, a planta produz o ano todo.

    Luminosidade

    Esta planta necessita de luz solar direta ao menos por algumas horas diariamente.

    Solo

    Cultive em solo bem drenado, fértil e rico em matéria orgânica. A cebolinha chinesa é uma planta bastante rústica e tolera vários tipos de solo e uma ampla faixa de pH do solo.

    Irrigação

    Irrigue com frequência para que o solo seja mantido úmido, mas sem que fique encharcado. No primeiro ano de cultivo, depois que as plantas estiverem estabelecidas, é recomendado que as irrigações sejam esparsas para que as plantas aprofundem suas raízes no solo.

    A cebolinha chinesa é muito utilizada na culinária de países do leste e sudeste da Ásia

    Plantio

    A cebolinha chinesa pode ser cultivada através de sementes ou por divisão de plantas bem desenvolvidas.
    As sementes podem ser semeadas diretamente no local definitivo ou em sementeiras, transplantando as mudas quando estas se tornam grandes o suficiente para serem manuseadas. As sementes de cebolinha chinesa germinam em uma ou duas semanas.
    Plantas bem desenvolvidas podem ser divididas para propagar as plantas. Este é o método preferido de plantio por quem já possui plantas saudáveis com alguns anos de vida.
    O espaçamento entre as plantas pode ser de 7 a 20 cm, variando com o tamanho do cultivar plantado. Os cultivares podem ter de 25 cm a 70 cm de altura.
    A cebolinha chinesa também pode ser cultivada em jardineiras e vasos médios ou grandes

    As sementes da cebolinha chinesa se dispersam facilmente, podendo se tornar uma erva invasora em áreas próximas do local onde são cultivadas 

    Tratos culturais

    Retire plantas invasoras que estejam concorrendo por nutrientes e recursos.
    A cebolinha chinesa se propaga facilmente, de modo que esta planta é uma invasora em diversas regiões do mundo. Algum cuidado é necessário para evitar que a planta se espalhe para outros locais além de sua área de plantio, pois pode ser uma erva invasora muito difícil de erradicar. Colha as flores, que são comestíveis, não permitindo que gerem sementes, a não ser que você realmente precise destas sementes.
    A cebolinha chinesa é uma planta perene que se mantém produtiva por muitos anos ou mesmo por décadas. Alguns horticultores, no entanto, dividem e replantam as plantas depois de alguns poucos anos.

    Colheita

    Normalmente as folhas da cebolinha chinesa não são colhidas no primeiro ano de cultivo, de forma a permitir que as plantas se desenvolvam melhor e armazenem nutrientes em seus rizomas antes de começar a colher.
    Colha as folhas quando necessário ou colha as folhas que ultrapassam a 15 cm de comprimento, porém sempre deixando algumas folhas bem desenvolvidas nas plantas. As folhas precisam ser usadas logo, pois duram poucos dias.
    Podem ser colhidas e usadas como tempero tanto as folhas, quanto as flores e suas hastes.

    Quem não conhece o nirá (Allium tuberosum) vai se surpreender com suas folhas com leve sabor de alho. Esta curiosa planta é do mesmo gênero que a cebola, cebolinha, alho-poró e alho, portanto também forma bulbos. Porém, diferentemente do alho, cebolinha e cebola, suas folhas são achatadas (e não tubulares). Mas o que ele tem a ver com o hana-nirá!? Calma, vamos explicar…
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    Talvez você já tenha visto esta belezura em algum lugar ou ouvido falar sem saber o que é…pode também até ter confundido com sua parente cebolinha. Mas vamos desvendar este mistério!
    Hana_nira (2)
    hana-nirá nada mais é do que o pendão floral do nirá. Esta estrutura tem formato diferente das folhas, apresentando formato tubular, similar à cebolinha, e dela saem os buquês de flores. Estes pendões são muito apreciados na Ásia, principalmente na culinária japonesa e chinesa, sendo que eles têm um sabor mais suave e menos fibroso que as folhas.
    O hana-nirá é consumido quando a bolsa de onde emergem as flores ainda está fechada (foto acima). Se a colheita demorar a ser feita, logo aparecerão as flores.
    Nira (6)
    Onde podemos usá-los? Existem vários pratos tradicionais asiáticos que levam esta iguaria, como a guioza. Porém podemos também fazer um delicioso risoto de cogumelos e adicioná-los ou simplesmente fazê-lo refogado com um pouco de shoyo….huuum
    O cultivo do nirá é simples, muito sol (acima de 4 horas diretas), um solo levemente úmido e arenoso e adubação a cada 40 dias. Porém, quem gosta de atacar nosso queridinho é o pulgão, por isto previna incorporando ao solo um pouco de torta de nim e deixe também que as joaninhas façam seu trabalho. Você pode cultivá-lo em vasos, jardineiras ou diretamente no chão, porém se quiser produzir uma quantidade razoável e mais frequente de hana-nirás opte por jardineiras extensas ou canteiros com várias mudas. Cada touceira pode produzir até 10 pendões florais por vez, porém o mais frequente são menos. Ele gosta de um clima ameno, porém tem boa resistência ao frio.
    Agora que já sabe como cultivá-lo é só esperar os pendões surgirem e se deliciar. O hana-nirá demora entre 80 a 100 dias para emergir.
    Mãos à terra!

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