google.com, pub-8049697581559549, DIRECT, f08c47fec0942fa0 HORTA E FLORES

domingo, 17 de junho de 2018

COMPOSIÇÃO DE MATERIAIS PARA COMPOSTO ORGÂNICO



ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA AVALIAR A QUANTIDADE DE N DE UM MATERIAL:
Composição da Matéria Prima
MATERIAIS MAIOR QUANTIDADE DE NITROGÊNIO
MATERIAIS MENOR QUANTIDADE DE NITROGÊNIO
plantas cultivadasplantas nativas, de mata, campo ou cerrado
plantas verdesplantas secas
plantas herbáceasplantas arbustivas e arbóreas
folha, broto, flor e fruto (sementes)haste, caule, ramo, galho, tronco e cascas
leguminosas e plantas aquáticasdemais famílias

Obs.: quando só se tem material com menor quantidade de N pode-se compensar essa falta plantando bancos de leguminosas para servir de fonte de N. Desde que os animais aceitem o material com menor quantidade de N, ele também pode ser usado como cama do gado, cavalo ou ovelhas para absorver a urina, rica em N.

COMPOSIÇÃO DE ALGUNS MATERIAIS EMPREGADOS NO PREPARO DO COMPOSTO


Material
M.O.
C/N
N%
P2O5
K2O
Amoreira/folhas
86,08
13/1
3,77
1,07
-
Arroz/palha
54,34
39/1
0,78
0,58
0,41
Bagaço de cana
58,50
22/1
1,49
0,28
0,99
Bagaço de laranja
22,51
18/1
0,71
0,18
0,41
Banana/folhas
88,99
19/1
2,58
0,19
-
Banana/talos de cacho
85,28
61/1
0,77
0,15
7,36
Barbatimão/cascas esgotadas
91,32
35/1
1,54
0,17
0,30
Café/palha
93,13
38/1
1,37
0,26
1,96
Cana-de-açucar/bagaço
71,44
37/1
1,07
0,25
0,94
Capim colonião
91,03
27/1
1,87
0,53
-
Capim gordura - catingueiro
92,38
81/1
0,63
0,17
-
Capim limão (cidreira)
91,52
62/1
0,82
0,27
-
Cápsulas de mamona
94,33
44/1
1,18
0,29
1,81
Casca de arroz
54,55
39/1
0,78
0,58
0,49
Casca de semente de algodão
95,98
78/1
0,68
0,06
1,20
Crotalária juncea
91,42
26/1
1,95
0,40
1,81
Esterco de carneiro/ovelhas
65,22
32/1
2,13
1,28
3,67
Esterco de cavalo
46,00
18/1
1,44
0,53
1,75
Esterco de gado
62,11
20/1
1,27
1,04
1,37
Eucalipto/resíduos
77,60
15/1
2,83
0,35
1,52
Feijão guandu
95,90
29/1
1,81
0,59
1,14
Feijão-de-porco
88,54
19/1
2,55
0,50
2,41
Feijoeiro/palhas
94,68
32/1
1,63
0,29
1,94
Goiaba/sementes
98,69
48/1
1,13
0,36
0,40
Grama batatais
90,80
36/1
1,39
0,36
-
Grama seda
90,55
31/1
1,62
0,67
-
Inga/folhas
90,69
24/1
2,11
0,19
0,33
Lab-lab
88,46
11/1
4,56
2,08
-
Laranja/bagaço
22,58
18/1
0,71
0,18
0,41
Lenheiros/resíduos
39,92
30/1
0,75
0,60
0,42
Mamona/capsulas
94,60
53/1
1,18
0,30
1,81
Mandioca (folhas)
91,64
12/1
4,35
0,72
-
Mandioca (ramas)
95,26
40/1
1,31
0,35
-
Mandioca/cascas das raízes
58,94
96/1
0,34
0,30
0,44
Mandioca/raspas
96,07
107/1
0,50
0,26
1,27
Milho/palhas
96,75
112/1
0,48
0,38
1,64
Milho/sabugos
45,20
101/1
0,52
0,19
0,90
Mucuna preta
90,68
22/1
2,24
0,58
2,97
Palha de café
93,99
31/1
1,65
0,18
1,89
Palha de feijão
94,68
32/1
1,63
0,29
1,94
Palha de milho
96,75
112/1
0,48
0,38
1,64
Rami/residuo
60,64
11/1
3,20
3,68
4,02
Samambaia
95,90
109/1
0,49
0,04
0,19
Serragem de madeira
93,45
865/1
0,06
0,01
0,01
Torta de mamona
92,20
10/1
5,44
1,91
1,54
Torta de soja
78,40
7/ 1
6,56
0,54
1,54
Trigo/palhas
92,40
70/1
0,73
0,07
1,28










