quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Azedinha, Plantas Que Curam


Professores da PUC do Rio Grande do Sul, provam cientificamente que raiz de planta tem 100 vezes mais resveratrol que a uva (veja nossa matéria: Dieta da uva, a fruta milagrosa). A planta chama-se azeda, hortaliça pupularmente conhecida no Brasil como azedinha.
Resveratrol é um anti oxidante que ajuda a controlar a homeostase, equilibrando as funções do organismo, influenciando a cura de inúmeras doenças principalmente do metabolismo e referentes ao envelhecimento.
Ideal para diabetes, principalmente do tipo 2, que é mais comum nos idosos e está relacionada ao desequilíbrio homeostático.
O resveratrol ainda melhora problemas dos vasos em geral, atingindo a maioria das doenças da 3ª. idade, como circulação, cardiovasculares, pele, retardando o envelhecimento. Também beneficia a coordenação motora, previne a formação de catarata e preserva a densidade óssea.
Estudos publicados numa revista americana mostram que o resveratrol tem o mesmo efeito que uma alimentação com poucas calorias, então o resveratrol ajuda a dissolve-las, sem dieta especial.
A patente já foi vendida para a Eurofarma, com o propósito de produzir o medicamento, mas estes nunca vão substituir o original, feito pela natureza, que é usar de forma natural ou em tinturas, sendo este o efeito mais potente (veja matéria: Como fazer tinturas) da planta, única maneira de tirar com eficiência o princípio ativo da planta que deve está com a raiz, pois é nesta que está a maior concentração da substância.
Você pode começar a experimentar e observar o que acontece.
A azedinha (Rumex acetosa) é uma planta de pequeno porte bastante comum em hortas e jardins. É preciso destacar, no entanto, que existem duas plantas diferentes que recebem o nome de azedinha. A Oxalis acetosella é também conhecida como trevo e tem folhas em formato de coração. A azedinha a que nos referimos é diferente, como você pode observar na imagem. Suas folhas verdes são bem compridas e as flores, como coloração que vão do rosa ao marrom, se distribuem em pendões mais elevados que a folhagem.
Essa azedinha é utilizada para fins medicinais desde a antiguidade. Conta-se que o médico dos exércitos de Nero utilizava as semente da planta para fazer um “vinho” que poderia curar a diarreia. Já na Idade Média, a raiz da azedinha foi amplamente utilizada como emoliente e depurativo, sendo indicada para tratar os males do fígado. Hoje em dia, ela ainda figura entre os tratamentos caseiros mais populares e vem recebendo respaldo de pesquisas científicas, como veremos a seguir.

Nomes Populares:

  • azedinha-da-horta
  • azeda brava

Propriedades:

Um estudo feito na PUC-RS mostrou que a azedinha contém a mesma substância benéfica encontrada nos vinhos: o resveratrol. Segundo o professor André Souto, que conduziu a pesquisa, a raiz da planta contém cem vezes mais resveratrol que o vinho ou o suco de uva. O problema é que a raiz não pode ser consumida, devido à sua toxidade, mas as folhas também possuem um bom índice do antioxidante. Por essa razão, o consumo da azedinha:
  • previne doenças cardiovasculares
  • fortalece as defesas do organismo
  • combate os radicais livres
  • impede o envelhecimento celular precoce
  • protege as células do fígado
  • dificulta o aparecimento de alguns tipos de câncer

Precauções

A azedinha não deve ser consumida em grandes quantidades, pois pode causar problemas para o organismo. Ela costuma comprometer a absorção do cálcio e, devido à presença do ácido oxálico, favorece a formação de pedras nos rins e na bexiga. A quantidade recomendada pelos especialistas é de 1 xícara (chá) da azedinha 3 vezes por semana. A planta deve ser evitada por pessoas com cálculos, artrite ou reumatismo.