sábado, 9 de junho de 2018

Cuidados no Preparo do Composto Orgânico



1 – Introdução 
Trata-se de uma prática milenar que visa uma fertilidade orgânica duradoura tendo sido praticada por diversos povos, permitindo a produção sustentada de diversos cultivos ao longo de séculos, como por exemplo o arroz irrigado do extremo oriente. Nela aproveita-se tudo que é resíduo orgânico na fazenda para produzir o húmus de composto. Se observarmos a natureza podemos identificar nas grandes florestas, pequenas matas em formação ou mesmo um jardim em equilíbrio, a integração dos reinos, e observar o exemplo vivo do processo de compostagem que acontece diariamente. Todos os elementos que a compõe  se integram a cada ciclo, e que imitamos quando fazemos o processo de compostagem.  É também um grande exemplo de equilíbrio entre os elementos básicos que provêem a vida no planeta Terra: água, terra, ar e fogo ; se em algum momento algum destes elementos não estiverem em equilíbrio,  o todo fica comprometido de forma desestruturadora.  
O composto faz parte dos ciclos da vida do planeta : alimento colhido é processado – usado na alimentação – os resíduos são separados – estes resíduos são reprocessados nas pilhas do composto – o processo de compostagem os transforma e os estabiliza – o composto pronto é usado como adubo orgânico na produção de alimentos e novamente o alimento é colhido. 


2 –  Porque  fazer compostagem? 
Permite o melhor aproveitamento de restos orgânicos com relação C / N desbalanceada, que juntos aproximam-se de uma C/N desejada (de 25/1 )  
Ø Desinfeta os materiais orgânicos de doenças, pragas e ervas daninhas.  
Ø Afugenta ratos e camundongos, cobras.  
Ø Permite acumular e multiplicar Matéria Orgânica para uma aplicação posterior  e estratégica.  
Ø Reduzem as perdas de nutrientes, disponíveis em resíduos subaproveitados. 


3 - Qualidades do composto  
Ø Fonte de lenta liberação de macro e micronutrientes como também de nutrientes orgânicos;  
Ø  Excelente estruturador do solo, favorecendo um rápido enraizamento, formando grumozidade;   
Ø Aumento da capacidade de infiltração de água, reduzindo a erosão;   
Ø  Grande ativador da vida do solo, responsável por todos itens de um solo fértil;   
Ø Permite o aumento do teor de Matéria Orgânica, aumentando também a capacidade de retenção de água no solo;   
Ø Aumenta a saúde e a resistência das plantas, que são enfraquecidas por adubos minerais. 


4 - Princípios da compostagem 
A compostagem é uma seqüência de ações de microorganismos sobre a matéria orgânica, que a “digerem”. Este processo, desde o inicio até a maturação do composto,  acontece em fases que podemos observar:   
Ø Primeira fase (termófila e mesófila): atuam principalmente fungos, bactérias , actinomicetos, protozoários e miriápodes; nela se destaca o "cozimento" e a decomposição da celulose e hemicelulose; a lignina continua sendo decomposta e será modificada mais lentamente.  
Ø Segunda fase (transformação): atuam principalmente, protozoários e minhocas; termina a decomposição de celulose, continua a de lignina e principia a síntese de ácidos húmicos.  
Ø Terceira fase (amadurecimento): besouros, lacraias e formigas; a síntese e ressíntese de húmus é concluída e estabilizada. Para uma boa atuação, deve-se ter equilíbrio, de ar e umidade, suficiente calor e um PH propício.
 

5 - Matéria Prima  
A principio todos os restos vegetais e animais podem ser aproveitados; deve-se evitar apenas dejetos humanos e de animais carnívoros. Todo material orgânico é fonte de energia e de nutrientes para os organismos decompositores, sendo necessário, portanto, sabermos avaliar cada qual nas suas características.  
1- materiais de rápida oxidação : rápido aumento da temperatura da pilha - amido. açúcar, vitaminas e aminoácidos (materiais mais úmidos, mais ricos em nitrogênio).   
2- materiais de lenta oxidação: hemicelulose, celulose, e principalmente lignina (materiais muito secos, ricos em carbono). 


6-A relação C/N 
Além do carbono, o principal elemento que caracteriza a matéria prima é o nitrogênio; sua presença em certo grau é uma garantia de que os outros elementos importantes, como enxofre(S), fósforo (P), cálcio (Ca) e magnésio (Mg), potássio (K) e micro nutrientes (Fe, Zn, Cu, Mo, B, Mn e Cl), também estão presentes num grau proporcional. Por isso, ao invés de fazermos uma análise dos teores de todos esses elementos, só nos interessa, na prática, o teor de nitrogênio em relação ao teor de carbono (relação C / N ).  Materiais ricos em N terão C / N baixa; Materiais pobres em N terão C / N alta) 

a) C / N ideal/média (25 a 30:1 ) nesta proporção os organismos decompositores tem o alimento balanceado não tendo que se desfazer de nenhum elemento para criar um equilíbrio. 
b) C / N baixa (< 20:1) nesta proporção a decomposição equivale à podridão de um cadáver animal. O mau cheiro da podridão nada mais é do que a perda do excesso de N e S (cheiro amoniacal e sulfúreo).   Para reduzir perdas pode se adicionar folhas e galhos secos, palhas ou serragem. 
c) C / N muito alta (> 35:1 ) esta proporção constitui uma trava à franca atividade dos decompositores pela falta de N.  O processo será lento e frio enquanto o excesso de C for dissipado. Para acelerar o processo basta acrescentar uma fonte rica em N( Esterco, cascas de frutas, folhas verdes). 

7 - Estrutura do material  
Material muito lenhoso (galhos, ramos, etc. ) não devem passar de 10% em volume. Caso contrário resultará numa pilha hiper-arejada e por isso muito seca. No caso ideal deixar os galhos de molho ou ainda usa-los para compor a cama  de animais. Este material deve ser quebrado em pedaços com 5 a 12 cm de comprimento ( 1/2 palmo).  
Material muito fino (borra de açude ou plantas aquáticas) devem ser pré-secas para não empastar a pilha, que ficará muito úmida.  

8 - Umidade 
Umidade ideal: 50 a 60%;   
teste prático: o composto deve soltar água como uma esponja que já foi espremida antes  
Umidade processual mínima : 40 a 45%;   
Umidade para conservação: 12 a 15% 

Obs.: Para manter a umidade ideal, deve-se cobrir a pilha com folhas ou qualquer tipo de palha, ou até plantar uma abóbora em volta dela. Na questão da umidade torna-se importantíssima a escolha de um bom local. 

9 - Local apropriado:  
Este deve ser protegido do vento, do sol e da chuva. Na sombra de uma árvore temos estas condições e ainda deixamos o resíduo da pilha para esta árvore. Por isso o pomar,  é um ótimo local para se fazer uma rotação com as pilhas.  
Num local coberto e com piso firme, temos as condições ideais que minimizam as perdas. Quando exposto a sol e chuva diretamente, o composto pode perder até metade de sua qualidade, devido à perda de nutrientes. Em regiões muito úmidas fazer a pilha ao nível do chão protegendo o local com um sulco escoador e escolhendo leve inclinação. Em regiões muito secas a pilha pode ser enterrada a um terço (50 a70 cm)


10 - Aeração  
Ela é antagônica à umidade e deve ser bem dosada. Garante o bom suprimento de todo os seres decompositores com oxigênio, eliminando ainda o gás carbônico produzido. A maior ou menor aeração se consegue através do tamanho da matéria prima.  
pedaços > 5cm = macroporosidade = aeróbia ()  
pedaços < 5cm = microporosidade = anaeróbia ( condições de redução = silagem) 

Para obter a macroporosidade - suficiente circulação de ar deve-se:  
Ø iniciar a pilha sobre um colchão de galhos e palha;  
Ø pequeno composto doméstico pode ser feito em caixas: furar todas as paredes;  
Ø ao montar a pilha, é ideal misturar bem ou intercalar em camadas as partículas grossas e finas;  
Ø nunca pisar ou socar a pilha;  
Ø pode-se improvisar canais de aeração montando a pilha com bambu ou galhos de atravessado que são mexidos num certo intervalo de tempo; 


11 - Temperatura  
Ao longo do processo de compostagem, o corpo da pilha, ou melhor seu centro, passa pela seguintes etapas Caracterizadas pela variação da temperatura: 

FASE l: médias e altas temperaturas, decomposição de celulose de amido e açúcares. 
FASE  2:       altas Temperaturas, decrescendo, decomposição de celulose. 
FASE 3: temperaturas baixas, estabilização, ressíntese. 
Num dimensionamento errado da pilha do composto, a temperatura pode ficar aquém ou além do desejável:  
- largura da pilha < l m x altura < l m = pilha não se aquece e precisa de cobertura especial para acumular o calor.  
- largura da pilha > 2,5m x altura > 1,5m = pilha aquece muito e predominam Microorganismos termofílicos, resultando num produto inferior.  


12 - Prática da compostagem. 
Coleta do material 
Na coleta de material leve e seco deve-se maximizar o volume transportado, pois o peso pouco importa. Para tal, deve-se aumentar a capacidade de carga através de redes ou lonas. É sempre bom estocar matéria prima 
Montagem da pilha ( inspirada no método indiano Indore)  

A - Havendo pouco material a pilha  é erguida somente numa ponta, para que sempre possa se atingir a altura ideal. ( que é igual à largura) 

B - A mistura ideal contém restos de vegetais e esterco, adicionando-se algum pó de rocha (fosfato de rocha ou pó de basalto).  
C - Havendo material mais grosso e palhoso, este deve passar alguns dias no estábulo antes de ir para a pilha. 

D - Um pequeno bastão serve para se arejar a pilha entre as reviradas. Tal arejamento torna-se necessário quando há carência de material estrutural (galhos, palhadas grosseiras).  
E - Em menos de uma semana a temperatura (60 a 70º C) chega ao máximo o que "cozinha", por assim dizer, os materiais estruturais (fibras, celulose) fazendo a pilha desmontar e cair a 1/3 do tamanho inicial. 

É sempre interessante identificar as pilhas de composto com plaquetas que indiquem as pilhas que estão prontas e em processo e as plaquetas que indiquem as que estão sendo formadas, de forma que aquelas que já atingiram o tamanho ideal fiquem em processamento  sem mais incorporação de nenhum material, e o material do dia disponível seja usado para formar uma nova pilha. Podemos também identificar nestas plaquetas a provável época de maturação e estabilização do composto que estará  pronto para uso.  
No produto final ocorre um equilíbrio entre tudo que foi usado, resultando num  material sem moscas, levemente úmido e com cheiro de terra. A qualidade do composto depende da forma como ele é tratado, e se tivermos em mente que ele é um dinamizado natural, podemos ver formas de potencializá-lo. Podemos citar aqui, como exemplo, uma questão de aprofundamento sobre a atuação  do composto quando aplicado no solo:  podemos ampliar esta atuação para o tratamento dos males que acometem as plantas, principalmente os  citros e bananeiras. Sabe-se que as doenças causadas pelos fungos e bactérias – os parasitas ocorrem mais facilmente em monoculturas e solos pobres em matéria orgânica, onde se encontram difundidos pela terra e pelo ar. No entanto, é possível fazer com que as culturas criem uma resistência a eles. Pode-se dizer que numa compostagem bem feita, os restos de frutos doentes não chegariam a contaminar o meio e a propagar-se como a princípio poderia se pensar; ao contrário, se converteria numa “informação dinamizada” para os tratamentos dos (males), desequilíbrios. 









sexta-feira, 1 de junho de 2018

Dicas sobre Composto Orgânico



1. As plantas se desenvolvem melhor, com maior quantidade de raízes e portanto com maior capacidade de absorver nutrientes e água do solo.
2. As águas de chuvas e regas penetram melhor no solo por causa da adição de composto orgânico, não ocorrendo os perigos da erosão superficial com a perda de nutrientes.
3. A temperatura do solo no verão mantém-se mais estável por causa da presença de matéria orgânica e também mantém estáveis os níveis de pH. Isto quer dizer que o calor do sol não afetará as raízes igual ao que acontece em solos arenosos com pouco composto.
4. Sementes de inços e invasoras não germinam no composto por causa da elevação da temperatura, então seu aparecimento será esporádico, trazido por pássaros ou mudas de plantas adquiridas.
5. A presença deste material orgânico aumenta a atividade benéfica de microorganismos que favorecem as plantas.
6. Quando o composto é feito da maneira como recomendamos, isto é, com o processo esquentando o material, os fungos que ocasionam as doenças das plantas em geral não sobrevivem.
No entanto, se o jardineiro reparar que a planta está obviamente doente, não colocar na compostagem, será melhor queimá-la para evitar a contaminação do produto.

1. Estou fazendo composto e apareceram formigas, o que faço?

Formigas são atraídas pelos restos de vegetais de frutas e algumas folhas, usam no seu processo de fabricação do fungo de que se alimentam. Irão cortar mais fino o material da pilha, o que será benéfico pra a aceleração do processo. Também é um sinal de que a pilha está com pouco teor de umidade, regue mais seguido. E ignore as formigas, estão ajudando no trabalho.

2. O composto poderá atrair ratos?

Na primeira fase do processo de decomposição o material esquenta e dificilmente atrairá ratos. Talvez numa etapa posterior, quando já não há tanto calor e o composto entra na fase de maturação. Os ratos poderão fazer ninho dentro da pilha, principalmente se estiver meio seco. Regue mais frequente.

3. Posso colocar plantas tóxicas ou venenosas, o composto não irá prejudicar minhas plantas depois?

As toxinas das plantas também sofrem decomposição e dificilmente estarão presentes no produto final. Mas se tiver grande quantidade deste tipo de material, melhor descartar.

4. Apareceram moscas de diversos tipos voando do composto.

O aparecimento destas moscas são parte do processo de decomposição, atraídas pelas cascas ou partes de frutas presentes. Revolver a pilha, umedecer bem e tapar com papelão ou tampa. E nada de passar spray com veneno nelas.

5. Nada parece acontecer na pilha e está sem calor também.

A. Pode haver poucos elementos com nitrogênio, coloque materiais ricos neste elemento, como excrementos de gado ou aves, aparas de grama ou cascas de frutas e umedeça, sem água nada acontecerá.
B. Folhas e aparas de grama não estão decompondo. A pilha tem pouca aeração ou falta de mistura. Evitar camadas grandes de um material só. Muitas folhas secas ou papel. Revolva bem a pilha e umedeça.

6. A pilha cheira a ranço, vinagre ou ovos podres.

Não há oxigênio suficiente, a pilha está com umidade demais ou muito compactada. Misturar os materiais para melhor aeração. Se for muita umidade adicionar palha ou pó de serra secos. Para diminuir o cheiro, coloque materiais secos no topo da pilha, como maravalha e terra comum.

7. A pilha cheira a amônia (cheiro de urina).

Muito nitrogênio, falta carbono. Adicione materiais marrons, como folhas, maravalha e papel ou papelão rasgado.

Coisas a evitar

1. Excesso de cascas de citros (laranjas, limões). Deve picar em tiras finas, mas evitar o excesso, pois além de atrair uma considerável quantidade de moscas também diminui o pH final do produto.

2. Se houve uso de defensivos agrícolas em gramados ou cultivo de lavoura, estes resíduos vegetais de aparas e palha de não podem ser adicionados ao composto.

Fazer composto dá trabalho. 
Mas o jardineiro terá sua recompensa quando colher belas hortaliças na sua horta e suas plantas estarão mais bonitas, saudáveis e produzirão mais flores.

Além disto, estará contribuindo para diminuir a coleta de lixo municipal, diminuindo os lixões.
Se todos pudessem fazer este processo, os jardins seriam mais belos, favorecendo o meio ambiente nesta caminhada que estamos empreendendo em busca da cidade sustentável e uma melhor qualidade de vida para os cidadãos. 












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